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Santa Tereza - Rio Grande do Sul



Santa Tereza faz parte do estado do Rio Grande do Sul. O nome do município foi escolhido pelo chefe da Colonização Italiana, Joaquim Rodrigues Antunes, em homenagem a sua esposa Teresa.

Encontra-se a uma latitude 29º10′08" sul e a uma longitude 51º44′07" oeste, estando a uma altitude de 87 metros.

Possui uma área de 77,742km² e sua população estimada em 2004 era de 1 604 habitantes.

História da cidade de SANTA TEREZA

Santa Tereza, denominação surgida com expressão de gratidão e amor do Engenheiro Chefe da Colonização Sr. Joaquim Rodrigues Antunes, pela suaesposa Tereza.

A Colonização começou em 1875, por imigrantes italianos e poloneses que se instalaram as margens do Rio Taquari, na Linha José Júlio.

Em 1886, foi construída a primeira capela de madeira benta pelo Reverendo Padre Finotti. Em 08.07.1887, foi criada a paróquia de Santa Tereza e em 12.03.1888, o Monsenhor Sebastião Laranjeiras, nomeou o Padre Don Giosué Bardin, como primeiro Pároco de Santa Tereza.

Em 1914 chega em Santa Tereza o primeiro barco a vapor.

Em 15.10.1916 o então Prefeito Municipal de Bento Gonçalves Marques de Carvalho Júnior decretava a criação de Distrito de Santa Tereza e no então o professor Félix Montanari, correspondente do jornal "IL CORRIERE D ITáLIA, SETTIMANALE PER LA COLONIA ITALIANA", vislumbra possibilidades de progresso para a comunidade.

O transporte naquela época era feito por balsas pelo Rio Taquari, considerado um verdadeiro porto, uma vez que era única ligação com outros municípios e a capital do Estado. A madeira para a construção das casas, o querosene, a produção rural, tudo era transportado através de balsas, principalmente, na época das cheias. A partir daí deu-se o desenvolvimento que tinha seu ponto alto no comércio de produtos agrícolas, madeiras, peles, aguardentes, etc. Em 1894, foi responsável pela exportação de banha, alfafa, couros e madeira, representando nada menos que 75 contos de reis no orçamento do município, conforme relatórios do Intendente Municipal.

Através de contatos, principalmente com a capital do Estado, fez-se presente a influência porto-alegrense, não só na economia, mas também, a arquitetura em alvenaria externou a sua grandiosidade. Na educação, não foram poucos os que ingressaram em escolas e universidades que puderam obter uma educação mais qualificada: vários médicos, dentistas, advogados, padres, religiosos, reitores e políticos tiveram seus berços às margens do Rio Taquari.

A torre da Igreja Matriz, com 45 metros de altura, uma réplica da torre de Fagaré Dela Bataglia Treviso Itália construída por Massimiliano Cremonese, natural de San Biaggio Di Calalta Cremona, nascido aos 31.01.1898. veio para o Brasil em dezembro de 1927 com Alexandre Brunello, e logo a seguir iniciou-se a construção da torre em 1928.

Devemos honras e elogios a estes antigos como: Cessare Appiani e

Maria Savóia, italianos e legítimos fabricantes de gaitas no Brasil construída em 1910; Amadeu Stringhini, proprietário de uma grandiosa organização comercial, fundada em 1911; Moinho Colonial de Carlos Giordani, fundado em 1904; Vergílio Franceschini, também poderoso comerciante em 1905; Amadeu e Ermelindo Picinini, curtume em 1923; Feliciano Valduga, proprietário de um oficina que iniciou em 1902; Ferdinando Ferronato, com casa comercial, fundada em 1915; Guerino Acco proprietário de um hotel; Hotel Central da Família Foppa, mais antigo construído em 1890; Indústria de Ferramentas de Abramo Caumo; empresa de ônibus de Stringhini, Tosi e Irmãos Finatto;

Fábrica de queijos de Veríssimo Brum; fábrica de refrigerantes da família Dala Laste e Ervécio Lisboa; alfaiataria de Adolfo Polli; Aclídio Mielle e Marcos Brum; fabricantes de alambiques e máquinas de sulfatar de Luiz Pasini; descascador de arroz de Olímpio Valduga; aluguéis de automóveis de Felicano Valduga; sapataria de Fausto Mielle e Ernesto Casagrande; Cartório de Francisco Botta Filho; hospital e farmácia de Amadeu Picinini; Ferdinando Ferronato, com sua casa comercial fundada em 1915 e José Franceschini comercializava grande parte dos produtos agrícolas na capital do estado. Usina de Alexandre Dnielli, carrocerias de Júlio Tosi e Sexto Mattia, construtores de moinhos de João Zanizela, comércio de Miguel Lahude, Roberto Prezzi, Luiz Bonamigo, Eduardo Stringhini e Cecílio Picinini. Olaria da família Acco e outros elementos da comunidade, como os senhores Domingos Vignatti, ongelo Ceriotti, Eugênio Lucietto e Alexandre Remus excelentes colaboradores.

Devido à distância até a sede do município e as precárias condições das estradas e meios de transportes, a população se conscientizou que necessitava urgente de um hospital, os terezinos entusiasmados na época com a idéia, colaboraram financeiramente para a construção da casa de Saúde Santa Tereza, que ficou concluída em 1926.

