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Campos do Jordão - São Paulo



Campos do Jordão, é uma cidade localizada no interior do estado de São Paulo, mais precisamente na Serra da Mantiqueira, faz parte da recém criada Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, Sub-Região 2 de Taubaté. A cidade está a uma altitude de 1628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro, considerando-se a altitude da sede. Sua população estimada, em 2004, era de 47.903 habitantes. Dista 173km da cidade de São Paulo, 350km do Rio de Janeiro e 500km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso rodoviário é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro, que tem início em Taubaté, município localizado a 45km da cidade.

Campos do Jordão é um dos quinze municípios paulistas considerados estâncias climáticas pelo estado, por cumprirem os pré-requisitos definidos por lei estadual. Tal nomeação garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. O município também adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de estância climática, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.

Campos do Jordão é chamada de Suíça Brasileira, como estratégia de marketing e principalmente pela sua arquitetura tardia baseada em construções europeias, e pelo seu clima mais frio que a média brasileira. Por isso, a cidade recebe maior quantidade de turistas durante a estação do inverno, especialmente no mês de julho.

História da cidade de CAMPOS DO JORDãO SãO PAULO

Aproximadamente em 1720, Gaspar Vaz Cunha, "O Oyaguara", e Miguel Garcia, partiram do Vale do Paraíba e atingiram as terras hoje pertencentes ao Município de São Bento do Sapucaí, com intuito de descobrir o rumo das minas de ouro de Itagiba-MG. Gaspar Vaz da Cunha lá se estabeleceu.

Em 1771, outro aventureiro, Inácio Caetano Vieira de Carvalho, seguindo a rota deixada pelos antecessores, alcançou uma região por ele chamada Capivari ou Rocinha. Em sentido leste, Inácio Caetano alcançou outra região e, junto à margem do rio Capivari, construiu a casa grande da fazenda, batizada com o nome de Bom Sucesso.

Enquanto Inácio Caetano explorava as terras de Capivari ou Rocinha, a família Costa Manso, vinda dos lados da capitania de Minas Gerais, instalou-se na Fazenda do Campinho, na divisa de São Paulo e Minas, desenvolvendo-se na região a pecuária.

Finalmente, a família Costa Manso acabou entrando nas terras de Inácio Caetano e iniciaram-se os conflitos entres as duas famílias, obrigando Inácio Caetano a levar a questão ao capitão Juiz de Taubaté. Os Costa Manso defenderam-se, alegando também terem recebido as terras em questão, por sesmaria do Governador da capitania mineira. As queixas de cada família chegaram aos respectivos Governadores de suas capitanias, interessados na questão pelo desenvolvimento da criação de gado que seria um novo círculo econômico devido ao enfraquecimento do ciclo do ouro.

Com a morte de Inácio Caetano, enterrado entre pinheiros formando um triângulo, o que originou a representação de três pinheiros no brasão da cidade. Hipotecaram as terras ao Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão, em 1824.

A fazenda Bom Sucesso era conhecida como fazenda de Campos ou Campos do Inácio Caetano e, com sua transferência para a família Jordão, passou a ser conhecida por Campos do Jordão.

Em 1874, chegou a Campos do Jordão, Matheus da Costa Pinto, que começou logo o projeto de construções de algumas residências, pensões, casas de saúde e capela, que se denominou S.Matheus.

Foram abertas as primeiras picadas ligando Campos do Jordão a Pindamonhangaba, facilitando seu acesso. Em 1891, chegou a Campos, Domingos Jaguaribe. Comprou a fazenda Natal, que pertencera a Inácio Caetano, e dividiu-a em lotes para venda.

Pensões e hotéis começam a ser construídos, recebendo grande número de doentes para tratamento pulmonar.

