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Ribeirão Bonito - São Paulo



Ribeirão Bonito faz parte do estado de São Paulo. Encontra-se a uma latitude 22º04′00" sul e a uma longitude 48º10′34" oeste, estando a uma altitude de 590 metros. A população avaliada em 2006 era de 11.924 habitantes.

Em 12 de outubro de 1862, quando esta zona ainda era sertão, alguns membros da família Alves Costa, emigrando de Ouro Fino, Minas Gerais, se estabeleceram, com propriedades agrícolas nas imediações do curso da água já conhecido pela denominação de Ribeirão Bonito. A Vila de Brotas, a cujo município pertencia o bairro em crescente prosperidade, era bem distante e isso dificultava a assistência a missas, casamentos, batizados, enterros e a aquisição de muitos artigos indispensáveis ao consumo local. Tal fato levou os cidadãos José Venâncio Alves Costa e Antônio de Souza Pinto, português aqui domiciliado, a lembrarem a Joaquim Alves Costa a promessa por este de doar ao Bom Jesus alguns alqueires de Terras para a fundação de um povoado e construção de uma Capela sob a invocação daquele Santo. Realmente, conta-se que Joaquim Alves Costa, quando ainda residia em Ouro Fino, Minas Gerais, certa manhã saiu para o mato a fim de fazer uma derrubada. Era dia 6 de agosto, dia do Senhor Bom Jesus. Não fazendo casos das advertências que parentes lhe fizeram, tentando comvencê-lo de não trabalhar neste dia santificado, Joaquim Alves Costa pôs-se a derrubar uma árvore. Foi infeliz, porém, sendo por ela apanhado. Conduzido à sua casa, ficou acamado por vários dias, seriamente ferido. Fez, então, uma promessa: se sarasse, doaria ao Bom Jesus alguns alqueires de terras, das primeiras que adquirisse, para a fundação de um povoado e construção de uma capela. Acontece que quando seu filho José Venâncio Alves Costa e Antônio José de Souza Pinto lhe recordaram esta promessa, Joaquim Alves Costa ainda não possuia terras. Então seus irmãos Antonio Alves Costa, Thomaz Alves Costa e o cunhado Manoel Garcia de Oliveira chamaram para si a promessa. Concientizaram-se e doaram 15 alqueires paulistas de terras para o patrimônio da igreja do Senhor Bom Jesus. A 2 de março de 1872 a construção da capela foi contratada com João Leite de Arruda, com a contribuição de todos os moradores. Essa capela construída na base do Morro Bom Jesus, também conhecido como Morro do José Pinto, foi a Matriz da paróquia durante muitos anos, sendo demolida em 1904. Pouco tempo depois da construção da capela abria-se o cemitério na parte alta da cidade, que naquele tempo ainda era arraial. Esse cemitério serviu até 1893. em torno da capela agruparam-se algumas casas de comércio, até que em 1882 o governo provincial promulgou a Lei nº 16, datada de 8 de março, criando a freguesia e distrito de paz de Ribeirão Bonito.

As primeiras autoridades policiais nomeadas foram: subdelegado, Sebastião de Quadros Pacheco; 1º suplente, Joaõ José Guimarães; 2º suplente Dionísio de Seixas Ribeiro. Os primeiros juízes de Paz foram os cidadãos Antonio Francisco de Macedo, Francisco Luiz Simões e José Alves Delfino. Para escrivão de Paz foi nomeado o Sr. Evaristo Barbosa Caldas. Data de 1884 a criação da agência dos Correios. Nesse tempo funcionava uma escola primária a cargo do Sr. Dionísio de Seixas Ribeiro. Criada a freguesia, foi escolhido para seu primeiro vigário o Padre Antonio Alvares Guedes Vaz, que já servia como cura da localidade,e que prestou durante muitos anos assinalados serviços à comunidade. Muitos contribuíram para o progresso local as correntes imigratórias, principalmente italianas, encaminhadas para a lavoura em que predominava a cafeicultura. Ribeirão Bonito foi feito Município pelo Decreto nº 24, de 5 de março de 1890. Primeiros vereadores eleitos: Padre Antonio Alves Guedes Vaz, João Batista Montana, Manoel Rodrigues da Fonseca Melo, José Ignácio Sá Bitencourt e José Venancio Alves Costa. A 15 de março de 1892, pelo Decreto nº38, foi criado o termo de Ribeirão Bonito, sendo nomeado seu primeiro juiz municipal o Dr. João de Melo Peixoto. A 10 de setembro de 1892, pelo Decreto nº103, foi o referido termo elevado à categoria de Comarca, tendo sido nomeado juiz de direito o Dr. Alberto Júlio Pinto Pacca. A 10 de maio de 1894 foi inaugurada a estação ferroviária da Comp. Paulistas de Estradas de ferro, o que veio dar sensível impulso à vida econômica do Município.

