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Tapes - Rio Grande do Sul



Tapes faz parte do estado do Rio Grande do Sul, uma praia que fica na Costa Doce.É uma cidade pequena, com várias fazendas.No centro, há lojas, mas não há lojas muito grandes, como nas cidades grandes.Uma cidade onde há vários casarões, principalmente na beira da lagoa.Os terrenos na beira da Lagoa são os mais caros, onde a maioria são pessoas de origem rica.

Sua população, de acordo com estimativa do IBGE, é de 17.143 habitantes, mas no verão, chegam turistas de muitos lugares.Os bairros são muito calmos, mas o centro, é agitado. É um município que faz parte da mesorregião Metropolitana de Porto Alegre.

A Lagoa dos Patos é considerada a sua maior riqueza natural, sendo responsável pelo desenvolvimento do setor turístico no município.

História da cidade de TAPES RIO GRANDE DO SUL Monografia - nº 168 Ano: 1958

ASPECTOS HistóricoS A FIRMAM alguns historiadores, embora não precisando datas, que por volta do ano de 1808, já existia em Dores de Camaquã (primitivo topônimo do atual Município de Tapes), pequeno núcleo populacional, constituído de gente oriunda de Rio Pardo e outras paróquias vizinhas.

As mais antigas referências, porém, que fixam nomes e datas, são as do ano de 1817, quando D João VI doou a sesmaria de Nossa Senhora do Carmo a Manuel José Alencastro. Por essa época, já não habitavam mais a região seus primitivos ocupantes, grupo fragmentado de silvícolas pertencentes a família dos Tapes.

Após a morte de Alencastro, seus sucessores venderam a sesmaria ao guarda-mor José de Oliveira Guimarães, o qual por sua vez a transmitiu ao major de milícias Patrício Vieira Rodrigues.

Em 1831, o território pertencia ao Município de Triunfo. Com a vinda de novos povoadores, Patrício Vieira Rodrigues, que gozava de prestigio junto a corte do imperador D. Pedro I, obteve a mercê do Decreto Provincial de 29 de agosto de 1833, criando a Paróquia de Nossa Senhora das Dores de Camaquã.

à margem da lagoa dos Patos, este colonizado instalara, em 1832, uma charqueada para exploração da indústria saladeiril. Dispunha, então, de embarcações próprias, com as quais fazia o escoamento da produção para os portos de Pelotas e Rio Grande.

A cidade teve sua origem nas cercanias desse estabelecimento, em torno do qual se foram erguendo as choupanas e ranchos de palha de butiá, moradia dos escravos e auxiliares da charqueada.

Com a Revolução Farroupilha, Vieira Rodrigues exilou-se na Republica Oriental do Uruguai de onde regressou em 1840, retomando suas atividades na região e procurando reconstruir seu estabelecimento.

Formação Administrativa

A 15 de abril de 1846, a paróquia e anexada ao Município de Porto Alegre, tornando-se autônoma a 16 de novembro (ou dezembro) de 1857 através da Lei provincial n.° 402, quando foi elevada à categoria de vila e sede de município.

Depois da morte de Vieira Rodrigues. que muito lutara pela emancipação da região, voltou Dores de Camaquã a ser anexada a Porto Alegre (em 1860, aproximadamente).

O progresso do Município, porém, leva o governo a elevá-lo novamente à categoria municipal (Lei de 9 de agosto de 1875 ou de 19 de abril do mesmo ano, segundo outra forte): em 1911, entretanto, é outra vez anexado como distrito ao Município de Porto Alegre; em 1913 o Decreto n.° 1 993, de 25 de junho, restaurou o Município, com sede na vila de Dores de Camaquã.

A revolução assisista, dirigida contra o presidente do Estado, Borges de Medeiros, leva a 15 de abril de 1923 o chefe revolucionário José Antônio Neto a ocupar a vila, que a 25 de maio do mesmo ano é tomada pelo coronel João Nunes de Campos.

Cessada a luta, volta-se a população para a campanha da transferência da sede municipal para Tapes, culminando com a votação e aprovação da mesma pelo Conselho Municipal a 9 de maio de 1928 (o Decreto-estadual de 6 de Janeiro de 1929 confirma essa mudança).

Em 1950, data em que se realizou o VI Recenseamento Geral do Brasil, o Município era constituído dos distritos de Tapes, Cerro Grande e Vasconcelos.

Em 1.° de janeiro de 1958, a situação administrativa permanece inalterada.

Fonte: IBGE

Código do Município

4321105

Gentílico

tapense

Prefeito

SILVIO LUIS DA SILVA RAFAELI

População
População estimada [2018]17.266 pessoas  
População no último censo [2010]16.629 pessoas  
Densidade demográfica [2010]20,62 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]2.466 pessoas  
População ocupada [2016]14,2 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]33 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,8 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,1  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3,7  
Matrículas no ensino fundamental [2017]2.257 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]482 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]146 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]39 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]10 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]19.591,84 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]74,7 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,695  
Total de receitas realizadas [2017]53.514,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]45.270,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]5,46 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,1 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]6 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]806,296 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]82,8 %  
Arborização de vias públicas [2010]85,6 %  
Urbanização de vias públicas [2010]20,3 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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