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Poá - São Paulo



Poá faz parte do estado de São Paulo, localizado na mesorregião metropolitana de São Paulo e na microrregião de Mogi das Cruzes. A população em 2010 segundo o Censo demográfico é 106.033 habitantes e a área é de 17km², o que resulta numa densidade demográfica de 6.627,06 hab/km². É considerada uma estância hidromineral e turística.

Poá é um dos onze municípios paulistas considerados estâncias hidrominerais pelo estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por lei estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do estado para o desenvolvimento do turismo regional. Além disto o município adquire o direito de agregar junto ao seu nome o título de estância hidromineral, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais. O principal setor da economia de Poá é o de serviços, já que a instalação de indústrias poluentes foi dificultada a partir de 1970, ano em que se tornou estância. Em território, é um dos menores municípios do estado de São Paulo (maior apenas que Águas de São Pedro e São Caetano do Sul). A verticalização do centro da cidade é desestimulada, com o intuito de preservar o clima interiorano que a cidade possui, com ruas estreitas e a preservação de vários prédios antigos.

Mesmo não sendo o mais rico da região (considerando-se o PIB), Poá supera seus vizinhos em vários indicadores sociais, sinalizando portanto que o crescimento econômico de Poá é mais igual e sustentável que em outras cidades, e que sua população possui qualidade de vida melhor, se valendo de equipamentos públicos (escolas, parques e unidades de saúde) melhores e potencial de consumo médio e uniforme. Nos últimos anos o município acumulou bons resultados em índices sociais, como o Índice de desenvolvimento humano (IDH), o Índice de desenvolvimento infantil (IDI) e o Índice de desenvolvimento da educação básica (IDEB); neles, Poá supera todos os municípios da região. Em 2007 foi considerada uma das cidades mais seguras da Grande São Paulo, mais precisamente a 5ª, atrás apenas de São Caetano do Sul, Barueri, Caieiras e Mogi das Cruzes.

História da cidade de POá SãO PAULO

Nos primeiros anos de seiscentismo, quando começou o desenvolvimento do lugarejo de Moji das Cruzes, surgiu uma outra povoação de caráter dispersivo, na área do atual Município de Poá, então conhecida por Guaió, devido ao ribeirão homônimo que atravessa a localidade. As primeiras sesmarias foram concedidas a Maria Alvares (1609), Bartolomeu Bueno (1611) e seu filho Amador Bueno (1611).

Em pouco tempo, o lugar tornou-se devoluto. Pois seus moradores transferiram-se assim , em 1621, estas terras foram concedidas aos padres do Convento de Nossa Senhora do Carmo da Capital, vulgarmente, conhecido como Carmelitas, que agregando outras terras na paragem de Embiacica (atual Itaim Paulista), formavam uma das mais prósperas fazendas do Planalto.

Durante o século XVII, a região em torno da Vila de Moji teve um certo surto agrícola, contudo, em franca decadência por volta de 1830, e para evitar a queda populacional, o Governo Provincial reabriu a atinga estrada de Guaió com Santos.

Cruzava esta estrada um caminho de ligação de Moji a Itaquaquecetuba. Assim, a região passou a ser conhecida por Poá, topônimo que foi explicado pelo francês Millet de Saint Adolphe ("Dicionário Geográfico e Histórico do Império do Brasil", 1845), como "lugar de apartamento de caminhos, encruzilhada da estrada de Moji das Cruzes para Itaquaquecetuba ou para Guaió". Estudos de João Mendes de Almeida define-o como corruptela de "Piâ", significando "apartamento de caminho".

O local já tinha denominação distinta, porém sem nenhum núcleo de povoamento. O Governo tomou providências em povoá-lo a partir da solução definitiva da questão dos limites entre as vilas de Moji das Cruzes e São Paulo, que vinham prejudicando seu desenvolvimento, desde meados do século XVII. Outra medida fundamental foi a implantação da antiga estrada ligando São Paulo ao Rio de Janeiro. Porém a colonização efetiva deu-se somente a partir do Brasil, em 1875, e o núcleo urbano com a instalação da Estação de Poá, em abril de 1891.

