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Franca - São Paulo



Franca é uma cidade no interior do estado de São Paulo, sede da microrregião de Franca (14ª Região Administrativa de São Paulo) e a 74ª maior cidade brasileira. Encontra-se a 20º32′19" de latitude sul e 47º24′03" de longitude oeste, distante 401 km da capital estadual e a 676 km de Brasília. Possui uma área de 607,333km², dos quais 84,571km² estão em zona urbana, e sua população estimada em 2012 é de 323.307 habitantes. É conhecida em todo Brasil como A Capital Nacional do Calçado Masculino.

A história da região denominada Sertão do Capim Mimoso próxima aos Rio Pardo e rio Sapucaí tem início com os bandeirantes: a partir da bandeira do Anhanguera (o filho), em 1722, que construiu o "Caminho de Goiás", ou "Estrada dos Goiases" que ligava a cidade de São Paulo até as minas de ouro de Goiás, que naquela época pertencia à Capitania de São Paulo.

Começam a surgir, a partir de então, os famosos "pousos" de tropeiros, locais onde os paulistas paravam para descansar - eles e os animais de carga -, durante as viagens que faziam em sua busca pelo ouro no interior do Brasil. O pouso que deu origem à cidade de Franca era conhecida, na época, pelos bandeirantes, por "Pouso dos Bagres".

História da cidade de FRANCA SãO PAULO

A princípio, o caminho entre os sertões do Brasil Central e o litoral era o vale do São Francisco. Por ali os goianos transportavam seus rebanhos. Desavenças entre paulistas e emboabas, no início do século XVIII, forçaram alteração na rota seguida pelos bandeirantes, daí advindo a abertura da Estrada do Sal, que, desviando para o sul o comércio do gado, deslocou para São Paulo o eixo de influência daquelas regiões. Franca, anteriormente Arraial Bonito do Capim Mimoso, deve sua origem a esses fatos. Mineiros que vinham das zonas de garimpo e criação ( século XVIII), como encontrassem condições favoráveis, permaneceram à beira do caminho dedicando-se especialmente à criação do gado vacum. Depois, impelidos pela falta d′água, alguns "entrantes", que se haviam estabelecido em covas emigraram para nova aglomeração até que, em princípio do século XIX, abandonando seu sítio primitivo, aumentando o número de habitantes do agrupamento.

Com o correr do tempo, o Arraial, devido à sua posição geográfica, foi ganhando importância comercial. O sul paulista, essencialmente agrícola, e o sertão central, criador de gado, tinha um ponto de contato em Franca, que não tardou em transformar-se em entreposto, fornecendo sal - o chamado sal de Franca - para toda a região central.

O desbravamento do sertão paulista e, depois de 1870, a abertura do rio Paraguai ao comércio das províncias brasileiras, mudaram o curso do transporte daquele produto para uma via mais econômica, provocando a decadência dessa fase comercial do Município.

A inauguração da estação da Mogiana em Franca, ainda na segunda metade do século XIX (1887) abril, no entanto novo ciclo no seu desenvolvimento. Como todo o interior, até a chegada da Estrada de Ferro, possuía uma indústria rudimentar e caseira, suficiente para suas próprias necessidades. Com a inauguração dos trilhos, passou a concentrar novamente o comércio entre São Paulo e Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais. Foi a época do apogeu da cultura cafeeira, causa da expanção ferroviária.

Ainda no decurso dos primeiros vinte anos do século XX, continuaria a expansão das estradas de ferro, servindo às regiões mais antigas do Estado. Por toda a zona a que pertence Franca, o estacionamento da rede ferroviária e o volume da produção cafeeira coincidem, mantendo-se mais ou menos constantes depois de 1920. Intensificando o preparo de cafés finos, o Município fez face à crise, suportando mesmo a concorrência das zonas mais novas.

A policultura foi então introduzida e com ela o algodão, o tungue, a batata. Por seu turno, a criação progrediu consideravelmente, tornando-se conhecida a região como reprodutora do zebu, o que motivou mesmo a transformação de alguns cafezais em pastagens.

Desse modo, Franca evoluiu de entreposto comercial para a monocultura do café, tendendo depois para a associação da policultura com a indústria.

Atualmente, é de destacar-se além da pecuária e de sua produção de café, a indústria de couros (principalmente calçados).

GENTíLICO: FRANCANO

FORMAçãO ADMINISTRATIVA

Freguesia criada com a denominação de Franca em 1804, no Município de Mogi-Mirim.

