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Viamão - Rio Grande do Sul



Viamão faz parte do estado do Rio Grande do Sul. É o maior município em extensão territorial da mesorregião Metropolitana de Porto Alegre e da microrregião de Porto Alegre e o 7º mais populoso do estado, com 260.740 habitantes.

No século XVIII a região do atual estado do Rio Grande do Sul deixou de ser somente uma zona de passagem entre Laguna e a Colônia do Sacramento (atual cidade de Colônia no Uruguai). Devido à farta presença do gado vacum trazido pelos jesuítas em 1680 às Missões, gado que já se havia espalhado pelo Continente de São Pedro, vários colonizadores se fixaram nas terras propícias à pecuária e ao plantio.

No ano de 1725, Cosme da Silveira, filho de António Silveira de Ávila, natural do Conselho da Calheta, ilha de São Jorge, Açores, Portugal, Capitão-mor da referida localidade da Calheta, na ilha de São Jorge, integrou a frota de João de Magalhães nomeado capitão pelo seu sogro Francisco de Brito Peixoto. Instalou-se nas cercanias do atual município de Viamão. Outro marco foi a chegada e fixação de residência de Francisco Carvalho da Cunha, em 1741, no sítio Estância Grande, onde foi erguida a capela da Nossa Senhora da Conceição.

História da cidade de Viamão

No século XVIII o território do atual Rio Grande do Sul já deixara de ser apenas uma zona de passagem entre Laguna e Colônia do Sacramento. A riqueza de seus campos já fizera com que colonizadores aqui se fixassem. E entre esses, inclusive um dos integrantes da frota de João de Magalhães, Cosme da Silveira, que já em 1725 se teria localizado em terras do atual município de Viamão.

Em 1741, Francisco Carvalho da Cunha estabelece-se nos campos de Viamão, no sítio chamado Estância Grande, onde ergueu a capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição.

Com a vinda de elementos açorianos, a quem foram doadas várias sesmarias, o povoamento recebeu grande impulso.

Elevada à categoria de freguesia em 1747, por ocasião da invasão castelhana (1766) se instalava nela a sede do governo da capitania. E em 1880 desmembra-se de Porto Alegre para tornar-se vila e sede do município. A importância histórica e social de Viamão iniciou quando foi sede das primeiras estâncias de criação de gado. Os grandes rebanhos de gado e cavalos, que existiam na campanha do Rio do Prata, transitavam por Viamão para serem comercializados em Laguna (SC).

A partir de 1732, O Rio Grande de São Pedro - como era conhecido o Rio Grande do Sul - passou a atrair colonizadores que se radicaram na região de Viamão. O município, portanto, foi um dos primeiros núcleos de povoamento do Estado (formado por lagunenses, paulistas, escravos e portugueses). Só a partir de 1752 chegaram os primeiros casais de imigrantes açorianos, que desembarcaram na região de Itapuã. Esses açorianos são os mesmos que colonizaram a região dos Porto dos Casais, atual capital do Estado. Além de Porto Alegre, a população de Viamão originou cidades como Santo Amaro, Triunfo, Rio Pardo, Taquari e as cidades do litoral norte. Os habitantes primitivos foram os índios mbyá-guaranis e kaingangs.

Em 1763, a cidade recebeu o governo do RS, que tinha a sede na Vila do Rio Grande, e que transferiu devido à invasão do estado pelos espanhóis. Viamão se conservou sede do governo até 1773. Nesta época, a sede foi transferida para Porto dos Casais (atual Porto Alegre). Viamão também foi palco de operações militares na época farroupilha. Até hoje, restos de embarcações farrapas repousam no fundo das águas do Guaíba, em Itapuã, no canal a Ilha do Junco e o Morro da Fortaleza.

