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Colinas do Tocantins - Tocantins



Colinas do Tocantins faz parte do estado do Tocantins.

Encontra-se a uma latitude 08º03′33" sul e a uma longitude 48º28′30" oeste, estando a uma altitude de 227 metros. De acordo com a contagem do IBGE de 2010, sua população é de 30.879 habitantes. Possui uma área de 844km².

A cultura de Colinas é bastante heterogênea e está ligada principalmente a festas como festejos de Nossa Senhora Aparecida e São Sebastião, Folia de Reis, Catira, Moda de Viola, vaquejada, Festival de Música (sacra e popular). Na culinária, destacam-se pratos como frango com pequi, dobradinha, guariroba, bacaba e cajuzinho do campo. O Departamento Municipal de Cultura e Arte também oferece aulas de dança, música, palestras e cursos com o objetivo de ampliar o campo das oportunidades das políticas culturais e permitir uma produção cultural capaz de gerar renda.

História da cidade de O Município de Colinas do Tocantins encontra-se na Mesorregião Ocidental do Tocantins e a cidade é sede da 5ª Região Administrativa do Estado. Com a abertura da BR-14, Belém-Brasília (hoje BR-153) houve grande afluência de pessoas, vindas de diversas partes do País para o recém iniciado povoado de Nova Colina, à procura das boas e baratas terras da região e, também, de espaço comercial e empregos. Marcada a data de 21 de abril de 1960 para a inauguração de Brasília, já em janeiro do mesmo ano o Prefeito José Cirilo de Araújo, de Tupiratins, sede do Município do qual Colinas se desmembraria mais tarde, acertou com o líder político Elias Lopes da Silva, o Vereador Manoel Francisco Miranda, Martinho Pereira Rodrigues, os irmãos Osvaldo e Celso Rodrigues de Sousa, Teodoro de Sousa, Cândido Pedro da Silva, Amadeu de Sousa e outros, a fundação, naquele mesmo dia, de uma nova cidade nas planícies elevadas da margem direita do ribeirão Capivara. O objetivo era atrair parcela dos imigrantes, que, fascinados pelo desbravamento iniciado com a abertura da rodovia Belém-Brasília, buscavam os melhores pontos do nosso território para se fixarem. Tudo ocorreu conforme ficara combinado. O Prefeito José Cirilo de Araújo, agrimensor, piauiense, há anos morador de Tupiratins, organizou seus instrumentos de trabalho e com os companheiros de aventura, partiu em lombo de burros, cavalos e jumentos em busca do sítio ideal para localizar a nova cidade. Em 21 de abril de 1960, quando o país festejava a inauguração de Brasília como a Nova Capital do País, José Cirilo de Araújo começava a distribuição de lotes urbanos da então Colinas de Goiás, que o povo passou a chamar de "Nova Colinas". Aproveitando a Rodovia Belém-Brasília como sua avenida principal, denominada de Bernardo Sayão, José Cirilo de Araújo traçou, em largas avenidas e grandes praças, o Plano Diretor de uma grande e moderna cidade, situada à margem direita do Capivara grande, entre os seus afluentes Capivarinha e Marajá, ao sul, e Gameleira ao norte. O primeiro lote foi entregue, com festa, à Cândido Pedro da Silva, conhecido como Cândido Cobra, e as construções de prédios residenciais ou comerciais foram iniciadas de imediato, tendo José Cirilo construido o primeiro hotel e o primeiro bar da cidade, localizados na praça 21 de Abril. A partir da inauguração, a irmã gêmea de Brasília não parou de receber novos moradores, que passavam a ocupar, desordenadamente, suas terras rurais e os seus lotes urbanos. Lugar plano, alto e saudável, Colinas foi crescendo apesar da falta de estrutura e de condições de apoio aos seus moradores. No mesmo ano de sua fundação, chegaram muitos fazendeiros e negociantes de terras e entre estes, Oliveira Paulino da Silva, misto de corretor de terras, sempre "enroladas", como dizia o povo; fazendeiro, desbravador e homem de sete instrumentos, tratorista, motorista, aviador e "gambireiro", que deu grande e importante contribuição ao progresso de Colinas. Em 10 de julho de 1963, chegava em Colinas hospedando-se no Goiás Hotel, de propriedade de José Cirilo, o empresário José Wilson Siqueira Campos. Neste mesmo ano, chegaram Angelo Ferrari e seus familiares e numerosos outros fazendeiros do Paraná, São Paulo, Minas Gerais e do Sul de Goiás. Já em 2 de abril de 1962, a Lei Municipal nº 26, da mesma data do Município de Tupiratins, então Estado de Goiás, o Povoado de Nova Colinas foi elevado a categoria de Vila/Distrito, com nome de Colinas de Goiás. Por força de Lei nº 4.707, de 23 de outubro de 1963, colinas de Goiás é elevada a município autônomo, com o mesmo topônimo. Com a criação do Estado do Tocantins, a Assembléia Legislativa, por Disposição do Decreto Legislativo nº 01/89 no Artigo 4º, o Município de Colinas de Goiás, recebe a modificação no topônimo para Colinas do Tocantins. A festa religiosa é celebrada anualmente, a 12 de outubro, em louvor a Padroeira Nossa Senhora Aparecida. Distância de Palmas, 260km, de Brasília, 1.110 km.

Fonte: Moradores pioneiros, Prefeitura Municipal.

Autor do Histórico: ERILDO VICENTE DE OLIVEIRA

Código do Município

1705508

Gentílico

colinense

Prefeito

ADRIANO RABELO DA SILVA

População
População estimada [2018]34.990 pessoas  
População no último censo [2010]30.838 pessoas  
Densidade demográfica [2010]36,54 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,9 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]4.003 pessoas  
População ocupada [2016]11,6 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]37,8 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,7 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,4  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,3  
Matrículas no ensino fundamental [2017]5.408 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]1.469 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]227 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]128 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]20 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]8 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]18.502,54 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]75,1 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,701  
Total de receitas realizadas [2017]89.473,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]74.344,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]12,41 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]3,7 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]17 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]843,846 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]30,7 %  
Arborização de vias públicas [2010]83,9 %  
Urbanização de vias públicas [2010]0,1 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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