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Iraceminha - Santa Catarina



Iraceminha é uma cidade do Estado de Santa Catarina. Iraceminha foi desmembrada de Cunha Porá e elevado à condição de município através da Lei Municipal nº 7.577 de 26 de abril de 1989, porém sua instalação aconteceu no dia 01 de janeiro de 1990, com a posse de primeiro Prefeito Municipal. DATA FESTIVA: 26 de abril (aniversario da cidade). COLONIZAÇÃO: alemã e italiana. LOCALIZAÇÃO: O município de Iraceminha possui as seguintes limitações: NORTE: com o município de Maravilha e Flor do Sertão. SUL: com o município de Riqueza. LESTE: com o município de Cunha Porá. OESTE: com o município de Descanso.

MICRO-REGIÃO: AMERIOS – Associação dos Municípios do Entre Rios. AREA TERRITORIAL: 165 Km quadrados.

Encontra-se a uma latitude 26º49′21" sul e a uma longitude 53º16′28" oeste, estando a uma altitude de 445 metros.

História da cidade de Iraceminha surgiu em 1948, em função da boa fertilidade de seu solo que, aliada à abundância de madeira existente, atraiu colonizadores gaúchos.

Em 1948, aqui chegava a primeira família, vinda da localidade de Escuma, Costa do Rio Chapecó. A família de Afonso Korb levou oito dias até chegar em Iraceminha.

Nessa época, a companhia Sul Brasil, dirigida por gaúchos: Ricardo Vivian, de Serafina Correa (RS) e José Zanella, de Passo Fundo (RS), juntamente com outros desbravadores: Afonso Korb, Alberto Korb (filho) e Adão Farias, demarcaram as terras e as primeiras picadas desta comunidade.

Esta área de terras abrangia de Barro Preto até Rio das Antas. Uma área rica, em madeira, caça, pesca e um solo agrícola fértil. Tudo o que aqui se plantasse, daria. Porém, a bravura teria que ser bem maior do que a riqueza que esta nova terra daria aos desbravadores e pioneiros que aqui chegaram.

A riqueza da flora existente na época dava a prosperidade da futura localidade, oferecendo aos primeiros moradores a oportunidade de usufruir dos recursos naturais. As árvores nativas em grande quantidade eram pinheiro, cedro, louro, canela, marfim, guatambu, açoita, angico, grápia, ipê roxo, canjarana, canafistola, e muitas outras espécies.

Tudo era primitivo. Não havia nenhum plantio. Tudo por começar.

Os animais que aqui existiam na época, segundo os pioneiros que aqui chegavam, eram: antas, quatis, tigres, porcos-do-mato (em grande quantidade), veados, pacas, macaquinhos, leãozinhos e tamanduás.

Os alimentos básicos dos que aqui chegavam eram a caça, a pesca, mel e frutas silvestres. Não havia espaço sequer para uma horta, galinheiro ou chiqueiro.

Os pioneiros haviam se tornado hábeis caçadores. Os perigos que aqui existiam, estes homens, mulheres e crianças abrigavam-se constantemente a estar de alerta. Os animais selvagens e grupos de andantes desconhecidos (chamados de andarilhos ou bandidos), intrincavam-se no mato e incomodavam os moradores.

Os ranchos eram feitos de taquaras e palhas trançadas. Depois dos ranchos, foram feitas casas com pranchas de pinheiro lascado, tudo à mão, pois ainda não havia se implantado a serraria.

Logo derrubadas algumas árvores, já se podia pensar em plantar alguma coisa. Quem sabe... milho Coisas verdes(horta).

Havia começado o marco inicial do futuro econômico de nosso município, que é a agricultura.

O primeiro plantio de milho foi uma colheita farta, de muito milho, o milho foi destinado para a farinha. O que sobrou foi colocado no paiol para tratar os porcos e as galinhas.

Alguns senhores foram por meio de picadas à procura de moradores mais distantes, para buscar as primeiras mudas de mandioca, batata-doce e frutas.

Para fazer a farinha necessitavam de moinho para não irem tão distante para moer o milho e transformar em farinha.

