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Porto Ferreira - São Paulo



Porto Ferreira faz parte do estado de São Paulo localizado na microrregião de Pirassununga a uma latitude 21º51′14" sul e a uma longitude 47º28′45" oeste, à margem do rio Moji-Guaçu, estando a uma altitude de 549 metros. A população avaliada em 2006 era de 54.048 habitantes. Possui uma área de 243,906km².

A origem de Porto Ferreira aponta para o idos anos de 1860. Nas margens do rio Moji-Guaçu, inicialmente pelas proximidades do Ribeirão dos Patos e, em seguida, transferida para próximo da foz do Rio Corrente, exerceu atividade, a Balsa que efetuava a travessia de passageiros e mercadorias. O responsável por este porto fluvial, foi o Balseiro João Inácio Ferreira, o qual, emprestou seu nome à cidade que futuramente se formou Porto Ferreira. No dia 6 de julho de 1877, faleceu, aos 62 anos de idade, o Balseiro João Inácio Ferreira. Todo o Vale do Mogi foi habitado pelos índios "Painguás" ou "Paiaguás", da grande família Tupi-Guarani, que tinham algumas aldeias em terras onde veio a se constituir o município de Porto Ferreira. Em 1870, o mineiro Vicente José de Araújo, acompanhado da família, comprou terras nas margens do córrego do Amaros, instalando uma serraria movida pela força daquelas águas, razão pela qual, o córrego, mais tarde, passou a ser denominado Serra D′Àgua. A origem de Porto Ferreira, encontra assim, duas teorias básicas divididas entre seus historiadores: a que aponta um nascimento espontâneo pela ação de fatores que acabaram gerando a necessidade de criar um lugarejo neste local, dentre os quais, a atividade do próprio Balseiro João Ferreira; e a outra corrente, que outorga a Vicente José de Araújo, o mérito pelo surgimento do município. Em qualquer uma delas, é certo que a Balsa foi a semente de Porto Ferreira, cidade que germinou, no entanto, com a chegada da estrada de ferro, oficialmente inaugurada em 15 de Janeiro de 1880, pela Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais, com o firme propósito de atravessar o Mogi Guaçu e atingir a rica e florescente região de Ribeirão Preto, onde abocanharia rendoso frete pelo transporte de sua produção cafeeira. Este propósito, no entanto, por força de circunstâncias da época, a Companhia Paulista resolveu atingir através da atividade da navegação fluvial no Mogi Guaçu, até sua confluência com o Rio Pardo, o que fez de Porto Ferreira, um importante entreposto hidro-ferroviário, grande responsável pelo povoamento e consequente florescimento do município. Criada pela Lei Provincial nº 3, de 9 de fevereiro de 1888, subordinada a Descalvado. Com a denominação genérica de Distrito de Paz, Porto Ferreira foi desanexado de Descalvado e passou a pertencer ao município de Pirassununga, pela Lei Estadual nº 110, de 1 de outubro de 1892. As primeiras divisas de Porto Ferreira foram estabelecidas pelo Decreto n.º 183, de 29 de maio de 1891. Porto Ferreira conseguiu sua emancipação político-administrativa pela Lei Estadual n.º 424, de 29 de julho de 1896, sendo o novo município, solenemente instalado no dia 25 de dezembro do mesmo ano. Criada pela Lei n.º 5285, de 29 de dezembro de 1958, foi instalada a Comarca no dia 19 de outubro de 1963.

O município de Porto Ferreira, estado de São Paulo, Brasil, possui área de 244km², e está localizado em posição noroeste em relação a capital do Estado, na zona fisiográfica de Piracicaba.

História da cidade de PORTO FERREIRA - SãO PAULO

Todo o Vale do Mogi foi habitada pelos índios "Painguás" ou "Paiaguás", da grande família Tupi Guarani, que tinham algumas aldeias em terras onde veio a se constituir o município de Porto Ferreira.

A origem de Porto Ferreira aponta para o idos anos de 1860. Nas margens do rio Mogi Guaçu, inicialmente pelas proximidades do Ribeirão dos Patos e, em seguida, transferida para próxima da foz do Rio Corrente, exerceu atividade, a Balsa que efetuava a travessia de passageiros e mercadorias. O responsável por este porto fluvial, foi o Balseiro João Inácio Ferreira, o qual, emprestou seu nome à cidade que futuramente se formou: Porto Ferreira.

Em 1870, o mineiro Vicente José de Araújo, acompanhado da família, comprou terras nas margens do córrego do Amaros , instalando uma serraria movida pela força daquelas águas, razão pela qual, o córrego, mais tarde, passou a ser denominado Serra D′água.

A origem de Porto Ferreira, encontra assim, duas teorias básicas divididas entre seus historiadores: a que aponta um nascimento espontâneo pela ação de fatores que acabaram gerando a necessidade de criar um lugarejo neste local, dentre os quais, atividade do próprio Balseiro João Ferreira; e a outra corrente, que outorga a Vicente Jose de Araújo, o mérito pelo surgimento do município. Em qualquer uma delas, é certo que a balsa foi a semente de Porto Ferreira, cidade que germinou no entanto, com a chegada da estrada de ferro, oficialmente inaugurada em 15 de janeiro de 1880, pela Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais, com o firme propósito de atravessar o Mogi Guaçu e atingir a rica e florescente região de Ribeirão Preto, onde abocanharia rendoso frete pelo transporte de sua produção cafeeira. Este propósito, no entanto, por força de circunstâncias da época, a Companhia Paulista resolveu atingir através da atividade da navegação fluvial no Mogi Guaçu, até a sua confluência com o Rio Pardo, o que fez de Porto Ferreira, um importante entreposto hidro-ferroviário, grande responsável pelo povoamento e consequente florescimento do município.

GENTíLICO: Ferreirense

FORMAçãO ADMINISTRATIVA

Criada pela Lei Provincial nº 3, de 9 de fevereiro de 1888, subordinada a Descalvado

Com a denominação genérica de Distrito de Paz, Porto Ferreira foi desanexado de Descalvado e passou a pertencer ao município de Pirassununga, pela lei Estadual nº 110, de 01 de outubro de 1892.

As primeiras divisas de Porto Ferreira foram estabelecidas pelo Decreto n º 183, de 29 de maio de 1891.

Município: Porto Ferreira conseguiu sua emancipação político-administrativa pela lei Estadual n º 424 de 29 de julho de 1896, sendo o novo município, solenemente instalado no dia 25 de dezembro do mesmo ano.

Comarca: criada pela Lei nº 5285, de 29 de dezembro de 1958, foi instalada a Comarca no dia 19 de outubro de 1963.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto Ferreira

Autor do Histórico: MARILEIA PULTZ

Código do Município

3540705

Gentílico

ferreirense

Prefeito

RÔMULO LUÍS DE LIMA RIPA

População
População estimada [2018]55.787 pessoas  
População no último censo [2010]51.400 pessoas  
Densidade demográfica [2010]209,88 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,3 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]17.126 pessoas  
População ocupada [2016]31,1 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]29,4 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,3  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,3  
Matrículas no ensino fundamental [2017]6.648 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]1.530 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]386 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]182 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]19 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]9 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]31.674,93 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]64,6 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,751  
Total de receitas realizadas [2017]184.541,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]158.623,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]14,42 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,6 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]21 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]244,906 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]98,8 %  
Arborização de vias públicas [2010]97,4 %  
Urbanização de vias públicas [2010]23,5 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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