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Pedras Altas - Rio Grande do Sul



Pedras Altas faz parte do estado do Rio Grande do Sul.

Pedras Altas herdou seu nome da própria região, devido às pedras existentes a uns três quilômetros da localidade.

Em meados do século XIX a região era conhecida como "Coxilha das Pedras Altas". A denominação foi encontrada em cartas escritas à família, por um oficial farrapo que estava acampado na localidade com as forças de Bento Gonçalves. A correspondência a qual estava escrita a denominação, foi publicada em um Almanaque de Porto Alegre no final daquele século.

Pedras Altas herdou seu nome devido às pedras existentes a três quilômetros da sede do município. Em meados do século IXX, a região era conhecida como Coxilha das Pedras Altas. A denominação foi encontrada em cartas escritas por um oficial Farrapo a sua família, quando este estava acampado na localidade com as forças de Bento Gonçalves. A correspondência na qual estava escrita a denominação, foi publicada em um Almanaque de Porto Alegre no final daquele século.

Entretanto, Joaquina de Assis Brasil, filha de Joaquim Francisco de Assis Brasil, em depoimento prestado ao historiador Antônio Dias Vargas, em 16 de fevereiro de 1969, disse-lhe o seguinte: Os engenheiros da estrada de ferro, a procura de local adequado para a instalação dos trilhos, descobriram duas pedras enormes, uma apoiada sobre a outra, com altura de aproximadamente cinco metros. Admirados com a obra da natureza, fizeram um esboço do achado, ao qual deram o nome de Pedras Altas. Isto, segundo Joaquina, originou o nome da estação férrea.

O início da povoação foi proporcionado pelo Comendador Manoel Faustino D′ávila, dono da Estância Vista Alegre, hoje, São Manoel, que em 1898 doou os terrenos de sua propriedade, situada na margem oeste de uma das estradas de acesso à estação férrea (atual Rua Visconde de Mauá), a ex-agregados e amigos.

O diplomata Joaquim Francisco de Assis Brasil e sua família, se instalaram em Pedras Altas em 1904, vinte anos depois da construção da estação da estrada de ferro em 1884.

Em 1904 Joaquim Francisco de Assis Brasil adquiriu 170 hectares. Em 1907 ele deu início à construção do Castelo, após concluir o galpão da ordenha das vacas. Em 1913 o castelo ficou pronto e Joaquim Francisco de Assis Brasil, sua esposa Lydia e seus filhos se mudaram para lá. Foram seis anos de construção. A construção tem a forma de castelo em homenagem a Lydia, sua segunda esposa. Como ela nasceu na Europa e morava numa casa semelhante, ele teve a idéia de proporcionar à esposa um ambiente familiar.

O estabelecimento da Granja Pedras Altas e a construção do Castelo, iniciada em 1907, idealizados por Joaquim Francisco de Assis Brasil e o Tratado de Paz de Pedras Altas da Revolução de 1923, em 14 de novembro de 1923, na Estância de Assis Brasil são fatos importantes da história do Estado.

Joaquim Francisco de Assis Brasil, diplomata, advogado, político, revolucionário, agropecuarista e escritor, eminente figura de homem público do Rio Grande do Sul e do País foi o representante dos rebeldes no Tratado de Paz de Pedras Altas e o Marechal Fernando Setembrino de Carvalho, Ministro da Guerra, enviado ao Sul, com plenos poderes, representante do Presidente da República. Este Tratado significou um ponto final no movimento revolucionário. Tal acordo foi precedido de entendimentos com o Presidente do Estado, Dr. Antônio Augusto Borges de Medeiros.

Dr. Assis foi a personalidade central nos eventos que marcaram a revolução de 1923. Ele se opunha ao então governo de Borges de Medeiros, que era o herdeiro político de Júlio de Castilhos. O Borges de Medeiros se fez presidente do estado logo após Júlio de Castilhos e se perpetuou no poder. Em 1923, o Dr. Assis Brasil se candidatou à presidência do estado para interromper as sucessivas vitórias de Borges de Medeiros. Então ele surgiu como uma figura centralizadora e catalisadora dos anseios de grande parte da população que queria uma mudança.

O desejo de mudança resultou numa votação enorme. A Aliança Libertadora, à qual pertencia o Dr. Assis Brasil, teve uma votação extraordinária, mas as eleições foram fraudadas e ele perdeu. Isso ocasionou a revolução de 1923 que teve Assis Brasil por seu chefe civil.

A revolução de 1923 durou 11 meses. Os republicanos d Borges de Medeiros foram chamados de "chimangos" e seus oponentes ligados a Assis Brasil foram denominados "maragatos". O castelo se tornou um alvo chimango durante a revolução. Com os combates, a família de Assis Brasil deixa o local e a fortaleza é invadida. Tempos depois, Assis Brasil não permitiu o conserto de uma vidraça quebrada pelos inimigos durante a invasão, alegando que "toda a casa deve ter as suas cicatrizes".

