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Itajaí - Santa Catarina



Itajaí é um município do estado de Santa Catarina, no Brasil. Encontra-se no litoral centro norte catarinense e faz parte do Vale Europeu, na foz do Rio Itajaí-açu. Segundo o censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sua população em 2010 era de 183 388 habitantes. Possui o segundo maior produto interno bruto do estado e a maior renda per capita do estado.

"Itajaí" é um nome tupi oriundo da palavra Tajahy, que significa "Rio dos Taiás", uma planta comestível da família das aráceas.

Outra tese é a de que Tajá é uma alusão ao nome Taió, pois existem documentos referindo-se ao Morro do Taió na época da corrida bandeirante pelo ouro.

História da cidade de Itajaí nasceu em terras de disputa colonial. Durante os séculos XVII e XVIII, as disputas de terras entre as metrópoles portuguesa e espanhola resultaram no Tratado de Tordesilhas (1494). Desse conflito entre metrópoles, uma extensa colônia passava a se formar. De 1500 a 1700, mais de 100 mil portugueses se deslocaram para o Brasil-Colônia. Portugal temia invasões espanholas no Sul do Brasil, principalmente em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, áreas estratégicas para se chegar ao Rio da Prata. O litoral permitia o abastecimento de água e alimentos às embarcações. Na disputa, a necessidade de alargar as fronteiras da colônia Brasil. Contudo, somente no século XIX, foram dados os primeiros passos para uma ocupação mais efetiva do território, com políticas de povoamento para o Sul.

Em 1829, foi instalada, no Estado, a primeira colônia de alemães, em São Pedro de Alcântara, e, em 1850, a colônia Blumenau, no Vale do Rio Itajaí-Açu. Depois surgiram no Itajaí-Mirim, a colônia Itajaí - Príncipe D. Pedro, atuais municípios de Brusque, Guabiruba e Botuverá. O porto de Itajaí foi central nos processos de colonização no vale, mesmo antes da formação da cidade. Os primeiros passos para a ocupação de Itajaí são atribuídos a dois nomes: Antonio Menezes de Vasconcelos Drummond (1820) e Agostinho Alves Ramos (1824). Nomes que representam o início da fundação do primeiro núcleo.

Para o historiador Oswaldo Cabral, Itajaí é situada magnificamente à entrada do vale do Itajaí e possuí um porto praticável, o que fez nascer um núcleo urbano. Isto se deu de forma mais definitiva em 15 de junho de 1860, com a instalação do município (vila) de Itajaí, desmembrando-se de Porto Belo.

Na época, o presidente da Câmara assumia as funções executivas. A figura do superintendente só aparece na República. é, ainda deste período, a criação da Comarca (1868) e a elevação da vila à categoria de cidade, em maio de 1876.

A gênese de uma cidade: o curato

Em 31 de março de 1824 é instalado o Curato do Santíssimo Sacramento de Itajahy com estabelecimento do cura padre no povoado. O padre tinha, entre suas funções, contar o número de almas - convertidos ao catolicismo -, além de registrar os nascimentos, os batismos, os falecimentos e visitar as famílias.

Foi nessa época que se ergueu o primeiro templo católico no povoado. Segundo Antonio da Costa Flores, a igreja foi construída pelas mãos do escravo de Agostinho Alves Ramos, de nome Simeão.

Dez anos após a criação do Curato, o povoado possuía aproximadamente 1686 habitantes, sendo 1526 livres e 166 escravos. Em entrevista ao jornal Novidades, de 17 de julho de 1907, Antônio da Costa Flores, que era considerado um dos homens mais velho da cidade, lembrou: No Itajahy não havia nenhuma rua, nem se falava em arruamento. Nas imediações do local em que presentemente se acha a matriz [Igreja da Imaculada Conceição], existiam uns alicerces de pouco mais de meio metro de altura, construídos por um pedreiro, escravo do major Agostinho Alves Ramos, de nome Simeão.

As notícias que se tem desse período, da instalação do Curato até a emancipação do povoado, passam em boa medida pelas memórias de Antônio da Costa Flores. Nascido em Triunfo, Rio Grande do Sul, filho de um português da cidade de Campo Grande/Portugal, Flores veio, com sua família, entre 1840 a 1844, ao povoado do Santíssimo Sacramento de Itajahy. Na década de 1860, Flores foi fiscal da Câmara Municipal e, no início do século XX, esse guardião da memória deu vários relatos à imprensa local.

