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Catanduva - São Paulo



Catanduva é uma cidade no interior do estado de São Paulo. Fundado em 14 de abril de 1918,. encontra-se a uma latitude 21°816 sul e a uma longitude 48°5822 oeste, a 384 km da capital paulista. Tem altitude média de 503 metros. Sua população em 2010 era de 112820 habitantes (IBGE). É a 44ª melhor cidade do país segundo o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) de 2011.

Sua economia é baseada no comércio, prestação de serviços, indústrias diversas e agricultura. Possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,834 (PNUD/2000). É a 2ª maior cidade da região noroeste do estado de São Paulo, a 60ª maior do estado e a 235ª maior cidade do país.

Até hoje ninguém sabe quem fundou Catanduva, mas crê-se em duas histórias, tendo em base que seu 1º nome era "Cerradinho", uma pequena vila construída às margens do rio São Domingos. As histórias são:

História da cidade de CATANDUVA - SãO PAULO

Catanduva é um brasileirismo que designa mato serrado. Segundo a tradição local o topônimo referido derivou-se da existência de mato rasteiro ou campo cerrado na área onde se localizou a cidade. Embora esteja Catanduva situada numa rica faixa de terra, própria para o cultivo cafeeiro e cereal, a paisagem vegetal característica da média araraquarense, notadamente, entre aquela cidade e São José do Rio Preto é a de arbustos, espinhos e plantas rasteiras, justificando sua denominação.

Entretanto, Catanduva, não foi o nome de batismo da cidade que haveria de ser uma das mais progressistas da região araraquarense. Desde sua fundação outros nomes lhe foram atribuídos.

Não se sabe com exatidão quais os fundadores do antigo Cerradinho, humilde e rústica povoação construída as margens do ribeirão São Domingos, afluente do rio Turvo. Já ouve uma manifestação pública dos velhos moradores de Catanduva procurando atribuir a glória da fundação da cidade a Antônio Maximiano Rodrigues. Para estes, Antônio Maximiano Rodrigues, natural de Conceição do Rio Verde no estado de Minas Gerais teria adquirido terras na região de Catanduva, por volta de 1850, e nelas se estabelecendo em 1892, quando fez a doação de 10 alqueires de sua propriedade para o patrimônio da paróquia São Domingos, batizada com o nome, já mencionado, de Cerradinho, por se encontrarem tais terras encravadas na fazenda de São Domingos do Cerradinho.

Em contraposição há outra corrente que tem propugnado pelo nome também venerável de Joaquim Figueiredo como verdadeiro fundador do povoado de Cerradinho. Segundo estes, José Lourenço Dias Figueiredo, vindo de Minas Gerais, teria comprado propriedades nessa região, no ano de 1950.

Em 1889, seu filho, Joaquim Figueiredo, tomando posse das terras, iniciou as plantações e o cultivo das mesmas, quando então se construiu a primeira casa de telhas. Outros, ainda optam pelo nome de Domingos Borges da Costa (vulgarmente conhecido por Minguta), velho carioba destas plagas que se radicou nas cercanias da população nascente, a beira de um riacho o qual conserva o seu apelido. Indiscutivelmente, pairam duvidas quanto aos primórdios históricos da comunidade catanduvense.

Por muito tempo, a paróquia de São Domingos do Cerradinho permaneceu como um povoado restrito e inexpressivo. A imperial estrada do Taboado, que de Jaboticabal se aprofundava pelo alto sertão passando por Monte Alto, Vista Alegre, Palmares Paulista (antigo Cordão Escuro), Tabapuã e São José do Rio Preto até atingir o porto do Tabuado no rio Paraná, era a principal via de penetração, naquela época absorvendo todo o movimento comercial da região. Aquelas povoações, antigas pousadas de carreiros e mercadores, transformaram-se rapidamente em prósperos entrepostos comerciais. Por força desse determinismo geográfico, Cerradinho tornou-se tributária de Cordão Escuro. Mas, quando a ferrovia veio abrir novos rumos à civilização, a insignificante povoação de Cerradinho tomou um novo alento, transferindo para si o eixo comercial de toda a região. Aqueles antigos pontos de pousada de tropeiros e carreiros disseminados ao longo do Taboado, são, no evolver histórico, superados, passando a simbolizar um período econômico do passado.

