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Campinas - São Paulo



Campinas é um município da Microrregião de Campinas, na Mesorregião de Campinas, no estado de São Paulo, no Brasil. Encontra-se a noroeste da capital do estado, distando desta cerca de 96 quilômetros. Ocupa uma área de 795,697 quilômetros quadrados, sendo que 238,323 quilômetros quadrados estão em perímetro urbano e os 557,334 quilômetros quadrados restantes constituem a zona rural. Em 2011, sua população foi estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 1088611 habitantes, sendo que, em 2010, era o terceiro mais populoso de São Paulo (ficando atrás somente de Guarulhos e da capital) e o 14º de todo o país.

A sede tem uma temperatura média anual de 22,4 graus centígrados e na vegetação original do município predomina a mata atlântica. Com uma taxa de urbanização da ordem de 98 por cento, o município contava em 2009 com 373 estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano é de 0,852, considerando-se assim como elevado em relação ao país, sendo o sétimo maior do estado. Campinas faz parte do chamado Complexo Metropolitano Expandido, que ultrapassa os 29 milhões de habitantes (aproximadamente 75 por cento da população do estado inteiro). As regiões metropolitanas de Campinas e de São Paulo já formam a primeira macrometrópole do hemisfério sul.

Campinas foi fundada em 1774. Entre o final do século XVIII e o começo do século XX, a cidade teve o café e a cana-de-açúcar como importantes atividades econômicas. Porém, desde a década de 1930, a indústria e o comércio são as principais fontes de renda, sendo considerada um polo industrial regional. Atualmente, é formada por quatro distritos, além da sede, sendo, ainda, subdividida em 14 administrações regionais, cinco regiões e vários bairros.

História da cidade de Campinas São Paulo - SP

Aberto o Caminho dos Goiases, no governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, na década de 1721/30 instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que rumavam para ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem, no Distrito de Jundiaí, da qual distava cerca de 10 léguas, ficou sendo conhecida como " campinas do Mato Grosso " em razão da existência de três "campinhos " em meio a densa mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, ao ser feito o primeiro recenseamento, por ordem do Governador da capitânia de São Paulo, capitão General D. Luís Antônio de Souza Botelho Mourão. Morgado de Mateus, acusava esse bairro a existência de Algumas famílias, que viviam, quase todas da lavoura.

Em 1772, os habitantes do bairro, alegando a falta de assistência religiosa, só possível em Jundiaí, iniciaram um movimento no sentido de conseguir licença para a construção de uma capela. No ano seguinte, viram suas pretensões atentidas, demarcando-se, a 22 de setembro, o local destinado á construção da matriz em Nossa Senhora da Conceição, eleita Padroeira. Dada a morosidade das obras do tempo, dirigiram-se os fiéis ás autoridades, solicitando licença para a construção de uma capela provisória, no que foram atendidos em 7 de maio de 1774.

Poucos dias após esse acontecimento, o Morgado de Mateus ordenou a Francisco Barreto Leme que ali Formasse uma povoação em sítio de melhor conveniência. Para isso o Governador assinou, a 27 de maio de 1774, um ato que outorgava a Barreto Leme o título de "fundador, administrador e diretor" do núcleo urbano a ser fundado. No mesmo dia, capitão-general, em outro ato, determinou a medida das ruas e quadras, assim como a maneira de se colocarem as casas nas quadras. Foi esse o primeiro "plano urbanístico" de Campinas. Embora rudimentar, as normas e diretrizes para o arruamento do povoado e construção das habitações conferem-lhe essa categoria. Barreto Leme, que doara a gleba para a constituição do patrimônio da nova freguesia, trabalhou incansavelmente na formação do povoado, cujo o embrião, a capela, se localizava a cerca de um quilômetro a nordeste do pouso localizado nas "Campinas Velhas".

Logo a seguir, a 14 de julho de 1774, frei Antônio de Pádua, primeiro vigário da Paróquia, rezou a missa, inaugurando-se assim a capela provisória coberta de palha e feita ás pressas. Com isso, instalou-se a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição e fundou-se a povoação.

Gentílico: campineiro.

Formação Administrativa

Elevado à categoria de vila com a denominação de São Carlos, por Portaria de 04-11-1797 e ordem régia de 16-11-1797, desmembrado de Vila Jundiaí. Constituído do distrito sede. Instalado em 14-12-1797.

