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Santa Cruz do Sul - Rio Grande do Sul



Santa Cruz do Sul é uma cidade no estado do Rio Grande do Sul.

A cidade é conhecida por ser a sede da maior Oktoberfest do Rio Grande do Sul, ser a sede do maior festival de arte amadora, segundo a UNESCO, o Encontro de Arte e Tradição e, pelo Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul.

Santa Cruz do Sul é um dos principais núcleos da colonização alemã do Rio Grande do Sul. A colônia foi fundada por lei provincial em 6 de dezembro de 1847. Os primeiros habitantes da cidade vieram dos distantes lugares das regiões do Reno e da Silésia, em 1849. Eles se estabeleceram na Colônia Picada Velha, hoje conhecida como Linha Santa Cruz.

História da cidade de SANTA CRUZ DO SUL RIO GRANDE DO SUL Monografia nº: 535 Ano: 1972

ASPECTOS HistóricoS O MUNICíPIO de Santa Cruz do Sul firma suas origens na antiga colônia de Santa Cruz criada a partir de 1847 no Município de Rio Pardo, Distrito de Serra do Botucaraí, entre a margem esquerda do rio Pardo e o arrolo Taquarimirim.

Sua fundação resultou do propósito da Câmara Municipal de Rio Pardo, então próspero centro de comércio, de estabelecer comunicação com a zona serrana da Província para atrair o comércio aquela região.

Aberta a estrada, o governo da Província concedeu, em 1847, sesmarias a João Faria da Rosa e outros. Foram demarcados os primeiros lotes na Picada ou Linha Santa Cruz (antigo rincão de Santo Antônio), destinados a imigrantes alemães Procedeu à medição das terras o engenheiro Francisco Augusto de Vasconcelos Almeida Pereira Cabral, auxiliado por João Guilherme Werlang.

A 19 de dezembro de 1849, iniciou-se o povoamento da colônia, sendo distribuídos lotes a Augusto Wutke, Frederico Tietze, Augusto Mandler, Gottlieb Pohl, Augusto Raffler e Augusto Anold, provenientes da Silésia e do Rheno. Estes já encontraram, no Faxinal de João Faria, além deste, Gregório Silveira, José Rodrigues de Almeida e Agostinho Antônio de Barros. Em casa de João Faria Rosa eram acolhidos e abrigados os colonos recém-chegados, enquanto não ocupavam os seus lotes.

Nos dois anos subsequentes chegaram novos imigrantes; servia como intérprete João Beckenkamp, função mais tarde desempenhada por Frederico Bruck.

Os primeiros habitantes, instalados em choupanas ou ranchos cobertos de palha de jerivá, cultivavam mandioca, milho, feijão, batata e outros produtos da terra. A cultura do fumo, iniciada com sementes cubanas e ainda incipiente, já então prenunciava o desenvolvimento atual.

Santa Cruz tornou-se uma das colônias mais prósperas do Sul do País. Face a esse desenvolvimento, tratou o governo provincial de escolher o local para a futura povoação, feito o que, promulgou lei de 25 de novembro de 1852, desapropriando parte da antiga propriedade de João Faria Rosa, então pertencente ao Comendador Antônio Martins da Cruz Jobim. Eram 1.968.750 braças quadradas, avaliadas em Rs. 4: 473$840. A lei, entretanto, não chegou a ser cumprida, sendo a gleba a que se referia adquirida por compra ao Comendador, que possuía também o título de Barão do Cambahy.

A demarcação e o levantamento da planta da povoação ficaram a cargo do Capitão-Tenente da Armada Francisco Cândido de Castro Menezes. As edificações iniciaram-se em 1855.

Na sede, os pioneiros foram Lucas Antônio Espíndola, José Leite Maciel, Paulo da Cunha, Francisco Gonçalves da Rosa e José Cândido de Oliveira. O primeiro a edificar uma casa na povoação foi Guilherme Lewis, no lote 1, da quadra H, que Ihe fora concedido naquele ano. Ainda em 1855, abriu-se concorrência pública para edificação de uma capela católica.

Tão promissor o progresso da colônia, que em 1859 era elevada à freguesia, instalada a 6 de julho do ano seguinte pelo Padre Manoel José da Conceição Braga, seu primeiro vigário. à mesma época chegava novo grupo de imigrantes alemães, juntamente com elementos que se estabeleceram em outros núcleos, notadamente de São Leopoldo: entre eles, Bernardo Stein.

Em 1862 tiveram início os trabalhos de construção da primeira igreja evangélica, terminada em 1867 pelo Pastor Hermann Bergfried.

Com o correr dos anos, em face do crescimento e prosperidade, a colônia obteve a desejada autonomia político-administrativa instalando-se a Câmara de Vereadores em 1878.

Santa Cruz do Sul ofereceu valiosa contribuição ao País por ocasião da Guerra do Paraguai; entre seus habitantes podem ser mencionados Pedro Werlang, que obteve, por atos de bravura, as medalhas de Campanha do Uruguai, de Mérito Geral da Campanha do Paraguai e a Comenda da Ordem da Rosa, esta por decreto que Ihe conferiu ainda honras de Capitão do Exército Imperial. Além do Capitão Werlang, serviram à Pátria naquela memorável cruzada, seus dois irmãos Guilherme e João Werlang; os irmãos Henrique e Roberto Schuster; Henrique Kroth, Serafim e Trintão Schmidt, Gemenhardt que regressou oficial; Carlos Schott; Jacob Kiehi; Mueller; Wustrov; Jacob; Meile; Bauermann, Ellis Arthur Silveira, João Vasco Silveira; José Sisenando Coelho da Silva e outros.