Em 1927 o Dr. Francisco Settineri, italiano que chegou ao Brasil em 1924, abria a Casa de Saúde do Doutor Settineri, que possuía uma moderna sala de operações e dez quartos para pacientes.

Além destes dois hospitais, o distrito na época possuía o Banco do Rio Grande, Banco Pelotense e Banco do Comércio.

Em meados de 1927, iniciou-se a construção da estrada que ligaria o distrito de Santa Tereza a Bento Gonçalves, sendo intendente do Município, João Batista Pianca.

Em 1928, foi criada a primeira Escola Municipal da Sede do Distrito, deixando de existir em 1938, quando foi criada uma Escola Estadual, com a nomeação de professores estaduais, criando Escolas Municipais nas linhas.

Não se tem dados oficiais, mas sabe-se por depoimento dos mais antigos que o primeiro professor foi o Senhor Félix Montanari.

Junto com o desenvolvimento, surgiu à idéia cooperativista e, em 1940 um grupo de colonos liderados por Valentim Agostini e Luiz Vignatti, movimentou-se no sentido de despertar interesses para uma cooperativa com o objetivo de libertar-se do ônus de intermediários. Em 05.04.1941 com a colaboração dos Stringhini, conseguiram comprar o moinho do Sr. Carlos Giordani.

Logo após a criação, a cooperativa se notabilizou pela venda de cachaça, com a instalação de uma seção de consumo e a construção de um novo prédio para o moinho.

Não tardou e a Cooperativa passou por uma série crise, mas, graças à dedicação de muitas pessoas conseguiram superar e, aos poucos demonstrou crescimento, adquirindo a existência das casas de comércio do Sr. Cecílio Picinini e do Sr. Eduardo Stringhini. Também construíram um silo e um secador para cereais. Foi a primeira a introduzir a raça de suínos Large White, importados da Holanda e Alemanha e que se espalhou para todo o país.

A Cooperativa foi atuante em vários setores: No comércio, no escoamento e abastecimento de produtos, na saúde com atendimento médico e odontológico, na indústria, na telefonia e na eletrificação rural. A Cooperativa Santa Tereza passou por várias crises na sua caminhada, mas resistiu a todas.

Em 23.05.1949, foi inaugurada a nova Casa Paroquial, que é a atual.

Em 10.08.1942, foi criada a Sociedade Educativa e Cultural Santa Tereza.

Em 1951, realizou-se a construção do Salão Paroquial.

Em 24.01.1971, benção da nova Igreja Matriz por Don Benedito Zorzi, Bispo Diocesano de Caxias do Sul.

Em 11.01.1990, instalou-se no Município a Frangosul, com 2.000 matrizes e um total de 8.000 animais.

Como pode se verificar o distrito chegou a atingir um potencial econômico invejável, que poderia ser o ponto de partida para o desenvolvimento. Certamente que uma análise superficial não explicaria a estagnação que foi submetido. A partir de 1990, dentre estes motivos salientamos o isolamento geográfico, pelas péssimas condições de comunicações, o descaso do Poder Público Municipal com o distrito, o abandono de importantes famílias com o êxodo rural, bem como a saída de jovens para estudarem e em busca de melhores condições nos grandes centros.

Por estes motivos e não suportando mais a situação, o povo uniu-se e em 1990, nomeou uma Comissão Emancipacionista e após muita luta em 20 de março de 1992, o governador Alceu Collares decretou a criação do Município de Santa Tereza.

Em 1993, se instalou a Primeira Legislatura sendo o primeiro Prefeito eleito por consenso, o Sr. Denis Jorge Acco e Vice-Prefeito Sr. João César Constantino Prezzi. A primeira Câmara de Vereadores foi composta pelo Presidente: Gilberto Remus, Vice-Presidente: Nadir Guidini, Secretário: Luiz Carlos Riboldi e os demais: Arlindo Tristacci, Carlos Andreola, Cleimar Gentilini,

Paulo Ferronato, Valdecir Lava e Rudi Acco.

A Segunda Legislatura teve como Prefeito João César Constantino Prezzi e Luiz Carlos Riboldi como Vice-Prefeito.

Fonte: PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA TEREZA - RS

Autor do Histórico: JOSé INáCIO FINATTO

Código do Município

4317251

Gentílico

santa-teresense

Prefeito

GILNEI FIOR

População
População estimada [2018]1.734 pessoas  
População no último censo [2010]1.720 pessoas  
Densidade demográfica [2010]23,76 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,6 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]285 pessoas  
População ocupada [2016]16,0 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]17 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,6 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]-  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]-  
Matrículas no ensino fundamental [2017]126 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]35 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]16 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]7 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]4 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]20.545,11 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]88,6 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,746  
Total de receitas realizadas [2017]12.244,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]10.448,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]0 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]-  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]1 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]73,976 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]92,3 %  
Arborização de vias públicas [2010]96,4 %  
Urbanização de vias públicas [2010]25,1 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  6. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  7. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  10. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  11. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  15. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  16. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  17. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  18. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  19. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  20. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  21. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  22. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  23. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  24. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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