Elevado à categoria de vila com a denominação Franca d′El Rey, por Portaria Provisória de 31 de outubro de 1821, desmembrado de Mogi-Mirim. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 28 de novembro de 1824.

Portaria de 14 de Outubro de 1823 altera a denominação de Franca d′el Rey, para Franca.

Lei Provincial nº 21, de 24 de abril de 1856, concedeu foros de Cidade à Sede Municipal.

Lei Provincial no 496, de 05 de maio de 1897, cria o Distrito de São José da Bela Vista e incorpora ao Município de Franca.

Lei Estadual no 1202, de 28 de julho de 1910, cria o Distrito de Cristais e incorpora ao Município de Franca.

Lei Estadual no 1266, de 28 de novembro de 1911, cria o Distrito de Restinga e incorpora ao Município de Franca.

Controvertida a criação do Distrito de Ribeirão Corrente. Segundo uns, teve sua origem nas Leis Estaduais nºs 408 e 1218, de 8 de julho de 1896 e 24 de outubro de 1910 respectivamente, e segundo outros, foi criado com Sede na povoação de Ponte Nova, a 8 de julho de 1896. De acordo com a citada Lei nº 408 é transferido para a povoação de Ribeirão Corrente, em 24 de outubro de 1910, pela Lei Estadual nº 1218, também citada.

Em Divisão Administrativa de 1911, o Município de Franca figura com 5 Distritos: Franca, José da Bela Vista, Ribeirão Corrente, Cristais e Restinga.

A Lei Estadual nº 1652, de 8 de outubro de 1919, criou o Distrito de Ponte Nova. Este, por efeito da Lei nº 2148, de 26 de novembro de 1926, passou a chamar-se Jeriquara.

Seis eram os Distritos na Divisão Administrativa de 1933: Franca, São José da Bela Vista, Ribeirão Corrente, Cristais, Restinga e Jeriquara.

Nas Divisões Administrativas de 1936 e 1937 figuravam esses mesmos Distritos mais o de Estação, criado por Decreto de 10 de julho de 1934.

No quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município era integrado pelos Distritos acima citados, exceto o de Estação, que apareceu como 2ª zona do Distrito-sede, sendo a 1ª A de Franca.

O Decreto-lei nº 14334, que fixou o quadro da divisão territorial judiciário - administrativa do Estado para o período de 1945-1948, fez apenas duas modificações: o Distrito-sede deixou de ter 2 zonas, para ter 2 subdistritos: 1º, Franca e 2º, Estação e a Distrito de Cristais passou a denominar-se Guapuã.

A Lei nº 233, de 24 de dezembro de 1948, elevou o Distrito de São José da Bela Vista à categoria de Município e fixou o quadro territorial para vigorar no período de 1949-1953, que ficou assim constituído: Franca, Ribeirão Corrente, Guapuã, Restinga Jeriquara e 1º e 2º subdistritos, situação que permaneceu na Divisão administrativa fixada pela Lei nº 2456, de 30 de dezembro de 1953, e vigente no período de 19541958.

A Lei Estadual nº 5285, de 18 de fevereiro de 1959, desmembra do Município de Franca o Distrito de Guapuã.

Assim permanecendo em Divisão Territorial de 01-VII-1960.

Lei Estadual nº 8092, de 28 de Fevereiro de 1964, desmembra do Município de Franca os Distritos de Ribeirão Corrente, Restinga e Jeriquara.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído do Distrito Sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.

ALTERAçõES TOPONíMICAS MUNICIPAIS

Franca d′el Rey para Franca, teve sua denominação alterada por Portaria de 14 de outubro de 1823.

Fonte: IBGE

Código do Município

3516200

Gentílico

francano

Prefeito

GILSON DE SOUZA

População
População estimada [2018]350.400 pessoas  
População no último censo [2010]318.640 pessoas  
Densidade demográfica [2010]526,09 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]102.474 pessoas  
População ocupada [2016]29,7 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]27,4 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,2 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]7.1  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4.9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]39.490 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]15.319 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]2.493 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]1.013 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]126 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]55 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]28.108,23 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]56,8 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.780  
Total de receitas realizadas [2017]720.800,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]693.765,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]9,73 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,2 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]52 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]605,679 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]98,5 %  
Arborização de vias públicas [2010]88,2 %  
Urbanização de vias públicas [2010]56,7 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Comentários (1)

  1. Thiago's avatarThiago

    Uma ótima cidade para morar

    #1 – 03/11/2017 - 15:15

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