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Piraju - São Paulo



Piraju faz parte do estado de São Paulo.

Piraju é um dos 29 municípios paulistas considerados estâncias turísticas pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de Estância Turística, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais

Dados concretos apontam a ocupação da cidade em 1859, com a chegada da família Arruda à região, porém historiadores acreditam que município de Piraju teve seu início por volta de 1800, devido à existência de uma estrada utilizada por viajantes para chegar a algumas localidades na região. Devido a esse fato e à fertilidade da terra, alguns colonos foram tomando posse e por ali se estabelecendo.

História da cidade de PIRAJU SãO PULO

O povoamento da região iniciou-se antes de 1800, como ponto de ligação entre as províncias de São Paulo e Paraná, através de estrada cujo tráfego justificou a criação, pela Câmara Municipal de Curitiba, de um posto de pedágio no ponto de travessia do rio Paranapanema por uma balsa, no local onde está o Município de Timburi.

Dados mais concretos são registrados após 1859, com a chegada da família Arruda, que se uniu às famílias Faustino e Graciano, que já habitavam a região. Essas famílias doaram o terreno para a ,criação do patrimônio denominado São Sebastião do Tijuco Preto, cabendo a Joaquim Antônio Arruda a organização do povoado e construção da capela de São Sebastião do Tijuco Preto.

Em 1871, foi criada a Freguesia e a Paróquia instalada no ano seguinte. O nome, São Sebastião do Tijuco Preto, mantido quando a Freguesia passou a Município, em 1890, somente foi alterado para Piraju, em 1906. Conforme antigos moradores, o topônimo Piraju - derivado de "pira-yuba", significando peixe amarelo -originou-se de uma aldeia indígena assim denominada, localizada nas vizinhanças do Patrimônio.

A região desenvolveu-se rapidamente e o café, principal lavoura no Município, colocou Piraju em posição de destaque na vida econômica do País, dotando-lhe de melhoramentos urbanos, como a instalação de luz elétrica, água encanada, esgoto, telefone, bonde elétrico etc. Chegou a possuir 10% de toda energia elétrica gerada no País e, em 1906, foi inaugurado o ramal ferroviário, cuja construção foi custeada por cafeicultores de Piraju e Fartura, para permitir o escoamento de suas abundantes safras.

Mas o café foi também o responsável por duros golpes na economia da região que se baseava na monocultura. O último deles, a geada de 1975, arrasou todo o seu cafezal, deixando seus proprietários sem rendimento por longo período. Todavia, o tipo de solo apropriado, a topografia e o predomínio de pequenas e médias propriedades, incentivaram maciços investimentos na agricultura local. Modernizando suas técnicas, restaurou essa culturas, aliando-a a outras, tais como o milho, e ainda à criação de pequenos animais - aves e suínos.

GENTíLICO: PIRAJUENSE

FORMAçãO ADMINISTRATIVA

Freguesia criada com a denominação de São João do Tijuco Preto, por Decreto-Lei Estadual no 23, de 16 de março de 1871, no Município de São João Batista do Rio Verde (hoje Itaporanga).

Elevado à categoria de vila com a denominação de São Sebastião do Tijuco Preto, por Lei Provincial no 111, de 25 de abril de 1880, desmembrado de Botucatu. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 10 de janeiro de 1881.

Tomou a denominação de Piraju, por Decreto-Lei Estadual no 200, de 06 de junho de 1891.

Cidade por Lei no 1038, de 19 de dezembro de 1906.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o Município de Piraju se compõe de 5 Distritos: Piraju, Belo Monte, Santa Cruz do Palmital, Sarutaiá e Manduri.

Lei no 2092, de 20 de dezembro de 1925, cria o Distrito de São Bartolomeu e incorpora ao Município de Piraju.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município é constituído de 6 Distritos: Piraju, Belo Monte, Manduri, São Bartolomeu, Sarutaiá e Timburi (Ex-Santa Cuz do Palmital).

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-Lei Estadual no 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Piraju compreende o único têrmo judiciário da comarca de Piraju e se divide nos seguintes Distritos: Piraju, Belo Monte, Manduri, São Bartolomeu, Sarutaiá e Timburi.

Pelo Decreto-Lei Estadual no 9775, de 30 de novembro de 1938, o Município de Piraju, adquiriu parte do território do extinto Distrito de São Bartolomeu, do mesmo Município de Piraju.

Em 1939-1943, o Município é composto de 5 Distritos: Piraju, Belo Monte, Manduri, Sarutaiá e Timburi, é têrmo da comarca de Piraju formada de 1 único têrmo, êsteformado por 3 Municípios: Piraju, Fartura e óleo.

Em virtude do Decreto-Lei Estadual no 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Piraju ficou composto dos 3 Distritos: Piraju, Sarutaiá, Tejupá Timburi é constituído do único têrmo judiciário da comarca de Piraju qual é formada pelos Municípios de Piraju, Fartura,Manduri e óleo.

Aparece nos quadros territoriais fixados pelas Leis nos 233, de 24-XII-1943 e 2456, de 30-XII-1953 para vigorar, respectivamente, em 1949-1953 e 1954-1958, composto dois 3 Distritos: Piraju, Sarutaiá, Manduri e Tejupá (Ex-Belo Monte).

Lei Estadual no 5285, de 18 de fevereiro de 1952, desmembra do Município de Piraju o Distrito de Sarutaiá.

Lei Estadual no 8092, de 28 de fevereiro de 1964, desmembra do Município de Piraju o Distrito de Tejupá.

Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído do Distrito Sede.

Lei Estadual no 4954, de 27 de desmembra de 1985, cria o Distrito de Tibiriçá do Paranapanema e incorpora ao município de Piraju.

Em divisão territorial datada de 15-VII-1997, o município é constituído de 2 Distritos: Piraju e Tibiriçá do Paranapanema.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.

Fonte: IBGE

Código do Município

3538808

Gentílico

pirajuense

Prefeito

JOSE MARIA COSTA

População
População estimada [2018]29.741 pessoas  
População no último censo [2010]28.475 pessoas  
Densidade demográfica [2010]56,44 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,0 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]6.498 pessoas  
População ocupada [2016]21,9 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]29,6 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,3 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,3  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5,3  
Matrículas no ensino fundamental [2017]3.401 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]1.229 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]277 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]142 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]18 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]9 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]20.256,69 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]79,1 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,758  
Total de receitas realizadas [2017]88.015,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]80.339,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]12,66 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]3,6 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]11 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]504,591 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]89,9 %  
Arborização de vias públicas [2010]90,5 %  
Urbanização de vias públicas [2010]52,2 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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