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Nossa Senhora Aparecida - Sergipe



Nossa Senhora Aparecida faz parte do estado de Sergipe.

A história do município de Nossa Senhora Aparecida-SE está interligada à do município de Ribeirópolis, do qual teve suas terras desmembradas em 26 de novembro de 1963, pelo Decreto-Lei nº 1.233. Segundo José Gilson dos Santos (1987), no final do século XIX, além do Povoado Maniçoba (atual sede do município), mais ao Norte dessa região, havia outra povoação, além do povoado Maniçoba, denominada de Cruz do Cavalcante. Em Cruz do Cavalcante, algumas pessoas já estavam estabelecidas desde o final do século XIX, entre elas Cavalcante, grande incentivador da cultura do algodão e principal responsável pelo desenvolvimento do povoado. Cavalcante era um alagoano de sólida condição econômica que, na primeira metade do século XIX, assassinou um fazendeiro em sua terra natal. Por esse crime, acabou sendo localizado em Sergipe e morto por vingança. O povoado onde aconteceu o assassinato passou a se chamar Cruz do Cavalcante, por causa do cruzeiro que colocaram em sua homenagem. Anos depois, o nome foi mudado para Santa Cruz e, por último, Cruz das Graças, quando passou a município, desmembrado de Ribeirópolis, na primeira metade da década de 60.

Por volta de 1877, chegou à região de Cruz do Cavalcante a família do Ceará, um grupo de retirantes que fugiam da seca, que assolava a região do povoado Cuncas, município de Milagres, no Ceará: Francisco Felipe dos Santos, que atendia por Chico Ceará, os filhos Antonio Felipe dos Santos, Andrelino Felipe dos Santos, José Felipe dos Santos e outros. Eles estabeleceram-se no local por causa das terras férteis e passaram a ser chamados de Cearás. Com o passar do tempo, tornaram- se influentes na política local. (SANTOS, 1987:12 APUD em BARRETO, Maria Aparecida N. O. 1970 Registro Histórico das Eleições Municipais de Nossa Senhora Aparecida-se (1965-2000). Itabaiana: UFS, 2002, 228p) Foto de Maria Aparecida Nunes Oliveira Barreto No início da década de 1960, Baltazar Francisco dos Santos, membro da família Ceará, reeleito Deputado Estadual, apresentou em 1963um Projeto para a criação do município Cruz das Graças (atual Nossa Senhora Aparecida), desmembrando-o da área territorial de Ribeirópolis. Convém registrar que o Município de Nossa Senhora Aparecida está localizado na microrregião de Carira, com uma extensão territorial de 282km, e segundo o Censo do IBGE de 2007 possui uma população de 8.517. O Município de Nossa Senhora Aparecida-SE foi criado em 26 de novembro de 1963. Entretanto, naquela época, a denominação do referido município era Cruz das Graças. Além disso, a sede municipal estava localizada no povoado Cruz do Cavalcante, atual povoado chamado de Cruz das Graças. Vale destacar que a transferência da sede do povoado Cruz do Cavalcante para o povoado Maniçoba, atual Nossa Senhora Aparecida e a mudança do nome do município de Cruz das Graças para Nossa Senhora Aparecida, ocorreu em 24 de dezembro de 1975. Breve Histórico do Povoado Maniçoba atual sede do município de Nossa Senhora Aparecida Sergipe O terreno onde hoje está localizada a sede de Nossa Senhora Aparecida, inicialmente povoado Maniçoba, pertenceu ao senhor Primo Torquato de Jesus, que tinha chegado a essa região em 1922 com sua família, vindos do povoado Salgado, na época, município de Ribeirópolis, para as terras compradas de um homem de pré-nome Damião. Entre os muitos filhos do senhor Primo Torquato de Jesus e sua esposa Josefa Maria do Espírito Santo, estavam: Eliziário Bispo de Jesus, Maria José de Jesus, José Ferreira de Jesus, Manoel Torquato de Jesus, José Torquato de Jesus. Além da família dos Torquato, outras começaram a se estabelecer nesse local a partir de 1922: a família do Senhor Pedro Barbosa de Jesus, a de Aprígio de Jesus Barreto, a de Benício Oliveira, a Casimiro de Piu, a de José Nunes, a de Júlio Cajarana, entre outras. A história política do povoado Maniçoba mudou de rumo na administração do senhor Manoel Torquato de Jesus, quando esse povoado passou a ser a sede municipal, em 24 de dezembro de 1975. Segundo pesquisa realizada pela Professora Maria Aparecida Nunes Oliveira Barreto, para sua monografia de conclusão do curso de História da UFS, já citada anteriormente, Os motivos que levaram o senhor Manoel Torquato de Jesus a aprovar a transferência da sede do município do povoado Cruz do Cavalcante para Maniçoba são diversos. Não existe também um consenso a respeito dos reais motivos dessa transferência. O que há são várias justificativas para esse acontecimento. sabe-se que os motivos mais fortes são os políticos. O então Prefeito Manoel Torquato de Jesus não morava na sede municipal, mas no povoado Maniçoba. Além desse fato, havia também o interesse do ex-deputado Francisco Passos em transferir a sede do município de Cruz das Graças para Maniçoba devido a conflitos antigos entre as famílias Passos e Ceará, líderes políticos de Cruz das Graças. Essa mudança foi noticiada até nos jornais da Capital, Segundo Barreto, a Gazeta de Sergipe registrava: foi assinada ontem, 24/12/1975, pelo presidente da Assembleia Legislativa, Deputado Djenal Queiroz, a Lei nº 165, que transfere a sede do Município de Cruz das Graças, para o povoado Maniçoba, passando o Município e o povoado Maniçoba, a receberem o nome de Nossa Senhora Aparecida. Foto de Maria Aparecida Nunes Oliveira Barreto Quem quiser mais informações sobre os aspectos políticos do município é só ler o trabalho da professora citado no texto. Há cópia na UFS.

