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São José do Ouro - Rio Grande do Sul



São José do Ouro faz parte do estado do Rio Grande do Sul.

O povoamento teve início em 7 de setembro de 1912. A origem predominante dos habitantes era italiana.

Por sugestão de José Gelain, em 1 de novembro de 1912, sete dos primeiros colonizadores pioneiros reuniram-se juntamente com Luiz Vanz para tratar da construção da primeira capela, sendo orago São José.

História da cidade de São José do Ouro

O povoamento teve início em 7 de setembro de 1912. A origem predominante dos habitantes foi italiana.

Por sugestão de José Gelain, em 1º de novembro de 1912, sete dos primeiros colonizadores reuniram-se juntamente com Luiz Vanz para tratar da construção da primeira capela, em homenagem a São José.

Uma das versões sobre o nome advém de uma lenda, contada assim: Cansado das duras batalhas contra os inimigos na Guerra do Paraguai, o soldado Chico Felipe só tinha uma idéia na cabeça. Queria ficar muito rico. Não importava como. (...) Com uma mão na frente outra atrás, Chico veio parar nas terras onde hoje se localiza o município de São José do Ouro. Naquele tempo fora os índios coroados, ninguém, mais morava na região. Registra a história que o dono destas terras vastas, era um cidadão chamado José Alves, as quais vendeu para o soldado desertor. Daí para diante o soldado não parou de prosperar, amigo do cacique, convenceu os índios a ajudá-loa na construção de uma estrada que ligasse São José do Ouro a Lagoa Vermelha e a São Sebastião do Caí, criando um corredor de passagem para todos que passassem por aquelas bandas. Chico desposou uma de suas escravas, chamada Maria Joana, filha de uma fulana chamada Bernardina. Doente, sentindo a morte chegar, doou todos seus bens para a família da sogra. Porém a maior parte de sua riqueza acumulada em ouro, ele guardou consigo. Chico Felipe juntou o seu precioso lote e com a ajuda de um escrava enterrou-o nas imediações de São José do Ouro e por precaução, junto à cova do tesouro foi enterrado o escravo que Chico Felipe matou para que não revelasse o local onde agora fazia a sua fortuna. O seu tesouro, é claro, não foi esquecido pelos moradores do município. O local tido como mais provável de todos é a Lagoa do Ouro.

Os colonizadores praticavam a agricultura de sobrevivência, produzindo produtos básicos e criando animais domésticos como gado suínos e aves.

Em 1940, a industrialização da madeira, especialmente do pinheiro araucária, espalhou dezenas de serrarias pelo atual território de São José do Ouro, trazendo significativo progresso.

Formação Administrativa

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Lagoa Vermelha o distrito de Vazulmiro Dutra.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o distrito já denominado São José do Ouro permanece no município de Lagoa Vermelha.

Elevado à categoria de município com a denominação de São José do Ouro, pela Lei Estadual n.º 3.822, de 10-09-1959, desmembrado de lagoa Vermelha. Sede no antigo distrito de São José do Ouro. Constituído de 2 distritos: São José do Ouro e Gustavo Berthier. Instalado em 01-01-1960.

Pela Lei Municipal n.º 22, de 15-02-1960, foram criados os distritos de Espigão Alto e Farrapos e anexados ao município de São José do Ouro.

Pela Lei Municipal n.º 7, de 08-02-1960, é criado o distrito de Santo Expedito e anexado ao município de São José do Ouro.

Pela Lei Estadual n.º 32, de 06-06-1960, é criado o distrito de São Pedro do Iraxim e anexado ao município de São José do Ouro.

Pela Lei Municipal n.º 79, de 12-12-1961, o distrito de Gustavo Berthier tomou a denominação de Tupanci.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 6 distritos: São José do Ouro, Espigão Alto, Farrapos, Santo Expedito, São Pedro do Iraxim e Tupanci (ex-Gustavo Berthier).

Pela Lei Estadual n.º 4.732, de 30-05-1964, desmembra do município de São José do Ouro o distrito de Espigão Alto, para constituir o novo município de Barracão.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído de 5 distritos: São José do Ouro, Farrapos, Santo Expedito, São Pedro do Iraxim e Tupanci.

Pela Lei Municipal n.º 452, de 03-08-1977, é criado o distrito de Tanque e anexado ao município de São José do Ouro.

Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 6 distritos: São José do Ouro, Farrapos, Santo Expedito, São Pedro do Iraxim, Tanque e Tupanci.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.

Pela Lei Estadual n.º 9.590, de 20-03-1992, desmembra do município de São José do Ouro o distrito de Santo Expedito. Elevado à categoria de município com a denominação de Santo Expedito do Sul.

Pela Lei Estadual n.º 9.629, de 20-03-1992, desmembra do município de São José do Ouro o distrito de Tupanci. Elevado à categoria de município com a denominação de Tupanci do Sul.

Pela Lei Municipal n.º 967, 08-12-1992, é criado o distrito de Cerro Azul e anexado ao município de São José do Ouro.

Pela Lei Municipal n.º 968, de 08-12-192. é criado o distrito de Vila Souza e anexado ao município de São José do Ouro.

Pela Lei Municipal n.º 969, de 08-12-1992, é criado o distrito de Brugnarotto e anexado ao município de São José do Ouro.

Pela Lei Municipal n.º 1022, de 18-08-1993, é criado o distrito de São Miguel e anexado ao município de São José do Ouro.

Pela Lei Municipal n.º 1.023, de 18-09-1993, é criado o distrito de Marmeleiro e anexado ao município de São José do Ouro.

Pela Lei Municipal n.º 1.033, de 17-09-1993, é criado o distrito de Jardim Alegre e anexado ao município de São José do Ouro.

Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído de 9 distritos: São José do Ouro, Brugnarotto, Cerro Azul, Jardim Alegre, Marmeleiro, São Miguel, São Pedro do Iraxim, Tanque e Vila Souza.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração Toponímica Distrital

Vazulmiro Dutra para São José do Ouro, alterado pela Lei Municipal n.º 167, de 27-04-1956.

Fonte: Prefeitura Municipal Confederação Nacional de Municípios

Autor do Histórico: JOãO ALBERTO BERNARDI

Código do Município

4318606

Gentílico

ourense

Prefeito

ANTONIO JOSÉ BIANCHIN

População
População estimada [2018]6.945 pessoas  
População no último censo [2010]6.904 pessoas  
Densidade demográfica [2010]20,62 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]1.702 pessoas  
População ocupada [2016]23,9 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]31,9 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]100 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,9  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,2  
Matrículas no ensino fundamental [2017]726 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]175 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]54 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]18 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]6 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]37.718,45 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]89,4 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,755  
Total de receitas realizadas [2017]24.465,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]21.290,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]28,17 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]7,9 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]3 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]334,774 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]76,7 %  
Arborização de vias públicas [2010]57,8 %  
Urbanização de vias públicas [2010]42,5 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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