Em 5 de dezembro de 1876, o primeiro trem vindo de São Paulo parou em Pindamonhangaba. O acontecimento chamou a atenção de José Inácio dos Santos Bicudo, que fundou e organizou a primeira companhia de transportes para Campos de Jordão. No começo, a viagem era feita a cavalo, porém, como a maioria dos passageiros era constituída de doentes, José Inácio idealizou um novo sistema de transporte: o "Banguês" que eram veículos puxados a cavalos ou burros, ou as liteiras que eram veículos com padiolas, espécies de cama adaptadas. O trajeto era o da atual Estrada de Ferro Campos do Jordão.

O primeiro projeto da construção da Estrada de Ferro ocorreu em 1892. Em 1911, o Dr.Emílio Ribas e Vítor Godino conseguiram, aliados a outros nomes importantes que visitavam ou tinham propriedades em Campos do Jordão, a autorização para a construção da Estrada de Ferro ligando esta cidade a Pindamonhangaba. O primeiro projeto foi de Mário Roxo, que sofreu várias alterações. Somente em 15 de novembro de 1914, foi inaugurada.

GENTíLICO: JORDALENSE

FORMAçãO ADMINISTRATIVA

Distrito criado com a denominação de Campos do Jordão, por Lei Estadual nº 1471, de 29 de outubro de 1915, no Município de São Bento do Sapucaí, com sede na Povoação de Vila Jaguaribe.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Distrito de Campos do Jordão figura no Município de São Bento do Sapucaí .

Elevado a Município, de caráter especial, pelo Decreto nº 6501, de 19 de junho de 1934, continuou pertencendo a comarca de S. Bento do Sapucaí; foi incorporado à comarca de Pindamonhangaba pelo Decreto nº 7034, de 26 de março de 1935; de novo à de S. Bento do Sapucaí pela Lei nº 2821, de 31 de dezembro de 1936.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o Município de Campos do Jordão pertence ao termo judiciário de Pindamonhangaba da comarca de Pindamonhangaba, e se divide em 2 Distritos: Campos do Jordão e Santo Antônio do Pinhal.

No quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Campos do Jordão pertence ao termo judiciário de S. Bento do Sapucaí, da comarca de S. Bento do Sapucaí, e figura com 2 Distritos: Campos do Jordão e Santo Antônio do Pinhal.

No quadro fixado, pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, para 1939-1943, o Município de Campos do Jordão é composto dos Distritos de Campos do Jordão e Santo Antônio do Pinhal, e pertence ao termo de S. Bento do Sapucaí, da comarca de S. Bento do Sapucaí.

Pelo Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, foi criada a comarca de Campos do Jordão com sede na cidade do mesmo nome, Campos do Jordão. O mesmo decreto transfere o Distrito de Santo Antonio do Pinhal para o Município de São Bento do Sapucaí.

No quadro fixado, pelo referido Decreto-lei 14334, para vigorar em 1945-1948, o Município de Campos de Jordão ficou composto de 1 só Distrito, Campos do Jordão e constituiu o único Município e o único termo judiciário da comarca de Campos do Jordão. Permanece composto apenas de 1 Distrito, Campos do Jordão, comarca de Campos do Jordão.

Nos quadros territoriais fixados pelas Leis Estaduais nos 233, de 24-XII-1948 e 2456, de 30-XII-1953 para vigorar, respectivamente, nos períodos 1949-53 e 1954-58, o Município é formado do Distrito Sede.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o Município é constituído do Distrito Sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1997.

Fonte: IBGE

Código do Município

3509700

Gentílico

jordanense

Prefeito

FREDERICO GUIDONI SCARANELLO

População
População estimada [2018]51.763 pessoas  
População no último censo [2010]47.789 pessoas  
Densidade demográfica [2010]164,76 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,0 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]14.631 pessoas  
População ocupada [2016]28,6 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]30,6 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5  
Matrículas no ensino fundamental [2017]6.906 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]1.977 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]444 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]127 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]26 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]6 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]23.400,87 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]61 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,749  
Total de receitas realizadas [2017]196.830,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]180.379,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]16,53 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]18 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]290,520 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]84,4 %  
Arborização de vias públicas [2010]29,6 %  
Urbanização de vias públicas [2010]35,3 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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