Ele não conseguiu que o governo federal anulasse as eleições, mas conseguiu o Tratado de Pedras Altas onde ficaram estabelecidos muitos itens que iriam mudar a visão da política estadual e devolver a cidadania ao eleitor.

A paz de Pedras Altas, entre as forças políticas que apoiavam Borges de Medeiros e suas reeleições sucessivas e aquelas que haviam se insurgido contra isso sob o comando de Joaquim Franciso de Assis Brasil foi assinada no Castelo em 14 de dezembro de 1923. A Revolução de 1923 durara apenas 11 meses, mas projetara sombras de preocupação sobre o estado. Estavam vivas ainda em todas as famílias as recordações da guerra de 1893, que fora o mais desapiedado de todos os confrontos da história do Rio Grande. As histórias das degolas e dos degoladores estavam presentes no imaginário popular. O recomeço de um confronto entre chimangos (que apoiavam o governo) e libertadores provocou, por isso, a preocupação em todo o país.

A paz foi conquistada depois das negociações comandadas pelo Ministro da Guerra, General Fernando Setembrino de Carvalho, com a participação do Senador João Lyra, representante do Congresso. O acordo obtido em Pedras Altas previa o fim daquilo que os rebeldes chamavam de Ditadura Republicana que permitia a reeleição sucessiva de Borges de Medeiros. Este concluiria seu mandato e não mais de recandidataria.

O acordo foi importante para o Rio Grande do Sul. O sucessor de Borges de Medeiros no Governo Gaúcho seria Getúlio Vargas. Em 1930, a Frente única Rio-grandense teria forças para assumir o governo do País.

O Castelo de Pedras Altas conta com 44 cômodos e 12 lareiras. Assis Brasil ergueu a fortaleza com traços medievais numa das paisagens mais isoladas do Rio Grande do Sul para mostrar que era possível desfrutar a natureza sem ficar embrutecido. A idéia não era ostentar, mas enobrecer o campo. O diplomata, que privou com reis e chefes de Estado, achava que o arado e o livro eram as ferramentas do progresso. Em 1999, o Governo tentou tombar o castelo de Pedras Altas como monumento histórico, mas a família de Assis Brasil recusou, preferindo manter o castelo com a família.

Pedras Altas impulsionou a atrasada pecuária gaúcha da época. Assis Brasil importou vacas jersey da Inglaterra, robustos touros devon, cavalos árabes e ovelhas karakul e ideal. Só criava animais de raça, como galinhas white wyandotte trazidas dos Estados Unidos. Ele também introduziu novas espécies de árvores, como o eucalipto, construiu estrebarias, galpões e porteiras que ainda funcionam. Ainda inventou utensílios, como a bomba de chimarrão de mil furos que jamais entope e leva o seu nome.

Assis Brasil faleceu em 1938 e está sepultado no local denominado Boa Viagem, localizado nos fundos do castelo. A beleza de Pedras Altas atravessou os tempos. Seus ares de nobreza e mistério se misturam com tempos de sangue derramado, botas sujas de barro, trotes e relinchos de cavalos. é a própria história encravada em tempos modernos. Um castelo se impõe nas desoladas planícies do sul do Rio Grande do Sul, como testemunha da história dos gaúchos e seu patrimônio.

O Município emancipou-se de Herval e Pinheiro Machado em 16/04/1996, tendo sido instalado, sob permissão especial, somente a partir de 01/01/2001. A lei n° 171/2002 de 17 de dezembro de 2002, criou os distritos de Pedras Altas, Cerro do Baú, Arroio Mau e São Diogo.

Hoje sua base econômica é a agropecuária, principalmente lavouras de arroz, sorgo e milho, a bovinocultura de corte e leite e a ovinocultura.

Fonte: Site da Prefeitura Municipal de Pedras Altas, O texto de Nilson Mariano, publicado em Zero Hora, Porto Alegre, Ano 34, nº 11.681, 10/08/1997, páginas 47 a 49.

Autor do Histórico: LUIZ FLáVIO DE LIMA DIAS

Código do Município

4314175

Gentílico

pedras altense

Prefeito

LUIZ ALBERTO SOARES PERDOMO

População
População estimada [2018]2.010 pessoas  
População no último censo [2010]2.212 pessoas  
Densidade demográfica [2010]1,61 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,3 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]276 pessoas  
População ocupada [2016]12,7 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]39,6 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]94,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]-  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]-  
Matrículas no ensino fundamental [2017]278 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]66 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]45 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]7 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]5 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]44.081,80 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]84,1 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,640  
Total de receitas realizadas [2017]21.970,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]17.421,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]- óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,9 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]1 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.375,758 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]66,5 %  
Arborização de vias públicas [2010]31,1 %  
Urbanização de vias públicas [2010]6,8 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  10. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  11. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  15. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  16. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  17. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  18. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  19. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  20. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  21. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  22. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  23. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  24. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  25. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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