A origem do nome Viamão é muito controversa. Uma das versões é a de que, a certa altura do Rio Guaíba, pode-se avistar cinco afluentes (rios Jacuí, Caí, Gravataí, Taquari e dos Sinos), que formam uma mão espalmada. Daí a frase: Vi a mão. Conforme alguns, seria originário do nome ibiamon, que significa Terras de Ibias (pássaros). Outros afirmam que seria uma passagem entre montes, o que chamavam de via-monte. E existe ainda o relato de que teria como origem o antigo nome da província de Guimarães, em Portugal: Viamara.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Viamão, por Provisão de 14-09-1741, subordinado ao município de Porto Alegre.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Viamão, por Lei Provincial n.º 1.247, de 11-06-1880, desmembrado de Porto Alegre. Foi sede provisória do governo da antiga capitania em 1763. Constituído do distrito sede. Instalado em 16-10-1880.

Por Ato Municipal n.º 07, de 07-02-1895, foram criados os distritos de Lombas, Estiva e Itapuan e anexados ao município de Viamão.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 3 distritos: Viamão, Itapuan e Lombas, não figurando o distrito de Estiva.

Por Ato Municipal n.º 14, de 31-01-1925, é criado o distrito de Passo da Areia e anexado ao município de Viamão.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 4 distritos: Viamão, Estiva, Itapuan e Passo da Areia, não aparecendo o distrito de Lombas.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo Decreto Estadual n.º 7.199, de 31-03-1938, Passo da Areia figura como simples zona do distrito de Itapuã. Sob o mesmo decreto Estiva figura como simples zona do distrito de Viamão.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é formado por 2 distritos: Viamão e Itapuã.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: Viamão e Itapuã.

Pela Lei Municipal n.º 216, de 22-09-1952, é criado o distrito de Passo do Feijó e anexado ao município de Viamão.

Pela Lei Municipal n.º 282, de 03-12-1953, é criado o distrito de Passo do Sabão e anexado ao município de Viamão.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 4 distritos: Viamão, Itapuã, Passo do Feijó e Passo do Sabão.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Pela Lei Estadual n.º 736, de 20-06-1962, foram criados os distritos de águas Claras, Capão da Porteira, Espigão e Passo da Areia e anexados ao município de Viamão.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 8 distritos: Viamão, águas Claras, Capão da Porteira, Espigão, Itapuã, Passo da Areia, Passo do Feijó e Passo do Sabão.

Pela Lei Estadual n.º 5.026, de 17-09-1965, desmembra do município de Viamão o distrito de Passo do Feijó. Elevado à categoria de município com a denominação de Alvorada.

Pela Lei Estadual n.º 10.626, de 28-12-1995, as localidades de Parque índio e Jarí deixa de pertencer o município de Viamão para ser anexado ao município de Porto Alegre.

Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 7 distritos: Viamão, águas Claras, Capão da Porteira, Espigão, Itapuá, Passo da Areia e Passo do Sabão.

Em divisão territorial datada de 1999, o município é constituído de 8 distritos: Viamão, águas Claras, Capão da Porteira, Espigão, Itapuã, Passo da Areia, Passo do Sabão e Vianópolis.

Pela Lei Municipal n.º 2.087, de 08-04-1991, é criado o distrito de Viamópolis e anexado ao município de Viamão.

Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído de 8 distritos: Viamão, águas Claras, Capão da Porteira, Espigão, Itapuã, Passo da Areia, Passo do Sabão e Viamópolis.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Prefeitura Municipal

Código do Município

4323002

Gentílico

viamonense

Prefeito

ANDRÉ NUNES PACHECO

População
População estimada [2018]254.101 pessoas  
População no último censo [2010]239.384 pessoas  
Densidade demográfica [2010]159,91 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,4 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]25.113 pessoas  
População ocupada [2016]9,9 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]30,6 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]95,9 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,1  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3,8  
Matrículas no ensino fundamental [2017]35.549 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]7.433 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]1.560 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]493 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]98 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]23 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]13.126,06 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]66,7 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,717  
Total de receitas realizadas [2017]470.583,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]413.102,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]9,02 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]34 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.497,094 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]75,4 %  
Arborização de vias públicas [2010]70,8 %  
Urbanização de vias públicas [2010]30,5 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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