Flores lembrou que, quando veio morar no povoado, nos terrenos que o atual perímetro desta cidade abrange e que, como sabem atinge a dois quilômetros, a contar da Igreja Matriz, para todos os lados, exceto para o rio que fica a muito pequena distância, contavam-se umas cinquenta casas, entrando nesse número pequenos ranchos miseráveis que, além de serem cobertos por palha, compunham-se de um só compartimento com paredes feitas apenas de ripas fincadas junto as outras. [...] Por entre as casas, algumas eram rodeadas de algodoeiras (fiava-se algodão e tecia-se um pano muito forte e muito apreciado que se chamava riscado da terra) viam-se extensos brejos, cuja vegetação alterosa e inextricável, em certos pontos, pareciam nunca ter sido drenados completamente; vários caminhos e trilhos tortuosos em inúmeras direções; meia dúzia de engenhos de fazer farinha de mandioca; grupos de cafezeiros, laranjeiras e bananais; roças de mandioca, feijão e milho, mais que tudo capoeiras de todas as alturas. As roças e mesmo muitos quintais das casas não tinham cercas: preferia-se criar o gado vacum e cavalar à corda ou longe das plantações a solta.

A emancipação

A emancipação de Itajaí começa em 1860, quando é instaurada a Villa do Santíssimo Sacramento do Itajaí. é nessa ocasião que se constitui a Câmara Municipal e a implantação do Pelourinho - símbolo de aplicação da justiça e do poder local.

Uma das principais atribuições da Câmara era a elaboração do Código de Postura que funcionava como uma espécie de Lei Orgânica Municipal. No Artigo 120 do Código de Postura, temos: Os proprietários que edificarem serão obrigados a calçar sua testadas [frente da casa] com oito palmos de largura seguindo o nivelamento da rua, os contraventores serão multados. Mesmo com o Código de Postura, tentava-se burlar.

Damásio Fernandes Vieira, fiscal da Câmara Municipal de Itajaí, viu-se na obrigação de multar José Alexandre Dutra, residente a rua Dom Pedro II, região central da Vila, por ter construído cerca sem a devida licença da Câmara. Dutra não deu ouvidos e continuou a fazer a dita cerca.

Energicamente, Fernandes embargou a obra e aplicou uma multa de 20$000Rs (vinte mil réis), dando-lhe ainda o prazo de três dias para a demolição da obra irregular. No entanto, não teve Damásio a mesma determinação quando tratou-se de multar José Pereira Liberato, que reformava a cozinha de sua casa sem a devida licença. Foi necessário que o presidente interino da Câmara, Guilherme Asseburg, chamasse sua atenção. A referida casa ficava na rua do Comércio. A ocorrência deu-se em 17 de dezembro de 1881. Imagine o constrangimento pelo qual passou Damásio, afinal, José Pereira Liberato havia sido presidente da Câmara em 1861, Deputado Provincial em 1864/1865, e vice-presidente em 1879; e mais, era delegado de polícia em 1881.

O porto como lugar de passagem

Não é de estranhar que importantes historiadores acentuam a privilegiada geografia de Itajaí. Oswaldo Cabral referiu, por diversas vezes, a importância que o porto teve para a formação da cidade. Antes mesmo de sua fundação, as terras banhadas pelo mar e rio eram porta de entrada aos imigrantes e não demorou muito para que o porto passasse a ser o principal meio de dinamizar a economia. Mais do que meio de mobilizar o fluxo de economia, o porto é um local de sociabilidade. Em 1906, um ano depois do Ministro da Viação, Lauro Muller, aprovar projetos que trariam melhorias ao porto, é criada, por trabalhadores do porto, a Sociedade Beneficente XV de Novembro que, em 1939, foi transformada em Sindicato dos Trabalhadores em Trapiche e Armazém de Itajaí.

Ao longo do século XX, o município foi, cada vez mais, se interligando umbilicalmente ao porto. Movimentos políticos, atividades culturais, trabalhadores. Porto de encontro. Passagem. Intercâmbio. As décadas passam e Itajaí, com seu porto, se torna cada vez mais internacional.

Fonte: Prefeitura Municipal de Itajaí

Código do Município

4208203

Gentílico

itajaiense

Prefeito

VOLNEI JOSÉ MORASTONI

População
População estimada [2018]215.895 pessoas  
População no último censo [2010]183.373 pessoas  
Densidade demográfica [2010]636,11 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]3,0 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]92.595 pessoas  
População ocupada [2016]44,3 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]26,2 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,9 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6.3  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5.1  
Matrículas no ensino fundamental [2017]28.065 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]7.835 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]1.125 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]546 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]65 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]22 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]92.266,86 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]57,3 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.795  
Total de receitas realizadas [2017]1.379.946,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]1.131.926,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]9,64 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]74 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]288,286 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]88,6 %  
Arborização de vias públicas [2010]33,2 %  
Urbanização de vias públicas [2010]79,6 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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