História da cidade de RIBEIRAO BONITO SãO PAULO

A família Alves Costa originária de Ouro Fino - MG, foi quem iniciou o povoamento da região, cortada pelo curso do Ribeirão Bonito, em outubro de 1862.

Ainda em sua cidade natal, Joaquim Alves Costa havia prometido doar terras ao Senhor Bom Jesus, por ter recebido graças.

Foi ajudado no seu intento por seu filho José Venâncio Alves Costa e, um amigo português, Antônio José de Souza Pinto e, ainda, Antônio Alves Costa, Thomaz Alves Costa, Ignácio Alves Costa e Manoel Garcia de Oliveira, que cotizando-se, compraram e doaram 15 alqueires de terra para o patrimônio do Senhor Bom Jesus.

Em março de 1872, foram contratados os serviços profissionais de João Leite de Arruda para construção de uma capela, que recebeu colaboração de todos os moradores do povoado.

O patrimônio desenvolveu-se em torno da capela, passando a freguesia e Distrito de Paz de Ribeirão Bonito em março de 1882.

Com a chegada dos imigrantes, principalmente italianos, a localidade passou por grande progresso, decorrente da cafeicultura.

Em maio de 1894, a Companhia Paulista de Estradas de Ferro, inaugurou em Ribeirão Bonito a sua estação, fato de grande importância para a economia do Município.

Na segunda década deste século, Ribeirão Bonito já contava com melhoramentos públicos, como água, esgotos e iluminação elétrica.

GENTíLICO: RIBEIRãO-BONITENSE

FORMAçãO ADMINISTRATIVA

Distrito criado com a denominação de Ribeirão Bonito, por Lei Provincial no 16, de 08 de março de 1882, no Município de Brotas.

Elevado à categoria de vila, por Decreto Estadual nº 24, de 5 de março de 1890, desmembrado de Brotas. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 20 de junho de 1893.

Cidade por Lei Estadual nº 1038, de 19 de dezembro de 1906.

Lei no 1032, de 14 de dezembro de 1906, cria o Distrito Guarapiranga e incorpora ao Município de Ribeirão Bonito.

Em divisão administrativa referente a 1911, o Município de Ribeirão Bonito se compunha de 2 Distritos: Ribeirão Bonito e Guarapiranga,

Assim permanecendo em divisão administrativa referente ao ano de 1933.

Decreto no 6950, de 06 de fevereiro de 1935, cria o Distrito de Santa Clara e incorpora ao Município de Ribeirão Bonito.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decretolei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Ribeirão Bonito compreende o único termo judiciário da comarca de Ribeirão Bonito e se divide em 3 Distritos: Ribeirão Bonito, Guarapiranga e Santa Clara.

Pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, o Município de Ribeirão Bonito perdeu parte do território do extinto Distrito de Santa Clara, para o Município de Dourado,e o Distrito de Ribeirão Bonito adquiriu parte do território do extinto Distrito de Santa Clara, do mesmo Município.

Em 1939-1943, o Município de Ribeirão Bonito é composto dos Distritos de Ribeirão Bonito e Guarapiranga, e é termo da comarca de Ribeirão Bonito , formada de 1 único termo, Ribeirão Bonito, termo este composto de 3 Municípios: Ribeirão Bonito, Boa Esperança e Dourado.

Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Ribeirão Bonito ficou composto dos Distritos de Ribeirão Bonito e Guarapiranga, e constitui o único termo judiciário da comarca de Ribeirão Bonito a qual é formada pelos Municípios de Ribeirão Bonito, Boa Esperança do Sul e Dourado. Permanece formado dos Distritos de Ribeirão Bonito e Guarapiranga, comarca de Ribeirão Bonito.

Nos quadros territoriais fixados pelas Leis Estaduais nos 233, de 24-XII-1948 e 2456, de 30-XII-1953 para vigorar, respectivamente, nos períodos 1949-1953 e 1954-1958.

Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído de 2 Distrito: Bibeirão Bonito e Guarapiranga.

Assim permanecendo em divisão terriorial datada de 15-VII-1999.

Fonte: IBGE

Código do Município

3542909

Gentílico

ribeirão-bonitense

Prefeito

FRANCISCO JOSE CAMPANER

População
População estimada [2018]13.137 pessoas  
População no último censo [2010]12.135 pessoas  
Densidade demográfica [2010]25,73 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,2 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]2.005 pessoas  
População ocupada [2016]15,4 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]29,2 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,7 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,6  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,5  
Matrículas no ensino fundamental [2017]1.623 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]472 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]128 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]39 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]8 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]2 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]17.422,70 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]84,3 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,712  
Total de receitas realizadas [2017]37.513,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]33.541,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]18,18 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,5 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]7 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]471,553 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]92,2 %  
Arborização de vias públicas [2010]97,8 %  
Urbanização de vias públicas [2010]22,6 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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