História da cidade de Nossa Senhora Aparecida Sergipe - SE

O município de Nossa Senhora Aparecida, criado em 1963, com a denominação de Cruz das Graças e sede no povoado Cruz do Cavalcante, foi desmembrado do município de Ribeirópolis. A instalação, entretanto, só ocorreu dois anos depois, com a posse do primeiro Prefeito e de cinco Vereadores.

Em 1975 mudada a denominação do Município para Nossa Senhora Aparecida, sua sede foi para o povoado Maniçoba.

O município, com a denominação de Cruz das Graças e terras desmembradas do município de Ribeirópolis, foi criado em 26 de novembro de 1963, pelo Decreto-Lei Estadual n.° 1.233. Pela Lei Estadual n.° 165-A, de 24 de dezembro de 1975, passou ao atual topônimo.

Desde sua criação até a presente data, o Município figura apenas com o Distrito-Sede, Nossa Senhora Aparecida.

O termo foi criado em 26 de novembro de 1963, e está jurisdicionado à Comarca de Ribeirópolis.

O Poder Judiciário é exercido pelo Juiz de Direito e o Ministério Público é representado pelo Promotor.

Acham-se habilitados, ao exercício da profissão, 2 advogados.

Gentílico: aparecidense

Formação Administrativa

Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Cruz das Graças, pela lei estadual nº 1223, de 26-10-1963, desmembrado de Ribeirópolis. Sede no atual distrito de Cruz das Graças. Constituído do distrito sede. Instalado em 21-02-1965.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31-XII-1968.

Pela lei estadual nº 165-A, de 24-12-1975, o município de Cruz das Graças passou a denominar-se Nossa Senhora Aparecida.

Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município de Nossa Senhora Aparecida ex-Cruz das Graças é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica municipal

Cruz das Graças para Nossa Senhora Aparecida alterado, pela lei estadual nº 165-A, de 24-12-1975.

Fonte: IBGE

Código do Município

2804458

Gentílico

aparecidense

Prefeito

VERONICA SANTOS SOUSA DA SILVA

População
População estimada [2018]8.783 pessoas  
População no último censo [2010]8.508 pessoas  
Densidade demográfica [2010]25,00 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,9 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]850 pessoas  
População ocupada [2016]9,6 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]52,7 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]96,8 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]3.4  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]2.8  
Matrículas no ensino fundamental [2017]1.340 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]271 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]86 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]19 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]19 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]14.789,79 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]94,6 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.577  
Total de receitas realizadas [2017]21.802,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]20.387,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]18,02 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]5 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]340,843 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]39,7 %  
Arborização de vias públicas [2010]64,7 %  
Urbanização de vias públicas [2010]0,7 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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