Elevado à condição de cidade com a denominação de Campinas, pela lei n° 5 ou 181, de 0502-1842.

Pela lei provincial nº 383, de 28-05-1896, é criado o distrito de Valinho e anexado ao município de Campinas.

Pela lei provincial nº 85, de 18-04-1870, é criado o distrito de Santa Cruz e anexado ao município de Campinas.

Pela lei estadual nº 416, de 24-07-1896, é criado o distrito de Arraial do Sousas e anexado ao município de Campinas.

Pela lei estadual nº 916, de 30-07-1904, é criado o distrito de Vila Americana e anexado ao município de Campinas.

Pela lei estadual nº 1024, de 27-11-1906, é criado o distrito de Cosmópolis e anexado ao município de Campinas.

Pela lei estadual nº 1187, de 16-12-1909, é criado o distrito de Rebouças e anexado ao município de Campinas.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 7 distritos: Campinas, Arraial dos Sousas, Cosmópolis, Rebouças, Santa Cruz, Valinhos e Vila Americana,.

Lei estadual no 1983, de 12-11-1924, desmembra do município de Campinas o distrito de Vila Americana. Elevado à categoria de município.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de Campinas é constituído de 6 distritos: Campinas, Arraial dos Sousas, Cosmópolis, Rebouças, Santa Cruz, Valinhos.

Decreto-lei no 6570, de 13-07-1934, é criado o distrito de Vila Industrial e anexado ao município de Campinas.

Pelo decreto-lei nº 9073, de 31-03-1938, são extintos os distritos de Santa Cruz e Vila Industrial, sendo seus territórios anexados ao município do distrito sede de Campinas.

Pelo decreto-lei estadual nº 9775, de 30-11-1938, o distrito de Arraial dos Sousas passou a chamar-se simplesmente Sousas.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 5 distritos: Campinas, Cosmópolis, Rebouças, Sousas e Valinhos.

Decreto-lei no 14334, de 30-11-1944, e criado o distrito de Paulínia e anexado ao município de Campinas. Sob o mesmo decreto, desmembra do município de Campinas o distrito de Cosmópolis. Elevado à categoria de município. E, ainda, o distrito de Rebouças passou a chamar-se Sumaré.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 5 distritos: Campinas, Paulínia, Sousas, Sumaré ex-Rebouças e Valinhos.

Lei estadual no 2456, de 30-12-1953, desmembra do município de Campinas os distritos de Sumaré e Valinhos, ambos elevados à categoria de município. Sob a mesma lei acima é criado o distrito de Barão de Geraldo, criado com terras desmembradas do distrito de Paulínia e anexado ao município de Campinas.

Pela lei estadual nº 5285, de 18-02-1959, é criado o distrito de Joaquim Egídio ex-povoado e anexado ao município de Campinas.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 5 distritos: Campinas, Barão de Geraldo, Joaquim Egídio, Paulínia e Sousas.

Lei estadual nº 8092, de 28-02-1964, é criado o distrito de Nova Aparecida e anexado ao município de Campinas.

Pela lei estadual nº 8092, de 28-02-2964, desmembra do município de Campinas o distrito de Paulínia. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído de 5 distritos: Campinas, Barão de Geraldo, Joaquim Egídio, Nova Aparecida e Sousas.

Assim permanecendo em divisões territoriais datada de 2007.

Alteração toponímica municipal

São Carlos para Campina alterado, pela lei nº 5 ou 181, de 05-02-1842.

Fonte: IBGE

Código do Município

3509502

Gentílico

campineiro

Prefeito

JONAS DONIZETTE FERREIRA

População
População estimada [2018]1.194.094 pessoas  
População no último censo [2010]1.080.113 pessoas  
Densidade demográfica [2010]1.359,60 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]3,8 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]462.579 pessoas  
População ocupada [2016]39,4 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]30,2 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]96 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,3  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,6  
Matrículas no ensino fundamental [2017]121.481 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]41.051 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]6.593 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]2.763 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]308 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]157 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]49.876,62 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]41,7 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,805  
Total de receitas realizadas [2017]4.614.991,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]4.719.976,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]8,13 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]131 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]794,571 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]90,5 %  
Arborização de vias públicas [2010]87,5 %  
Urbanização de vias públicas [2010]55,9 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Comentários (1)

  1. Liza's avatarLiza

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