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Nova Prata - Rio Grande do Sul



Nova Prata faz parte do estado do Rio Grande do Sul.

Vamos nos reportar ao início do ano de 1800, do milênio passado,,logo após a conquista da região missioneira, realizada em 1801. Nos anos a seguir foi verificada a necessidade urgente de se dividir o Rio Grande do Sul em municípios, para de pronto melhor administrar a região. Foram então criados em 7 de outubro de 1809, os 4 primeiros municípios do Rio Grande do Sul: Porto Alegre, Rio Grande, Santo Antonio da Patrulha e Rio Pardo.

A Santo Antonio da Patrulha coube, através de sua Câmara, instalada em 3 de abril de 1811, administrar a vasta área municipal de 34.184 km², reunindo dentre outros distritos, o de São Paulo da Lagoa Vermelha, surgido na década de 1840.

História da cidade de NOVA PRATA

Localizado na Microrregião Colonial do Alto Taquari, localizado na Encosta Superior do Nordeste, distante 186 km da capital de Porto Alegre, numa altitude de 820m, conserva suas características mais autênticas: as propriedades coloniais, o linguajar e os costumes herdados da imigração italiana (principalmente), polonesa, alemã, portuguesa e outras em menor número.

Nova Prata limita-se ao:

- Norte: com Guabijú e André da Rocha

- Sul: com Vila Flores e Fagundes Varela

- Oeste: com Nova Bassano, Nova Araçá e Vista Alegre do Prata

- Leste: com Protásio Alves.

Desde cedo a atividade agrícola se aliou ao extrativismo vegetal, consubstanciado na exploração de ervais e madeira, sendo que esta última tornou-se a principal atividade da região até a década de 60. Hoje, com seu relevo estrutural fortemente dissecado, as grandes jazidas de basalto da formação da Serra Geral caracterizam esta área.

Primeiros Habitantes da Região de Nova Prata

A região territorial de Nova Prata era habitada por tribos de índios Caingangs (também conhecidos como Coroados), que somente mantiveram contato com a civilização descendentes de espanhóis, especificamente - por volta de 1850, e com eles iniciaram a negociar por meio de escambo. Há relatos de desentendimentos e rusgas, nos quais perderam a vida vários índios e espanhóis.

Mais tarde, Silvério Antônio de Araújo, entrando em entendimento com os índios Coroados, traçou a estrada que deveria dar acesso a Porto Alegre. O governo da Província do Rio Grande do Sul, informado disso, deu a Silvério Antônio de Araújo o direito de escolher terras, tornando-se este o proprietário de quase toda a área da atual sede de Nova Prata.

Em consequência da colonização, os índios Coroados se afastaram rumo aos Toldos de Casseros e Cacique Doble, localizados no município de Lagoa Vermelha; 7 de setembro, em Passo Fundo, e Ligeiro, em Erechim. Na atualidade, os descendentes dos Coroados acham-se nas reservas indígenas de Cacique Doble e Nonoai.

Vale salientar inclusive que, em homenagem aos primeiros habitantes destas plagas, um dos hotéis existentes atualmente em Nova Prata é denominado de "Hotel Coroados".

A Colonização

A quase totalidade da área da sede atual do município, de propriedade de Silvério Antônio de Araújo foi doada, posteriormente, por D. Plácida Vieira de Araújo à Sociedade Protetora da Igreja São João Batista do Herval, cuja liberalidade foi feita em 30 de setembro de 1904, conforme escritura pública.

D. Plácida Vieira de Araújo, espírito filantrópico e empreendedor, viúva de Silvério Antônio de Araújo, foi a maior proprietária de terras do município. Seus bens estavam compreendidos entre o arroio Retiro, divisa das comunas de Nova Prata com Veranópolis, e o rio da Prata, limite com o município de Lagoa Vermelha.

Representaram a Sociedade Protetora, da doação, os Srs. Henrique Lenzi, Vicente Peruzzo, Rafael Cherubini, Clemente Tarasconi e Fernando Luzzatto.

No estatuto da Sociedade estava evidenciado o espírito separatista da população pratense: A sede jurídica da fundação e, consequentemente, da Sociedade que a administra, é a vila de Alfredo Chaves, enquanto Capoeiras não se constituir politicamente em município autônomo.

As escrituras de doação e os estatutos da Sociedade Protetora foram redigidos pelo eminente jurisconsulto Plínio de Castro Casado. Os terrenos foram demarcados pelo agrimensor Francisco Carlos Resin Barreto Leite tanto na zona urbana, como na rural.

Iniciada a colonização, estabeleceram-se na região as primeiras famílias dos colonos: famílias Manoel Martins, Guedes, Moreira Teles (já radicados), Fernando Luzzatto, Henrique, Luiz, Rafael, Paulo Lenzi, Jacob Kurtz, Rodolpho e Emílio Schneider, Rafael Cherubini, Vicente, Marcos, Guerino e Eugênio Peruzzo, José Eccel, José Santetti, Miguel Magagnin, Jacob Enger, Luiz Cavani, João Kaminski, João Saggi, Joaquim Pires e outros.

Capoeiras era, naquela época, sede do segundo distrito de Alfredo Chaves, atual Veranópolis, no tempo, mais conhecida por Paese Novo. Foram instaladas algumas casas de comércio e pequenas indústrias, tornando-se Capoeiras ponto de abastecimento para uma vasta região, pois o norte do atual município de Lagoa Vermelha era mata virgem.

O novo povoado progredia rapidamente, contribuindo muito para este desenvolvimento o povoamento da zona rural. Em vista disso, começaram a surgir as primeiras pretensões emancipacionistas.

No entanto, somente no ano de 1923, começou a idéia de emancipação a tomar vulto, dela participando toda a população, que designou, após muitas reuniões, uma comissão, constituída pelos Srs. Henrique Lenzi, Cônego João Antônio Peres, Felix Engel Filho, Adolpho Schneider, Fernando Luzzatto, Clemente Tarasconi e Luiz Marafon, para ser portadora de um memorial endereçado ao então Presidente do Estado, