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Dianópolis - Tocantins



Dianópolis faz parte do estado do Tocantins.

Fundação (1750-1885)

A história de Dianópolis tem início em 1750, com a fundação de um povoado na aldeia dos índios Acroás, região de grandes minas de ouro, com a denominação de Minas das Tapuias. Atendendo pedidos dos colonos, coube aos jesuítas a missão de agrupar os índios em aldeamentos (Formiga e Missões), surgindo daí as primeiras habitações que deram origem ao arraial de São José do Duro. Em 1854, o arraial já era Distrito de Paz, elevado à categoria de vila em 26 de agosto de 1884, data esta considerada como de sua fundação, sendo instalado a 1º de janeiro de 1885. Posteriormente, a cidade passa a chamar-se Dianópolis, a origem do nome "Dianópolis" está relacionada a Francisco das Chagas Moura, que foi prefeito do município entre os anos de 1934 a 1938. Então, a cidade chamava-se "São José do Du•ro". "Duro" era uma simplificação de "D´ouro", uma vez que a região era rica em ouro em seu subsolo. Quando prefeito, Francisco Moura indicou que a cidade fizesse uma homenagem às senhoras do lugar que chamavam-se "Custodiana", conhecidas pela alcunha de "Diana". Daí a indicação da cidade passar a chamar-se "Dianópolis", quer dizer, "Terra das Dianas".

História da cidade de DIANóPOLIS

Dianópolis é uma das mais antigas cidades do Tocantins e berço histórico e cultural do Estado, o início de sua história data aproximadamente de 1750. Nessa época já existiam rústicas habitações de lavradores, pecuaristas e mineradores que viviam do que a terra, o gado, o ouro e a caça lhes davam. Homens anônimos que partindo do Nordeste e do Oeste, ganharam o vale do São Francisco subiram a Serra Geral e penetraram no Tocantins. Do Sul também chegaram aventureiros em busca de minerais e de índios, ganharam o Vale do São Francisco através de Minas Gerais e penetraram no território da capitania. Ainda uma corrente menor, partindo do sul da Capitania, atravessou o Vale do Paranã e chegou ao território do atual município de Dianópolis. Finalmente, das Capitanias do Grão Pará e do Maranhão também chegaram à região alguns migrantes.

Nessa época existiam grandes aldeias de índios, dentre elas destacavam-se as tribos dos Gueguês, Assus, Acroás, Xacribás e Xerentes. Esta última era a maior e mais belicosa. Eram temidos e por onde passavam deixava um rastro de sangue, dor e terror.

Foi animado pelo sentimento de medo e ódio, que o povo solicitou proteção do governador Dom Marcos de Noronha Conde dos Arcos da então Capitania de Goiás. Atendido ao pedido, eis que certo dia chega no interior do sertão uma comitiva constituída de padres, jesuítas e homens experientes e instruídos, com o objetivo de catequizarem os nativos. Assim são fundados alguns aldeamentos, entre eles o Formiga e Missões. Nesses aldeamentos eram colocados os selvagens, capturados a força e conduzidos ao interior do aldeamento para serem devidamente educados e evangelizados.

Em 1751 foi edificado um aldeamento, nas proximidades do Ribeirão Formigas, com o nome de São Francisco Xavier do Duro, mais conhecido como Missões ou Missão, onde foram aldeados 600 índios da tribo Xacriabás. Em 1755 foram aldeados 250 índios da tribo Acroás. Esses aldeamentos foram feitos utilizando a força pelo coronel pernambucano Venceslau Gomes da Silva, a pacificação dos índios e a administração dos aldeamentos contaram com os jesuítas Bento Soares, Jose Batista e José Vieira, estes últimos vindos da Bahia, por solicitação do governador da capitania de Goiás Dom Marcos de Noronha.

Conforme a versão popular, as índias Tapuia (designação para qualquer indígena da região) em suas andanças pelos arredores, encontraram pedras amarelas que foram levadas aos Jesuítas. Estes constataram que tais pedras eram pepitas de ouro. Em decorrência desse fato, os índios ficaram responsáveis pela extração aurífera, tornando-se o local conhecido como As Minas das Tapuia, daí derivando os nomes Doiro, Douro e Duro.

Segundo o historiador Palacin, os índios mantiveram conflitos permanentes com as frentes mineradoras da região de Natividade, Arraias, Conceição e Cavalcante, os quais foram combatidos pelo Cel. Wenceslau Gomes da Silva cumprindo determinações do Governador Geral da Capitânia D. Marcos de Noronha em apoio aos jesuítas Bento Soares e José Matos.

Os episódios que marcaram a história da Vila do Duro foram protagonizados por índios que reagiam às imposições dos colonizadores. Ocorreram também disputas políticas entre os habitantes locais e os invasores.

No entanto, com a constante chegada de homens civilizados nas cercanias do aldeamento de Missões, os Xacriabás não gostaram dessas penetrações, fugindo grande parte deles com a promessa de voltar para levar a imagem do santo São José, localizada na capela de Missões. Isso porque durante o período em que estavam aldeados, afeiçoaram-se de tal forma com a imagem do santo que agora julgavam lhe pertencer. Mas a tal promessa acabou não se cumprindo.

A Mina dos Xacriabas continuava em pleno apogeu. Entretanto, assim como o povoado de Missões começava a receber imigrantes, também, nos arredores da Mina das Tapuias, surgiam forasteiros e aventureiros que começaram a edificar as primeiras habitações rústicas, dando, assim, origem ao aldeamento São José do Ouro. Um deles foi o João Nepomuceno de Sousa, mineiro de Paracatu, que conseguiu comprar a mina e trouxe consigo dois sócios Manuel Nunes Viana e Cândido Lino de Sousa os quais exploram a mina por muitos anos. Contudo tiveram que abandonar a Mina das Tapuias, visto a grande quantidade de água que minava das paredes úmidas das galerias. Galerias estas abertas ao nível de 20 metros de profundidade, tornando assim, inviável o prosseguimento da exploração.

Porém, o movimento que mais abalou o Duro foi o confronto que resultou em luta sangrenta, tendo por um lado membros da família Wolney e, por outro, representantes do governo do Estado. Este episódio se estendeu de 1918 a 1923, tendo como momento mais grave o dia 16 de janeiro de 1919, data da chacina dos nove membros da família Wolney que se encontravam presos ao tronco.

O pretexto para o desencadeamento desta luta foi o Inventario de Vicente Belém, homem de poucos recursos que foi assassinado por inimigos políticos do cel. Abílio Wolney, sendo este o ultimo líder político da época, que terminou com o massacre do tronco, onde mais tarde foi erguida uma capela no tumulo dos 9 mortos.

A Lei Provincial nº 03, de 14/10/1854, criou o Distrito de São Jose do Duro sob a jurisdição de Conceição do Norte. A Lei Provincial nº 723 de 26 de agosto de 1884, elevou o Distrito de São José do Duro a categoria de vila, com o mesmo nome. A vila passou a categoria de cidade através do Decreto-Lei nº 311 de 02/03/1938. Por meio do Decreto-Lei Estadual nº 557, de 09/06/1938 e Decreto-Lei Estadual nº 808, de 30/09/1938, recebeu o nome de Dianópolis.

Em 1911, como Distrito na divisão administrativa figuram: São José do Duro, Missões, São Miguel, Almas e Matões, enquanto que nas apurações do Censo de 1920 o município estava dividido em dois distritos: São José do Duro e Rio da Conceição. De acordo com a divisão administrativa de 1933 e as territoriais de 1936 e 1937 o município estava dividido em três distritos: São José do Duro, Matão e Missões.

