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Ribeirão Grande - São Paulo



Ribeirão Grande faz parte do estado de São Paulo. Encontra-se a uma latitude 24º05′57" sul e a uma longitude 48º21′55" oeste, estando a uma altitude de 690 metros. Sua população, segundo o censo de 2010, é de 7.419 habitantes. Possui uma área de 332km².

É provável que o povoado de Ribeirão Grande surgiu a partir da vinda de dois irmãos Manoel Nunes Ferreira e Francisco Nunes Ferreira, que ergueram suas casas as margens do rio Ribeirão que mais tarde deu origem ao nome do município. O fato se deu por volta de 1800, é marcante o grau de parentesco dos moradores de Ribeirão Grande, com o desenvolvimento foram chegando pessoas de outras localidades, e o povoado começou pouco a pouco a crescer, é sabido também que o povoado do Ribeirão dos Cruzes surgiu primeiro que Ribeirão Grande, uma característica bastante peculiar que podemos notar é que a família ribeirão-grandense são descendentes de portugueses podemos citar alguns sobrenomes: Silvério, Amantino, Ferreira etc... ao longo do tempo personalidades marcantes se destacaram na ajuda e construção da igreja como Francisco Silvério Ferreira que doou a imagem do santo padroeiro do município Paulino Amantino Ferreira que doou o terreno para a construção da escola.

Dados do Censo - 2000

Ribeirão Grande

São Paulo - SP

Recém-emancipado Ribeirão Grande foi Distrito de Capão Bonito até 31 dedezembro de 1991, quando aprovada sua elevação à categoria de Município.

A população de Capão Bonito se desenvolveu a partir de dois núcleos: o da

Freguesia Velha e o de Ribeirão dos Cruzes, ambos pertencentes atualmente área do

município de Ribeirão Grande.

A população da Freguesia Velha estava fixada anteriormente em área do município

de Itapetininga, onde havia sido erigida uma capela à margem direita do rio São José, ou

Apiaí-Mirim, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, por volta do ano de 1700,

esta capela foi transferida para um local denominado Arraial Velho e posteriormente

passou à Freguesia Velha, à margem direita do Rio das Almas, já em Capão Bonito.

Em 1840, o Sr. Pedro Xavier dos Passos, Vulgo Sucuri, comprou parte da Fazenda

Capão Bonito, de propriedade do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, fazendo uma

doação de 150 braças de terra a Nossa Senhora da Conceição.

O vigário da Paróquia, PE Manoel álvares Carneiro, edificou no terreno doado

uma capela, para onde foi transferida a sede paroquial, em 19 de fevereiro de 1843, e

onde foi organizada a vila denominada Nossa Senhora da Conceição do Paranapanema,

pela Lei nº 03, de 24 de janeiro de 1843, foi elevada a Distrito de Paz com o nome de

Capão Bonito do Paranapanema, tornando-se município pela Lei nº 17, de 2 de abril de

1857, e a comarca com o nome de Capão Bonito, pela Lei nº 91, de 28 de abril de 1883.

é considerado seu fundador o padre Joaquim Manoel Alves Carneiro.

Paralelamente ao desenvolvimento da povoação no bairro da Freguesia Velha, o

bairro do Ribeirão dos Cruzes cresceu em torno da chamada Casa Grande, construção de

pau-a-pique, sem datação precisa. A Casa Grande caracterizava-se por abrigar, além da

residência da família Cruz, provavelmente uma "venda" ou posto de trocas, utilizado por

tropeiros que se dirigem ao sul do país ou pelos "caçadores" de ouro de aluvião das

Muralhas de Pedra ou Encanados, dos rios das Almas e das conchas e do ribeirão Velho.

Em torno da Casa Grande originou-se uma povoação, na sua maioria formada por

membros da família Cruz, que se desenvolveu formando o bairro do Ribeirão dos Cruzes.

Foi com o esforço do Prefeito de Capão Bonito, Cônego Pedro José Vieira, que a

Assembléia Legislativa elevou Ribeirão Grande à categoria de Distrito em 28 de

fevereiro de 1964. Mais tarde, Cônego Pedro criou a sub-prefeitura e foi também uma das

pessoas que mais sonhava com a emancipação de Ribeirão Grande, sendo considerado

pelos moradores locais como um dos protagonistas da vitória da campanha.

é provável que o povoado de Ribeirão grande surgiu a partir da vinda de dois

irmãos os Srs. Manoel Nunes Ferreira e Francisco Nunes Ferreira, que ergueram suas

casas as margens do rio Ribeirão que mais tarde deu origem ao nome da cidade.

O fato se deu por volta de 1800, é marcante o grau de parentesco dos moradores de

Ribeirão Grande, com o desenvolvimento foram chegando pessoas de outras localidades,

e o povoado começou pouco a pouco a crescer, é sabido também que o povoado de

Ribeirão dos Cruzes surgiu primeiro que Ribeirão Grande, uma característica bastante

peculiar que podemos notar é que a família Ribeirão Grandense são descendentes de

Portugueses podemos citar alguns sobrenomes: Silvério, Amantino, Ferreira, etc... ao

longo do tempo personalidades marcantes se destacaram na ajuda e construção da igreja

como Francisco Silvério Ferreira que doou a imagem do santo padroeiro da cidade e o Sr.

Paulino Amantino Ferreira que doou o terreno para a construção da escola.

Gentílico: ribeirão-grandense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Ribeirão Grande ex-povoado, por lei estadual no 8092, de 28-02-1964, subordinado ao município de Capão Bonito. Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Ribeirão Grande figura no município de Capão Bonito.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 18-VIII-1988.

Elevado à categoria de município com a denominação de Ribeirão Grande, por lei estadual no 7644, de 30-12-1991, desmembrado de Capão Bonito. Sede no antigo distrito de Ribeirão Grande. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993. Em divisão territorial datada de 15-VII-1997, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 14-V-2001.

Fonte: IBGE

Código do Município

3543253

Gentílico

ribeirão grandense

Prefeito

ELIANA DOS SANTOS SILVA

População
População estimada [2018]7.666 pessoas  
População no último censo [2010]7.422 pessoas  
Densidade demográfica [2010]22,26 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,2 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]1.118 pessoas  
População ocupada [2016]14,5 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]40,8 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]96,8 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5.9  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5.2  
Matrículas no ensino fundamental [2017]1.157 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]363 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]75 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]38 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]8 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]3 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]21.635,97 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]82,6 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.705  
Total de receitas realizadas [2017]30.160,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]24.671,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]- óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]1 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]333,363 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]47,3 %  
Arborização de vias públicas [2010]18,7 %  
Urbanização de vias públicas [2010]1,4 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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