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Santa Rita d'Oeste - São Paulo



Santa Rita d′Oeste faz parte do estado de São Paulo. A cidade tem uma população de 2.543 habitantes (IBGE/2010) e área de 210,1km². Santa Rita d′Oeste pertence à Microrregião de Jales.

A história de Santa Rita Doeste confunde-se com a história de Santa Fé do Sul, de cujo território se desmembrou. A colonização inicial é também originária da CAIC. Em 1952, Santino Fernandes de Souza e Augusto Alves adquiriram dez alqueires de terras, no córrego da Mina, entre a Estrada Sete e a Estrada Cinqüenta e um, para lá iniciaram um loteamento urbano. Para tanto, contrataram os serviços do mateiro Aníbal Domingos Vieira, que derrubou a mata e construiu, nos atuais limites da cidade, um pequeno rancho de pau-a-pique. Foi a casa símbolo de Santa Rita Doeste. Logo em seguida, deu-se início a venda de lotes urbanos. José Barbosa, com madeira tirada da própria terra que comprara, constrói a primeira venda, à beira do local onde seria erigido o povoado. Foi essa venda, na realidade, o marco inicial da colonização urbana de Santa Rita Doeste, porque logo em seguida começaram a fixar-se as primeiras famílias: Clemente Batista, Manoel Caciano, Otávio Ferreira da Rocha, Itálo Biani e outros. A 22 de maio do mesmo ano, ao pé de um tosco cruzeiro, que a fé dos pioneiros erguera, o padre Afonso Nijkrake, celebrou a primeira missa. O povoado foi se desenvolvendo pouco a pouco, apesar das dificuldades várias da vida pioneira. Dentre elas, destacava-se a falta de água. Benedito Clemente, com sua charrete, transformou-se em agueiro da cidade nova: fazia o transporte de água de Santa Fé do Sul à vila nascente. Somente depois do desmatamento total da área urbanizável é que as primeiras cisternas passaram a dar água. Luiz Zolin abriu um grande poço na baixada do Córrego da Mina e lá é que se abastecia o já vasto casario. O povoado ia se desenvolvendo gradativamente, sentido isso, o Prefeito de Jales, Dr. Pedro Nogueira, fez criar a primeira Escola Municipal de Santa Rita Doeste e designou para ministrar aulas, donas Maria das Dores Ferreira da Rocha e Elza Vieira da Silva, escola que começou a funcionar em 1953. Um aspecto curioso de então: os pioneiros reuniam-se quase que diariamente sob a sombra de uma paineira existente frente à casa de Clemente Batista, para lá decidiram os interesses comunitários. Aquela paineira era como que uma tribuna pública, onde tudo se discutia e tudo se acertava; desde o pequeno fato de interesse restrito e pessoal, até a decisão maior de se criar o distrito de Santa Rita Doeste. De Santa Rita Doeste a idéia de criação do distrito veio para Santa Fé do Sul e no escritório da CAIC, numa reunião de 16 pessoas, na qual se destacavam o Dr. Hélio de Oliveira, Thomas Monte Vicente, José da Graça Veiga, Dionisio Rulli, Alberto Pacheco, Santino Fernandes de Souza, Francisco Moreira Sobrinho e Otávio Ferreira da Rocha, o assunto foi decidido. Otávio liderou o movimento. José Cardoso, comerciante de aves e ovos, encarregou-se de descobrir os eleitores residentes no território que se pretendia elevar a Distrito. Pronta a documentação, deu ela entrada na Assembléia Legislativa do Estado, através do pedido do Deputado Francisco Vieira, que na época substituía o Deputado Salles Filho, então no exercício das funções de Secretário da Justiça do Estado. O distrito foi criado pela Lei n° 2456 de 30 de dezembro de 1953, sendo que em seguida, foi instalado o Cartório do Registro Civil. A partir de então, a vila foi progredindo de tal forma que passou a destacar-se como o mais importante Distrito do município de Santa Fé do Sul. O desenvolvimento foi tal que em 1963 a emancipação política e administrativa de Santa Rita Doeste se fez necessário. Não houve necessidade de grande trabalho, de lutas legislativas, para esse desiderato. O trabalho apresentado pelo Deputado Jacob Pedro Carollo - autor da resolução que criou o município foi pacífico. E a 21 de março de 1965, era solenemente instalado o município de Santa Rita Doeste e dado posse aos seus primeiros mandatários, que foram: Prefeito, José Sanches Duran; Vice-Prefeito, José Antonio Arêde e Vereadores - Manoel Ávila, Antonio Sobrinho Rossignoli, José Francisco de Carvalho, Nivaldo Lenzi, Giácomo Lezzo, Sebastião Evangelista de Souza, João César Gameros, Celso Silva de Melo e Pedro Bemevenuto Netto.

Encontra-se a uma latitude 20º08′37" sul e a uma longitude 50º49′48" oeste, estando a uma altitude de 400 metros.

História da cidade de A história de Santa Rita Doeste confunde-se com a história de Santa Fé do Sul, de cujo território se desmembrou.

A colonização inicial é também originária da CAIC.

Em 1952, Santino Fernandes de Souza e Augusto Alves adquiriram dez alqueires de terras, no córrego da Mina, entre a Estrada Sete e a Estrada Cinquenta e um, para lá iniciaram um loteamento urbano. Para tanto, contrataram os serviços do mateiro Aníbal Domingos Vieira, que derrubou a mata e construiu, nos atuais limites da cidade, um pequeno rancho de pau-a-pique. Foi a casa símbolo de Santa Rita Doeste.