O primeiro moinho feito aqui com dois cepos de madeira e cacos de panelas, tocada a braço, para ter a farinha mais fácil. Mais tarde foi feito o moinho, tocado à água, feito um açude com vigas e pranchas lascadas, tudo de pinheiro.

Com a chegada de novos moradores em 1950, a comunidade foi se desenvolvendo.

A primeira serraria foi construída, começaram a ser serradas as primeiras tabuas, ai então, construíram-se as primeiras casas em 1952: a Casa de Misericórdia, assim chamada na época, porque abrigava as famílias que chegavam, tornou-se o primeiro hotel de Vendelino Serafini e Albino Vivian. Em seguida foram construídas outras casas espalhadas para que a vida se formasse.

Da madeira serrada, eram feitas casas e também sobrava madeira para ser levada a Mondai, hoje município, para a venda.

Muitos dos compradores adquiriram sua casa e sua terra em troca de serviços prestados ou mesmo em dinheiro e até longas prestações para o ano. O que valia realmente era o trabalho e os recursos naturais que a terra, a fauna e a flora forneciam.

Para conseguir os mantimentos: café, açúcar, farinha de trigo e outros, tiveram que criar coragem e ir, através de piques, até Cunha Porã ou Maravilha, a pé ou a cavalo.

Quando alguém adoecia, era uma preocupação. As doenças atacavam principalmente pequenos, com problemas respiratórios e febres altíssimas. Era muito difícil conseguir medicamentos naquela época. Os chás caseiros eram a solução e a ajuda de amigos e vizinhos que eram solidários nessas horas.

Em 1951, foi instalado o 1º hotel no município, para hospedar imigrantes num trajeto de 16 Km. Somente após a emancipação de Cunha Porã, foi construída a ponte sobre o Rio Iracema.

As famílias encontravam-se nas casas para rezar o terço. A primeira missa rezada em Iraceminha foi no hotel Serrafini, num dia de semana. O altar foi decorado com flores silvestres e a missa foi rezada pelo Padre Luis, de Maravilha (hoje falecido). A primeira capela foi construída no ano de 1954, no local onde se situa hoje o ginásio de esportes. Nesta capela funcionava também a escola. A primeira professora foi Dona Maria Olinda Hermann. Maria Olinda lecionou inicialmente em sua própria casa para nove alunos.

Os primeiros que aqui chegavam, visitantes, medidores, desbravadores, compradores, todos eram acolhidos às margens do nosso rio, o rio Iraceminha.

A origem do nome Iraceminha provém de uma palavra indígena, em função do rio que atravessa o município leva o mesmo nome.

O primeiro comércio, feito em Riqueza, vendia couro de animais e compravam sal, açúcar, munição e outros alimentos necessários.

As famílias pioneiras de Iraceminha:

Afonso Korb

Alexandre Rossoni

Albino Vivian

Desiderio Constante Provenzi

Galheno Provenzi

Antonio Poltronieri

Dorvalino Anguinoni

Vendelino Pedro Serrafini

Domingos de Araújo

José Escarbonati

A partir de 1970, através da Celesc, Iraceminha começou a render energia elétrica, impulsionando assim as indústrias madeireiras, quando se estabeleceram serrarias modernas e com maior desempenho econômico. Atualmente as mesmas madeireiras se encontram paradas, uma vez que não foram repostas as árvores nativas abatidas.

No ano de 1981, foi formada a 1ª Comissão de Emancipação de Iraceminha, cujo presidente era o Sr. Geronimo Zamprogna e tinha com Secretário o Sr. Augusto Dalmolin. Neste mesmo ano, os Senhores Geronimo Zamprogna, que na época era presidente da Comissão e os Vereadores Rosalino Augusto Dalmolin e Plínio Cipriani viajaram a capital do Estado, Florianópolis para entregar o processo de emancipação de Iraceminha na Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa. Este processo não foi aprovado pela Assembléia devido às exigências que eram muito severas na época no que se referia a criação de Municípios.

No ano de 1985, formou-se novamente uma Comissão de Emancipação, desta vez presidida pelo Sr. Rosalino Augusto Dalmolin. Esta Comissão contava com o apoio de toda a comunidade, sem distinção de partidos políticos. Nesta época, todos os emancipancionistas preocupavam-se somente no progresso de Iraceminha.

