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São Cristóvão - Sergipe



São Cristóvão faz parte do estado de Sergipe, localizado na Região Metropolitana de Aracaju. Limita-se com os municípios de Aracaju a leste, Nossa Senhora do Socorro e Laranjeiras ao norte, e Itaporanga d′Ajuda a oeste e sul.

Foi a primeira capital de Sergipe, até a transferência para Aracaju em 17 de março de 1855. E tem o título de quarta cidade mais antiga do Brasil.

Capital da província de Sergipe até meados do século XIX, São Cristóvão guarda, da fase colonial, alguns edifícios históricos e tradições, como as romarias e as festas religiosas. A festa de Nosso Senhor dos Passos, por exemplo, atrai fiéis de vários estados do Brasil.

História da cidade de São Cristóvão Sergipe - SE

Após subjugar o gentio a 1.° de janeiro de 1590 e levantar o forte Cotengiba, junto à foz do rio Sergipe, Cristóvão de Barros fundou a primitiva povoação, sob a denominação de Cidade de São Cristóvão de Sergipe d′EI Rei, centro inicial da colonização e organização da Capitania de Sergipe. Consta que Simão de Andrade foi quem primeiro adquiriu terras na região, entre Caípe e Vasa-Barris, em 1599, e que duas vezes o povoado mudou de local, antes de 1607. No período da dominação holandesa esteve em diversas ocasiões em poder dos batavos. Foi incendiado em 17 de novembro de 1637, por tropas de Maurício de Nassau, e depois reconstruído. Somente em 1645 viu-se livre do invasor.

Com sede em São Cristóvão e subordinada à Bahia, foi criada, em 16 de fevereiro de 1696, a Ouvidoria de Sergipe, que alcançou emancipação em 8 de julho de 1820. Seu primeiro governador, empossado a 20 de fevereiro de 1821, foi, no entanto, deposto e preso por tropas baianas, sendo restaurada a soberania sergipana somente em outubro de 1822, pela ação do general Labatut. O governo provisório então constituído instalou-se ainda em São Cristóvão; mas a 17 de março de 1855 a capital foi transferida para Aracaju. O Decreto-lei n.° 94, de 22 de junho de 1938, considerou a cidade de São Cristóvão monumento histórico.

Em 1617 São Cristóvão tornou-se distrito da freguesia de Nossa Senhora da Vitória, na Bahia; em 1675 passou a sede de Município e em 1823 (8 de abril) à categoria de cidade, quando foi criada a província de Sergipe. Em 24 de maio de 1944, o Município deixou de ser têrmo de Aracaju, passando ao nível de comarca. Abrange um só distrito, de igual nome.

Gentílico: são cristovense

Formação Adminstrativa

Distrito criado com a denominação de São Cristóvão, em 1617.

Elevado à categoria de vila com a denominação de São Cristóvão, em 1590. Sede na antiga povoação de São Cristóvão.

Elevado à condição de cidade e sede municipal com a denominação de São Cristóvão, pela carta lei de 08-04-1823.

Pela lei provincial nº 135, de 30-01-1845, é criado o distrito de Itaporanga e anexado ao município de São Cristóvão.

Pela lei provincial nº 383, de 10-05-1854, desmembra do município de São Cristóvão o distrito de Itaporanga. Elevado á categoria de vila.

Pela lei estadual nº 413, de 17-03-1855, São Cristóvão deixou de ser capital da antiga província.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte: IBGE

Código do Município

2806701

Gentílico

são-cristóvense

Prefeito

MARCOS ANTONIO DE AZEVEDO SANTANA

População
População estimada [2018]89.027 pessoas  
População no último censo [2010]78.864 pessoas  
Densidade demográfica [2010]180,52 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]3,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]13.803 pessoas  
População ocupada [2016]15,7 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]41,6 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,7 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]3,9  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]2,9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]12.199 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]2.506 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]554 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]258 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]71 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]10 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]10.172,46 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]77,7 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,662  
Total de receitas realizadas [2017]118.795,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]103.939,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]21,15 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,7 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]19 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]438,037 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]38,3 %  
Arborização de vias públicas [2010]49,2 %  
Urbanização de vias públicas [2010]23,9 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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