Logo em seguida, deu-se início a venda de lotes urbanos.

José Barbosa, com madeira tirada da própria terra que comprara, constrói a primeira venda, à beira do local onde seria erigido o povoado. Foi essa venda, na realidade, o marco inicial da colonização urbana de Santa Rita Doeste, porque logo em seguida começaram a fixar-se as primeiras famílias: Clemente Batista, Manoel Caciano, Otávio Ferreira da Rocha e outros.

A 22 de maio do mesmo ano, ao pé de um tosco cruzeiro, que a fé dos pioneiros erguera, o padre Afonso Nijkrake, celebrou a primeira missa.

O povoado foi se desenvolvendo pouco a pouco, apesar das dificuldades várias da vida pioneira. Dentre elas, destacava-se a falta de água. Benedito Clemente, com sua charrete, transformou-se em agueiro da cidade nova: fazia o transporte de água de Santa Fé do Sul à vila nascente. Somente depois do desmatamento total da área urbanizável é que as primeiras cisternas passaram a dar água. Luiz Zolin abriu um grande poço na baixada do Córrego da Mina e lá é que se abastecia o já vasto casario.

O povoado ia se desenvolvendo gradativamente, sentido isso, o Prefeito de Jales, Dr. Pedro Nogueira, fez criar a primeira Escola Municipal de Santa Rita Doeste e designou para ministrar aulas, donas Maria das Flores Ferreira da Rocha e Elza Vieira da Silva, escola que começou a funcionar em 1953.

Um aspecto curioso de então: os pioneiros reuniam-se quase que diariamente sob a sombra de uma paineira existente frente à casa de Clemente Batista, para lá decidiram os interesses comunitários. Aquela paineira era como que uma tribuna pública, onde tudo se discutia e tudo se acertava; desde o pequeno fato de interesse restrito e pessoal, até a decisão maior de se criar o distrito de Santa Rita Doeste.

De Santa Rita Doeste a idéia de criação do distrito veio para Santa Fé do Sul e no escritório da CAIC, numa reunião de 16 pessoas, na qual se destacavam o Dr. Hélio de Oliveira, Thomas Monte Vicente, José da Graça Veiga, Dionisio Rulli, Alberto Pacheco, Santino Fernandes de Souza, Francisco Moreira Sobrinho e Otávio Ferreira da Rocha, o assunto foi decidido.

Otávio liderou o movimento. José Cardoso, comerciante de aves e ovos, encarregou-se de descobrir os eleitores residentes no território que se pretendia elevar a Distrito. Pronta a documentação, deu ela entrada na Assembléia Legislativa do Estado, através do pedido do Deputado Francisco Vieira, que na época substituía o Deputado Salles Filho, então no exercício das funções de Secretário da Justiça do Estado. O distrito foi criado pela Lei n° 2456 de 30 de dezembro de 1953, sendo que em seguida, foi instalado o Cartório do Registro Civil.

A partir de então, a vila foi progredindo de tal forma que passou a destacar-se como o mais importante Distrito do município de Santa Fé do Sul.

O desenvolvimento foi tal que em 1963 a emancipação política e administrativa de Santa Rita Doeste se fez necessário. Não houve necessidade de grande trabalho, de lutas legislativas, para esse desiderato. O trabalho apresentado pelo Deputado Jacob Pedro Carollo - autor da resolução que criou o município foi pacífico.

E a 21 de março de 1965, era solenemente instalado o município de Santa Rita Doeste e dado posse aos seus primeiros mandatários, que foram:

Prefeito, José Sanches Duran; Vice-Prefeito, José Antonio Arêde e Vereadores - Manoel ávila, Antonio Sobrinho Rossignoli, José Francisco de Carvalho, Nivaldo Lenzi, Giácomo Lezzo, Sebastião Evangelista de Souza, João César Gameros, Celso Silva de Melo e Pedro Bemevenuto Netto.

Localização: O município está localizado no extremo noroeste do Estado de São Paulo, na mesorregião de São José do Rio Preto e na microrregião de Jales. Limita-se ao Norte com Carneirinho-MG (com o Rio Grande entre ambos), ao Sul com Santana da Ponte Pensa e Três Fronteiras, ao Leste com Santa Albertina e Aspásia e a Oeste com Santa Fé do Sul e Santa Clara Doeste. Sua área é de 210,2Km e seu clima é tropical úmido com inverno seco.

Fonte: IBGE

Autor do Histórico: BENEVALDO JULIO CARDOSO

Código do Município

3547403

Gentílico

santa-ritense

Prefeito

ALAOR PASIAN

População
População estimada [2018]2.510 pessoas  
População no último censo [2010]2.543 pessoas  
Densidade demográfica [2010]12,10 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,0 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]371 pessoas  
População ocupada [2016]14,5 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]27,4 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]100 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,6  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]-  
Matrículas no ensino fundamental [2017]224 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]102 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]25 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]12 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]2 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]21.852,83 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]82,9 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,761  
Total de receitas realizadas [2017]19.386,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]15.557,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]43,48 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]-  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]1 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]209,800 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]66,9 %  
Arborização de vias públicas [2010]99,8 %  
Urbanização de vias públicas [2010]10,8 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  6. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  7. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  11. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  16. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  17. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  18. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  19. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  21. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  22. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  23. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  24. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  25. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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