Antes mesmo da chegada da estrada de ferro Araraquara, em 1910 foi criado o distrito de paz no município de São José do Rio Preto, pela lei nº 1188, de 16 de dezembro de 1909, com a denominação de Vila Adolfo, em homenagem a um político influente de Rio Preto, Coronel Adolfo. Desde então o progresso urbano do distrito foi extremamente rápido, prendendo-se ao desenvolvimento econômico da fértil zona rural. O cultivo do café predominantemente adotado, as penetrações ferroviárias por intermédio da estrada de ferro Araraquara, com a assistência médica hospitalar e educacional com a qual a florescente vila ia sendo dotada constituíram fatores decisivos para a evolução progressiva da área urbana. Assim em 14 de novembro de 1917, pela lei nº 1564 foi elevado a município com o nome de Catanduva e instalado a 14 de abril de 1918.

Dois anos depois, pela lei nº 1675-B, de 19 de dezembro de 1919, foi criada a comarca de Catanduva atestando seu rápido desenvolvimento.Em 1958 constava de 3 distritos de paz: Catanduva, Elisiário (lei 1935 de 29 do 11 de 1923) e Catiguá (decreto 9775 de 30 do 11 de 1938).

GENTíLICO: CATANDUVENSE

FORMAçãO ADMINISTRATIVA

Distrito criado com a denominação de Vila Adolfo, por Lei Estadual nº 1188, de 16 de dezembro de 1909, no Município de Rio Preto.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, Vila Adolfo figura como Distrito do Município de Rio Preto.

Elevado à categoria de Município com a denominação de Catanduva, por Lei Estadual nº 1564, de 14 de novembro de 1917, desmembrado de Rio Preto. Constituída do Distrito Sede, sua instalação verificou-se no dia 14 de abril de 1918.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Catanduva e constituído de 3 Distritos: Catanduva, Catupiry e Elisário.

Em divisões territoriais datadas de 31-12-1936 e 31-12-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Catanduva compreende o único termo judiciário da comarca de Catanduva e se divide em 5 Distritos: Catanduva, Catupiry, Elisiário, Palmares e Vila Novais.

Pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30 de novembro do ano de 1938, o Município de Catanduva adquiriu para o novo Distrito de Catiguá o território do extinto Distrito de Ibarra, do Município de Tabapuã; perdeu o Distrito de Novais (Ex-Vila Novais), para o Município de Tabapuã.

Decreto-Lei Estadual no 9775, 30 de novembro de 1938, desmembra do Município de Catanduva o Distrito de Catupiry (extinto).

Em 1939-1943, o Município de Catanduva é composto dos Distritos de Catanduva, Catiguá, Elisiário e Palmares - e é termo único da comarca de Catanduva, termo este formado por 4 Municípios: Catanduva, Ibirá, Pindorama e Tabapuã.

Decreto-Lei Estadual no 14344, de 30 de novembro de 1944 desmembra do Município de Catanduva o Distrito de Palmares. Passou a denominar-se Jaguateí e indo seu Distrito Jaguateí (ex-Palmares) incorporar ao Município de Ariranha.

Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Catanduva ficou composto dos Distritos de Catanduva, Catiguá, e Elisiário, e constitui o único termo judiciário da comarca de Catanduva, a qual é formada pelos Municípios de Catanduva, Ibirá , Pindorama e Tabapuã.

Permanece composto dos Distritos de Catanduva, Catiguá e Elisiário, comarca de Catanduva, nos quadros fixados pelas Leis Estaduais nos 233, de 24-12-1948 e 2456, de 30-12-1953 para vigorar, respectivamente, nos períodos 1949-53 e 1954-58.

Lei Estadual no 5285, de 18 de fevereiro de 1959, desmembra do Município de Catanduva o Distrito de Catiguá. Em divisão territorial datada de 1-07-1960, o Município de Catanduva é formado dos Distritos de Catanduva e Elisiário. Lei Estadual no 7644, 30 de dezembro de 1991, desmembra do Município de Catanduva o Distrito de Elisário. Em divisão territorial datada de 01-06-1995, o Município de Catanduva é constituído do Distrito Sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-07-1997.

Fonte: IBGE - Enciclopédia dos Municipios Brasileiros - Volume 28 - páginas 236 e 237.

Código do Município

3511102

Gentílico

catanduvense

Prefeito

AFONSO MACCHIONE NETO

População
População estimada [2018]121.210 pessoas  
População no último censo [2010]112.820 pessoas  
Densidade demográfica [2010]388,24 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,5 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]41.116 pessoas  
População ocupada [2016]34,2 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]27,4 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6.9  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5.2  
Matrículas no ensino fundamental [2017]12.640 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]4.078 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]732 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]439 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]36 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]22 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]32.110,65 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]52,4 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.785  
Total de receitas realizadas [2017]461.372,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]403.701,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]13,88 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,2 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]41 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]290,596 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]99,1 %  
Arborização de vias públicas [2010]98,9 %  
Urbanização de vias públicas [2010]15,1 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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