A pequena Parada que servia as povoações de itaquaquecetuba, Arujá, Santa Isabel, Suzano e outras, começou a receber seus primeiros habitantes em seembro de 1890, auxiliados pelo Cel. Benedito José de Almeida, então Presidente da Câmaa de Moji das Cruzes. Constam como pioneiros: José Boinn, João José de Godoy, Paulo Augusto de Miranda, Antônio Alves, Narciso Lucarini e Jorge Tomé. O Cel. Francisco Inácio da Silva, vindo em 1897, adquiriu terras e dotou o patrimônio de melhoramentos públicos, tais como abertura de ruas.

Por iniciativa de Sebastião Ferreira dos Santos, que se fixou em Poá em 1912, foi criado o Distrito Policial em 1913. Isso deu novo impulso ao progresso do povoado que na época iniciou o cultivo de uvas introduzido por Tito Temporim, e mais tarde, a indústria vinícola. Outra indústria marcante no desenvolvimento poaense foi a instalação da "Cerâmica Poá", atual B.R.R., pelo Comendador Antônio de Camollis.

Nos primeiros anos da década de 1910, surgiu em terrenos do atual Abrigo Batuira, uma pequena capela dedicada à Santa Cruz que, presume-se, foi construída por Albina Maria de Jesus. Esta capela foi substituída, em 1917, por outra dedicada à Nossa Senhora de Lourdes - iniciativa de Sebastião Ferreira dos Santos.

época marcante na vida poaense ocorreu por volta de 1939, quando as romarias a que atingiam média de 6000 pessoas diárias, procuravam o Padre Eustáquio Van Lieshout. Este pároco levantou a pequena gruta de Nossa Senhora de Lourdes cujas águas acreditavam serem milagrosas. Nessa Região, por volta de 1948, foi constatada a eistência de águas sulfurosas que, conforme exame técnico, são as de maior radiotividade em todo o Brasil.

Marcando o desenvolvimento industrial da região, a IBAR instalou-se em Poá, em 1942, fabricando artigos refratórios para atender à indústria siderúrgica nascente na Grande São Paulo. Outras empresas, ligadas direta ou indiretamente a esta, instalaramse no Município ampliando a área urbana que recebeu novos moradores.

GENTíLICOS: POAENSE FORMAçãO ADMINISTRATIVA

Distrito criado com a denominação de Poá, por Lei Estadual no 1674, de 03 de dezembro de 1919, no Município de Mogi das Cruzes, instalado em 13 de de março de 1920.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Distrito de Poá, figura no Município de Mogi das Cruzes.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, Planalto é Distrito Judiciário e pertencente ao Município de Mogi das Cruzes.

No quadro anexo ao Decreto-lei Estadual no 9073, de 31-XII-1938, o Distrito de Poá permanece no Município de Mogi das Cruzes.

No quadro fixado pelo Decreto-lei Estadual no 9775, de 30 de novembro de 1938, para 1939-1943, o Distrito de Poá permanece no Município de Mogi das Cruzes.

Assim figurando no quadro fixado pelo Decreto-lei Estadual no 14334, de 30 de novembro de 1944 para vigorar em 1945-1948.

Elevado à categoria de município com a denominação de Poá, por Lei Estadual no 233, de 24 de dezembro de 1948 desmembrado de Mogi das Cruzes. Constituído de 2 Distritos: Poá e Ferraz Vasconcelos. Sua instalação verificou-se no dia 26 de março de 1949.

Fixado o quadro territorial para vigorar em 1949-1953, composto de 2 Distritos: Poá e Ferraz de Vasconcelos, comarca de Mogi das Cruzes. Figura no quadro fixado pela Lei Estadual no 2456, de 30 de dezembro de 1953 para

o período 1954-1958, composto do Distrito Sede. Em virtude da elevação à categoria de Município do Distrito de Ferraz de Vasconcelos pela mesma Lei. Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído do Distrito

Sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.

Fonte: IBGE

Código do Município

3539806

Gentílico

poaense

Prefeito

GIANCARLO LOPES DA SILVA

População
População estimada [2018]116.530 pessoas  
População no último censo [2010]106.013 pessoas  
Densidade demográfica [2010]6.141,05 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,2 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]31.650 pessoas  
População ocupada [2016]27,6 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]35,9 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,6 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,2  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]16.707 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]6.457 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]941 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]456 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]51 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]24 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]37.885,61 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]40,5 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,771  
Total de receitas realizadas [2017]446.333,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]394.506,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]13,17 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,1 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]21 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]17,264 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]95,9 %  
Arborização de vias públicas [2010]73 %  
Urbanização de vias públicas [2010]21,6 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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