Pelo Decreto nº 311, de 02 de março de 1988 e Decreto-Lei nº 557, de 09/06/1938 e Decreto-Lei nº 808, de 30/09/1938, a vila foi elevada a categoria de cidade e o município recebeu o nome de Dianópolis, adotado a partir de 1939, em homenagem as Custodianas do lugar: Custodiana Leal Rodrigues, Custodiana Nepomuceno Wolney Araújo, Custodiana Wolney Póvoa e Custodiana Costa Aires, todas conhecidas como Dianas.

João Nepomuceno de Sousa não foi o fundador da cidade e sim o primeiro intendente do município, depois de ter sido subdelegado, quando São José do Duro era Distrito do município de Conceição do Norte. Depois dele, que faleceu em 28 de agosto de 1891, o intendente foi Felisbino Alves Ribeiro de Sousa, substituído mais tarde pelo Coronel Joaquim Ayres Cavalcante Wolney. Sem rigor de cronologia foram também intendentes Candido Nepomuceno de Sousa, neto de João Nepomuceno de Sousa e Joaquim Amaro de Sousa, que era o intendente municipal no tempo em que a política assassinou o Coronel Joaquim Ayres Cavalcante Wolney (23 de dezembro de 1918). O último intendente foi Pedro Rodrigues de Santana.

Com base nos relatos de Luís Palacin - Histórias de Goiás - a elevação da Vila à cidade, foi uma contribuição das características mudancistas e desenvolvimentistas do governo de Pedro Ludovico, na época, interventor de Goiás.

Embora a mineração tenha feito parte da vida econômica de São José do Duro, foram a agricultura de subsistência e a criação de gado que alimentaram precariamente a vila, ao longo de sua história. Dada sua proximidade com a Bahia, desde cedo começa algum intercâmbio com aquele Estado. Intercâmbio este que tornou-se mais efetivo a partir de 1890, com a abertura de uma estrada própria para carro de boi ligando o Duro a Barreiras (BA), obra do Cel. Joaquim Cavalcante Wolney.

Essas relações mantidas historicamente com a Bahia proporcionaram acentuada influência cultural. Ainda hoje, a maioria dos habitantes de Dianópolis tem suas origens ligadas àquele estado, especialmente à cidade de Barreiras.

Muita viola, sanfona e cantigas que, durante 40 dias, fazem das Folias do Duro uma das mais tradicionais festas da cidade. Entre l0 e l9 de março, é a vez de São José, padroeiro da cidade, na igreja matriz da cidade. Festa centenária também é a Romaria da Sucupira, que teve sua origem no século XIX, quando um vaqueiro encontrou incrustada no tronco de uma árvore uma imagem de Nossa Senhora do Rosário.

Fonte: SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE, TURISMO E CULTURA ATM - Associação Tocantinense de Municípios

Autor do Histórico: FERNANDO CéZAR RODRIGUES PóVOA

Código do Município

1707009

Gentílico

dianopolino

Prefeito

GLEIBSON MOREIRA ALMEIDA

População
População estimada [2018]21.850 pessoas  
População no último censo [2010]19.112 pessoas  
Densidade demográfica [2010]5,94 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]2.098 pessoas  
População ocupada [2016]9,8 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]39,4 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,4 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]4,8  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3,8  
Matrículas no ensino fundamental [2017]3.607 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]905 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]186 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]90 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]21 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]6 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]13.302,27 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]75,1 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,701  
Total de receitas realizadas [2017]50.213,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]39.907,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]15,63 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,5 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]9 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]3.217,313 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]14,9 %  
Arborização de vias públicas [2010]81,9 %  
Urbanização de vias públicas [2010]7,4 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Dianópolis: Imagens da cidade e Região

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Comentários (1)

  1. ROBINSON COSTA RODRIGUES's avatarROBINSON COSTA RODRIGUES

    Conheço, sou de lá, e a considero a Capital do mundo!!! Excelente para se viver,berço de um povo altaneiro, parafraseando Alencar!!

    Terra das Dianas, daí o nome!!

    #1 – 19/02/2017 - 17:38

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