Formação Administrativa O DISTRITO foi criado pela Lei provincial n.° 432, de 8 de janeiro de 1859 ou 1860, e o Município, sob a denominação de São João de Santa Cruz, pela Lei provincial n.° 1.079, de 31 de março de 1877, que o desmembrou do de Rio Pardo.

Instalado a 30 de setembro do ano seguinte, recebeu a sede foros de cidade por Decreto estadual n.° 837, de 19 de novembro de 1905.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o Município, que então se denominava Santa Cruz, compunha-se de cinco distritos: Santa Cruz, Vila Tereza, Pinhal, Estância e Monte Alverne;

o mesmo ocorria por ocasião do Censo de 1920, aparecendo o Distrito de Erval de Baixo em substituição ao de Pinhal.

Em 1933, subdividia-se em sete distritos: Santa Cruz, Vila Tereza, Pinhal, Sete Léguas, Monte Alverne, Sinimbu e Trombudo. Já nos quadros territoriais de 1936/37 e no anexo ao Decreto estadual n.° 7.199, de 31 de março de 1938, os distritos tinham a denominação de Santa Cruz, Vila Tereza, Erval (Erval São João, em 1936), Estância, Monte Alverne, Sinimbu e Trombudo.

Segundo o Decreto estadual n.° 7.842, de 30 de junho de 1939, a vigorar até 1943, eis a relação dos distritos: Santa Cruz, Tereza (ex-Vila Tereza) Monte Alverne, Sinimbu, Erveiras (ex-Erval), Sete Léguas (ex-Estância) e Trombudo.

Por força do Decreto-lei estadual n.° 720, de 29 de dezembro de 1944, que estabeleceu a divisão territorial para vigorar no quadriênio 1945-48, o Município e o Distrito-sede passaram a denominar-se Santa Cruz do Sul, comportando ainda os distritos de Tereza, Monte Alverne, Sinimbu, Erveiras Sete Léguas e Trombudo; ainda em 1950 continuava a mesma composição.

Pela divisão territorial de 1.° de julho de 1960 existiam os seguintes distritos: Santa Cruz do Sul, Boa Vista, Erveiras, Fontoura Gonçalves (criado por Lei municipal n.° 2/59, de 20-4-1959), Formosa Gramado Xavier Linha Santa Cruz (criado por Lei municipal n.° 3/58, de 28-7-1958), Monte Alverne Paredão (criado por Lei municipal n.° 10/58, de 29-12-1958), Rio Pardinho, Serafim Schmidt (ex-Sete Léguas), Sinimbu e Trombudo.

A Lei municipal n.° 1.341, de 9 de dezembro de 1969, extinguiu os distritos de Linha Santa Cruz, Paredão, Fontoura Gonçalves, permanecendo os distritos de Santa Cruz do Sul, Boa Vista, Monte Alverne, Sinimbu, Erveiras, Serafim Schmidt, Trombudo, Gramado Xavier, Rio Pardinho e Formosa.

A 12 DE ABRIl. de 1933 foi criada a Comarca de Santa Cruz. Pelo quadro da divisão territorial de 31-12-36 formavam a Comarca os termos judiciários de Santa Cruz, Venâncio Aires e Jacuí. Em 1937, dividia-se em três termos: Santa Cruz, Sobradinho e Venâncio Aires, situação ainda vigente em 31-31938, segundo Decreto estadual n.° 7.199.

Já em 28 de dezembro de 1938 de acordo com o fixado pelo Decreto estadual n.° i.643, a Comarca passou a abranger apenas os termos de Santa Cruz e Venâncio Aires. O Termo de Sobradinho foi transferido para a Comarca de Candelária, conforme Decreto estadual n.° 7.842, de 30 de junho de 1939, que retificou a divisão territorial do Estado.

Em 29 de dezembro de 1944, segundo Decreto estadual n.° 720, a Comarca, o Termo e o Município tiveram o topônimo alterado para Santa Cruz do Sul, continuando a Comarca a manter jurisdição sobre os termos judiciários de Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires.

Comarca é de 3.ª entrância, com duas varas, e jurisdição sobre o Município de Vera Cruz.

Fonte: IBGE

Código do Município

4316808

Gentílico

santa-cruzense

Prefeito

TELMO JOSE KIRST

População
População estimada [2018]129.427 pessoas  
População no último censo [2010]118.374 pessoas  
Densidade demográfica [2010]161,40 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,8 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]49.444 pessoas  
População ocupada [2016]39,0 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]23,2 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,3 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,4  
Matrículas no ensino fundamental [2017]14.076 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]3.612 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]982 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]298 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]49 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]15 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]63.536,14 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]72,2 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,773  
Total de receitas realizadas [2017]439.345,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]407.140,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]7,97 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,7 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]64 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]733,409 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]90,3 %  
Arborização de vias públicas [2010]86,3 %  
Urbanização de vias públicas [2010]57,3 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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