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Buri - São Paulo



Buri faz parte do estado de São Paulo. Encontra-se a uma latitude 23º47′51" sul e a uma longitude 48º35′34" oeste, estando a uma altitude de 590 metros. A população avaliada em 2004 era de 19.324 habitantes. Encontra-se a 270 km da capital, na região Sudoeste do Estado de São Paulo, mesorregião de Itapetininga e microrregião de Itapeva.

Em 1782, o fidalgo português Inácio Xavier Luiz instalou-se com numerosa família à margem esquerda do Rio Apiaí-Guaçu, tendo o mesmo recebido do Reino Carta de Sesmaria das terras adjacentes . Joaquim Bolina de Barros ,descendente do sesmeiro ,doou em 1885 ,uma área para a construção da primeira capela ,cujo orago foi São Rafael . Ainda por volta de 1885 ,foi construída a primeira Igreja de São Roque ,atual Santo Padroeiro ,sendo seus construtores José Antonio de Barros e Deodoro Pires . Em 18/11/1895 , o local recebeu o nome de Porto do Apiaí . Na época da Proclamação da República ( 15/11/1889 ) o povoado então denominado Porto do Apiaí ,era ponto de parada obrigatória e pousadas de tropeiros que vinham do Rio Grande do Sul demandando as feiras de animais ,principalmente muares ,em Sorocaba . No Porto do Apiaí ,a travessia do Rio Apiaí-Guaçu era feita a nado ou de canoas ,mais tarde por balsa e muito tempo depois foi construída a primeira ponte de madeira . A construção da primeira serraria do Porto do Apiaí ,em 1900 , foi obra do italiano Mário Rebora Pezzoni ,em 1902 o empreendimento foi vendido para Geraldino Paiva . Tal serraria foi instalada na margem esquerda do Apiaí- Guaçu próximo ao primeiro cemitério da povoação (esse local fica nas proximidades da atual ponte da estrada de ferro ) Na época pela precariedade das estradas , grande parte das toras de madeiras nativas cortadas a montante do povoado eram transportadas por águas a reboque de canoas ,justificando assim a instalação da serraria logo nas barrancas do rio . O nome Buri ,só veio em 20/11/1907 (Lei estadual 1101/07)com a criação do distrito de Buri ainda pertencente ao município de Faxina (atual Itapeva) . Elevado à categoria de município com a denominação de BURI ,por Lei Estadual número 1805 ,de 01 de dezembro de 1921 ,desmembrado de Faxina .Sua instalação verificou-se em 25 de janeiro de 1922 .Com a chegada da Estrada de Ferro Sorocabana,inaugurada a estacão de Buri em 04/05/1908 ,o vilarejo ganhou notoriedade , pois grande parte das mercadorias destinadas para a região ,eram ali descidas ou embarcadas ,principalmente aquelas comercializados com a cidade de Capão Bonito ,as quais eram transportadas em carroças de burros .A região Sudoeste Paulista no eixo Itapetininga-Buri-Faxina-Itararé ,não atraiu a Marcha do Café ,por causa de seu clima subtropical com ocorrências de fortes geadas e terras ácidas de cerrado ,portanto posto a margem do desenvolvimento do restante do Estado de São Paulo. Durante a Revolução Constitucionalista de 1932, na localidade de Vitorino Carmilo, antiga estação da Estrada de Ferro Sorocabana distante a 6 km da cidade de Buri, ocorreu em 15 e 16 de agosto, o que alguns chamam de "a maior batalha da América do Sul", a Segunda Batalha de Buri, onde estavam, de um lado, 6 mil soldados federais de diversos Estados, e, de outro, 1.030 soldados constitucionalistas. No segundo dia, a linha paulista foi rompida e a estação caiu definitivamente em poder dos federais. Nos primórdios da colonização das terras Burienses, somente a agricultura de subsistência era praticada. Com a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana, houve intenso desmatamento para a retirada de grande quantidade de madeira (lenha) para o abastecimento das locomotivas a vapor. Nas áreas desmatadas foram introduzidas as primeiras lavouras comerciais, 1910 a 1950, destacando o cultivo de algodão, principalmente nas terras de culturas, ou seja , terras com topografia acidentadas onde após a retirada da melhor madeira , eram realizadas as queimadas e introduzidas as lavouras “plantadas no toco” ou lavouras de coivaras. Foi grande a contribuição na agricultura dada pelos imigrantes refugiados europeus, chegados em Buri logo após o período da Primeira Guerra Mundial. Estes trouxeram os primeiros arados e ferramentas agrícolas já utilizados, na época, na Europa. Com o passar do tempo, essas terras foram degradadas devido a topografia acidentada, intenso uso e solos propensos a erosão, a fertilidade foi reduzida impossibilitando seu cultivo. Com o incentivo governamental ao reflorestamento nos anos de 1960, o território Buriense foi “invadido” pelos plantios de pínus e eucaliptos. Por volta de 1970, foram iniciados os cultivos de milho e feijão em grande escala comercial,utilizando a calagem nas terras de cerrado , dando adeus aos “arados de burro” e a “tração animal”. Nos anos de 1990, a cultura do trigo foi introduzida em grandes áreas no município. Por volta do ano 2000, a cultura da soja chegou em grande escala, juntamente com máquinas e técnicas modernas.

