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Pau-d'Arco - Tocantins



Pau d′Arco faz parte do estado do Tocantins.

Sua história relembra conceitos existentes desde o início dos anos 50. Desde o ano de 2004, Pau d′Arco melhorou bastante, em: Sanemento básico, Pavimentação de Ruas, Educação com transporte escolar, Casas Populares, etc. A cidade é banhada pelo Rio Araguaia, rio este que influencia o turismo pelas belas praia apreciadas por muitos.

Encontra-se a uma latitude 07º32′23" Sul e a uma longitude 49º22′20" Oeste, estando a uma altitude de 5 metros. A população avaliada em 2005 era de 4 600 habitantes. Pau d′Arco é uma pequena cidade que fica a 422 km de sua capital Palmas-TO, fica no extremo norte do estado.

História da cidade de O município de Pau D arco, encontra-se à margem direita do rio Araguaia, na Mesorregião Ocidental do Tocantins, na microrregião de Araguaína, com as coordenadas geográficas 07° 32 23 de latitude e 49° 22 20 de longitude, altitude de 143 metros.

A origem do município se deve ao ciclo da borracha que no final do século XIX era explorada no sertão do estado do Pará. Naquela época havia uma árvore seca caída à margem esquerda do rio Araguaia, esta árvore era um Ipê, também conhecida na região como Pau D arco. O ponto onde estava localizada esta árvore era propício para atracar as embarcações que por ali passavam em direção a Belém do Pará. Além da lenha abundante no local para os navegantes prepararem as refeições, havia também muita sombra. Com passar do tempo, tornou-se costume as embarcações realizarem suas paradas neste local, que logo passou a ser conhecida como principal porto de embarque da borracha. Assim, nasceu o porto de Pau D arco.

Também nesta época chegaram a esta região as famílias: Pardinha, Soares e Alencar, por meio de Pedro José da Silva e Maria José da Cruz, Chico Nolêto e Joana Alves, José Alencar, Cácionélia, José Mariano, Pedro Dias Soares, Honorato da Cruz, Raimundo da Cacionélia e outras. Com o movimento do ciclo da borracha, também surgiram conflitos entre brancos e índios Gaiapós, considerados bravos, de uma aldeia chamada Garotira localizada no Pará. Como o conflito ganhava dimensões cada vez maiores, e com muita morte de ambas as partes, o exército enviou ao local o Coronel Grizort, para pôr fim o caos na região. Este foi o primeiro a se estabelecer no local com o seu agrupamento militar, que não demorou em terminar com o conflito.

Enquanto isso, na margem direita do rio (então estado de Goiás), começou a surgir, no início do século, as primeiras construções de casas das famílias Izídio Cruz, Pedro Soares, família Teixeira, entre outros. Na época foi construída a primeira igreja do povoado, uma pequena casinha na beira do Rio Araguaia, denominado Igreja de São Domingos, onde também funcionou a primeira escolinha.

Na margem direita, havia também uma aldeia indígena formado por índios Carajás. Estes eram mansos e gostavam de festas e conviviam bem com as pessoas que começaram a formar povoado, que mais tarde em consequência do porto, ficou sendo conhecido com o topônimo de Pau D arco até a emancipação como município.

Com o fim da Era Borracha, passavam a ganhar força na economia do povoado Pau D arco, a exploração madeireira, a atividade agropecuária e os movimentos dos caçadores de animais silvestres. Em 1955, a atividade garimpeira de cristal no Gorgulho (Arapoema) e de Amatista (Pará) veio dar um enorme impulso ao desenvolvimento econômico de Pau d Arco, então distrito do município de Araguacema.

A atividade próspera do garimpo de Gorgulho fez irromper um movimento político pela emancipação de Arapoema. E, através da Lei 4.800 de 7 de novembro de 1963, o governo do estado do Goiás, criava Arapoema, desmembrando-o do município de Araguacema e, Pau d Arco ficou pertencente a Arapoema na condição de povoado.

Com a criação do estado do Tocantins, começou o movimento político pela emancipação de Pau d Arco, liderado por Valdiná Morais, Manoel Piauí, Zé Romão. No dia 10 de fevereiro de 1991, foi realizado plebiscito, cujo resultado dava condições para sua autonomia política. No dia 20 de fevereiro de 1991 foi publicado no Diário Oficial do Estado do Tocantins a Lei 255 que criava o município de Pau D arco, desmembrando-o dessa forma do município de Arapoema. A instalação do município ocorreu 1º de janeiro de 1993, tendo tomado posse como primeiro prefeito eleito o senhor José de Freitas.

Como datas marcantes na cidade de Pau Darco destacam-se o Festejo de São Domingos de Gusmão, realizado de 31 de julho a 08 de agosto, a comemoração do aniversario da cidade, em 10 de fevereiro e também a Romaria da Ressurreição, que acontece no mês de abril. Outro período importante no município é a temporada de praia, no mês de julho, quer reúne grande concentração de pessoas na praia da fofoca.

Fonte: Prefeitura Municipal

Autor do Histórico: ERILDO VICENTE DE OLIVEIRA

Código do Município

1716307

Gentílico

pau d’arquense

Prefeito

JOAO BATISTA NETO

População
População estimada [2018]4.831 pessoas  
População no último censo [2010]4.588 pessoas  
Densidade demográfica [2010]3,33 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,6 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]304 pessoas  
População ocupada [2016]6,3 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]45,7 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]4.4  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3.9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]757 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]214 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]40 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]17 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]4 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]12.558,29 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]95,6 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.661  
Total de receitas realizadas [2017]13.372,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]11.896,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]- óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]5,4 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]1 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.377,406 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]13,4 %  
Arborização de vias públicas [2010]86,3 %  
Urbanização de vias públicas [2010]0,4 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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