Este processo de emancipação, felizmente foi aprovado pela Assembléia Legisjativa, que imediatamente marcou para o dia 18 de outubro de 1987 a realização do plebiscito. O sim obteve vitória esmagadora sobre o não. Em torno de 90% da população de Iraceminha era favorável a criação do município.

Infelizmente, no ano seguinte, o ano de 1988, o então Governador do Estado de Santa Catarina, Sr. Pedro Ivo Campos, vetou a criação do município de Iraceminha. O caso foi parar na justiça e Iraceminha perdeu em todas as instancias, inclusive no Supremo Tribunal Federal em Brasília.

Neste mesmo ano, 1988, após a promulgação da Constituição Federal, que está em vigor até hoje, Iraceminha pode ver seu sonho quase concretizado. Na nova Constituição, mudam-se os critérios para emancipações.

No ano seguinte, 1989, exatamente no dia 26 de abril de 1989, o então Governador do estado Casildo Maldaner, através da sanção da Lei Estadual 7.577, criou o município de Iraceminha, pois Iraceminha, com a promulgação da Constituição possui todos os requisitos necessários pra poder emancipa-se.

Imediatamente, no ano seguinte, 1989, ocorreram as eleições municipais para a escolha do primeiro prefeito municipal de Iraceminha. No dia 15 de novembro de 1989, o Sr. Rosalino Augusto Dalmolin, elegeu-se o primeiro prefeito municipal, num ano em que todos os brasileiros poderiam votar, pela primeira vez, no Presidente da República.

No inicio do ano de 1990, após negociações com o município de Cunha Porá, e com a posse do primeiro prefeito, o centro administrativo municipal passou a funcionar numa casa de madeira antes ocupada por servidores municipais. A inauguração do Centro Administrativo Municipal, onde funciona atualmente a Prefeitura, foi inaugurado em setembro de 1991,e contou com a presença, dentre outras diversas autoridades regionais e estaduais, do governador do Estado Vilson Kleinubing.

Iraceminha foi desmembrada de Cunha Porá e elevado à condição de município através da Lei Municipal nº 7.577 de 26 de abril de 1989, porém sua instalação aconteceu no dia 01 de janeiro de 1990, com a posse de primeiro Prefeito Municipal.

No ano de 1993 foi concretizado o asfaltamento do acesso a Br 282 até o município.

DADOS GERAIS DO MUNICíPIO

Iraceminha foi desmembrada de Cunha Porá e elevado à condição de município através da Lei Municipal nº 7.577 de 26 de abril de 1989, porém sua instalação aconteceu no dia 01 de janeiro de 1990, com a posse de primeiro Prefeito Municipal.

DATA FESTIVA: 26 de abril (aniversario da cidade).

COLONIZAçãO: alemã e italiana.

LOCALIZAçãO:

O município de Iraceminha possui as seguintes limitações:

NORTE: com o município de Maravilha e Flor do Sertão.

SUL: com o município de Riqueza.

LESTE: com o município de Cunha Porá.

OESTE: com o município de Descanso.

MICROREGIçãO:

AMERIOS Associação dos Municípios do Entre Rios.

AREA TERRITORIAL: 165 Km quadrados.

Fonte: PREFEITURA MUNICIPAL DE IRACEMINHA

Autor do Histórico: ADRIANA BANDEIRA SEIBERT

Código do Município

4207759

Gentílico

iraceminhense

Prefeito

JEAN CARLOS NYLAND

População
População estimada [2018]4.015 pessoas  
População no último censo [2010]4.253 pessoas  
Densidade demográfica [2010]26,06 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]400 pessoas  
População ocupada [2016]9,7 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]29,4 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,9 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,6  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]528 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]94 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]61 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]18 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]5 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]23.651,73 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]84,9 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,722  
Total de receitas realizadas [2017]18.409,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]16.141,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]32,26 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,2 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]3 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]163,105 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]15,7 %  
Arborização de vias públicas [2010]55,6 %  
Urbanização de vias públicas [2010]16 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Iraceminha: Imagens da cidade e Região

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