Atualmente grandes áreas estão ocupadas por plantios de pínus e eucaliptos, de onde provém a madeira que é beneficiada nas 30 serrarias hoje existentes no município. Na agricultura o município se destaca no cultivo de cereais, principalmente milho, soja, trigo e feijão, apresentando elevadas produtividades em função dos solos férteis e alta tecnologia aplicada. Na olericultura é forte a exploração dos cultivos em estufas sobretudo tomate de mesa, pepino e pimentão. Nos últimos anos a citricultura vem se destacando pelas altas produtividades, atraindo grandes produtores para a região e hoje o município conta com 1.800.000 pés de laranjas.O rebanho bovino é de aproximadamente 40.000 cabeças, sendo 35.000 cabeças de raças de corte e 5.000 cabeças de raças mestiças destinadas à produção de leite - 7.000 litros diários. O município ainda produz frutas como caqui, pêssego, uva e melancia, além de ser importante produtor de batata inglesa, tomate estaqueado, inhame e gengibre.

História da cidade de BURI SãO PAULO

Por volta de 1782, Ignácio Xavier Luiz instalou-se com numerosa família à margem esquerda do rio Apiaí-Guaçu, tendo o mesmo recebido carta de Sesmaria das terras adjacentes.

Joaquim Bolina de Barros, descendente do sesmeiro, doou em 1885, uma área para a primeira capela, cujo orago foi São Rafael.

Por volta de 1885, foi construída a Igreja de São Roque, atual Matriz, sendo seus construtores José Antônio de Barros e Deodoro Pires.

Na época da proclamação da República, Buri era apenas um povoado com a denominação de Porto do Apiaí, ponto obrigatório de parada e pouso dos tropeiros que vinham do sul, demandando a Itapetininga e Sorocaba. Nesse local a travessia do rio era feita a nado, mais tarde por balsa, e muito depois, construiu-se uma ponte.

No pequeno povoado foi instalado um Distrito policial, do Município de Itapeva.Em 1907, as linhas férreas da Sorocabana passaram a atravessar as terras do povoado, datando daí sua evolução. Ainda nesse ano foi criado o Distrito de Paz, já com a denominação de Buri, derivado da palavra buriti, tipo de palmeira que havia em abundância pelos campos da região.

Conseguida sua autonomia, em 1921, Buri atravessou uma fase de grande progresso contornando, inclusive as dificuldades acarretadas pela paralização da comunicação rodoviária com Capão Bonito, cuja atividade comercial era feita pela estação ferroviária local

Em 1932, eclodiu a Revolução Constitucionalista, sendo a Cidade ocupada pelas forças revolucionárias. Passado o movimento, reiniciaram as atividades agrícolas e comerciais, novamente integrando o poburiense na luta pelo progresso.

GENTíLICO: BURIENSE

FORMAçãO ADMINISTRATIVA

Distrito criado com a denominação de Buri, por Lei Estadual no 1101, de 20 de novembro de 1907, no Município de Faxina.

Segundo a divisão administrativa referente ao ano de 1911, o referido Distrito figura no Município de Faxina.

Elevado à categoria de município com a denominação de Buri, por Lei Estadual nº 1805, de 01 de dezembro de 1921, desmembrado de Faxina constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 25 de janeiro de 1922.

Lei Estadual no 2130, de 05 de agosto de 1926, cria o Distrito de Aracaçu e incorpora ao Município de Buri.

Na divisão administrativa correspondente ao ano de 1933, o município figura com 2 Distritos: Buri e Aracaçu.

De acordo com as divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, e o quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, Buri se compõe de 2 Distritos: de Buri e Aracaçu.

Assim permanecendo nos fixados pelos Decretos Estaduais de nos 9775, de 30 de novembro de 1938, e 14334, de 30 de novembro de 1944, para vigorarem, respectivamente, no quinquênio 1939-1943 e em 1945-1948.

Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído de 2 Distritos: Buri e Aracaçu.

Assim permanecendo em divisão territorial datada em 15-VII-1999.

Fonte: IBGE

Código do Município

3508009

Gentílico

buriense

Prefeito

OMAR YAHYA CHAIN

População
População estimada [2018]19.789 pessoas  
População no último censo [2010]18.563 pessoas  
Densidade demográfica [2010]15,52 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,8 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]4.555 pessoas  
População ocupada [2016]23,2 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]39,6 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,5 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,1  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,4  
Matrículas no ensino fundamental [2017]3.032 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]690 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]147 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]31 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]11 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]19.528,74 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]81,8 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,667  
Total de receitas realizadas [2017]74.242,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]61.416,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]20,07 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,4 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]10 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.195,910 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]79,2 %  
Arborização de vias públicas [2010]78,1 %  
Urbanização de vias públicas [2010]8,5 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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