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Cravinhos - São Paulo



Cravinhos faz parte do estado de São Paulo.

Em 1876, a fazenda Cravinhos foi comprada pelos irmãos Pereira Barreto por ser uma região profícua ao plantio do café. O nome Cravinhos provém do fato de que em tal fazenda havia uma plantação de cravinas, pequenos cravos. Em 27 de abril de 1893, Cravinhos foi criado como distrito do município de Ribeirão Preto. Foi desmembrado de Ribeirão Preto em 1897, sendo instalado no ano seguinte.

Encontra-se a uma latitude 21º20′25" sul e a uma longitude 47º43′46" oeste, estando a uma altitude de 788 metros. A população avaliada em 2008 era de 30.647 habitantes.

História da cidade de CRAVINHOS SãO PAULO

Os irmãos Pereira Barreto, procedentes de Resende RJ, adquiriram em 1876, a fazenda Cravinhos, de propriedade de Antônio Caetano, nas redondezas de Ribeirão Preto. Procederam à derrubada das matas e iniciaram o plantio de café, cultura predominante da época.

Em 1880, com a abertura das estradas de rodagem ligando as fazendas Boa Esperança ( atual São Francisco ) e Chimborazo ( atual Santa Virgínia ), grande foi a afluência de pessoas que ali chegaram para

o plantio de café, também motivados pelo artigo, em estilo publicitário, publicado várias vezes no jornal "A Província" ( hoje " O Estado de São Paulo" ), pelo Dr. Luiz Pereira Barreto, ressaltando a fertilidade das terras da região das Cravinas.

Santos Lopes, engenheiro da Companhia Mogiana da Estrada de Ferro, em 1880, iniciou a construção do prolongamento dos trilhos da Estrada de Ferro, que entrou em funcionamento três anos depois, ligando a fazenda Cravinhos à Capital do Estado.

Nessa ocasião, chegou ao pequeno povoado, Francisco Rodrigues dos Santos Bonfim que, construindo várias casas chegou a formar uma rua, que até os dias atuais conserva o seu nome, Bonfim. Em 1887, foi construída uma igreja, sob a égide de São José do Bonfim (atualmente São Benedito), por iniciativa de Francisco Rodrigues dos Santos Bonfim. Além da família Pereira Barreto, contribuíram para o progresso do povoado, João Evangelista Nogueira e José Alves Guimarães Júnior. Em 1893, foi criado o Distrito de Paz de Cravinhos, mantendo o mesmo nome da fazenda que lhe deu origem.

GENTíLICO: CRAVINHENSE

FORMAçãO ADMINISTRATIVA

Distrito criado com a denominação de Cravinhos, por Lei Estadual no 125, de 27 de abril de 1893, no Município de Ribeirão Preto.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Cravinhos, por Lei Estadual no 511, de 22 de julho de 1897, desmembrado de Ribeirão Preto. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 30 de janeiro de 1898.

Cidade por Lei Estadual nº 1038, de 19 de dezembro de 1906.

Em divisão administrativa do Brasil referente ao ano de 1911, o Município de Cravinhos se compunha do Distrito Sede.

Lei Estadual no 1316, de 28 de agôsto de 1912, cria o Distrito de Serrinha e incorpora ao Município de Cravinhos.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Cravinhos compõe-se de 2 Distritos: Cravinhos e Serrana (ex-Serrinha).

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decretolei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Cravinhos pertence ao termo judiciário de Ribeirão Preto, da comarca de Ribeirão Preto, e se divide em 2 Distritos: Cravinhos e Serrana (ex-Serrinha).

No quadro fixado, pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, para 1939-1945, o Município de Cravinhos é composto dos Distritos de Cravinhos e Serrana, e pertence ao termo de Ribeirão Preto, da comarca de Ribeirão Preto.

Lei Estadual no 233, de 24 de dezembro de 1948, desmembra do Município de Cravinhos o Distrito de Serrana.

Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Cravinhos ficou composto dos Distritos de Cravinhos e Serrana, e pertence ao termo e comarca de Ribeirão Preto.

Figura no quadro territorial para vigorar no período de 1949-1953, apenas com o Distrito Sede.

Assim permanece no fixado pela Lei Estadual nº 2456, de 30-XII-1953, para 1954-1958.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do Distrito Sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.

Fonte: IBGE

Código do Município

3513108

Gentílico

cravinhense

Prefeito

JOSÉ CARLOS CARRASCOSA DOS SANTOS

População
População estimada [2018]34.998 pessoas  
População no último censo [2010]31.691 pessoas  
Densidade demográfica [2010]101,77 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]3,4 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]9.768 pessoas  
População ocupada [2016]28,4 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]29,1 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,7  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,6  
Matrículas no ensino fundamental [2017]4.099 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]1.129 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]281 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]107 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]12 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]6 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]30.163,95 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]64,6 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,756  
Total de receitas realizadas [2017]131.081,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]111.135,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]12,22 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,2 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]4 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]311,423 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]97,9 %  
Arborização de vias públicas [2010]98,6 %  
Urbanização de vias públicas [2010]41,4 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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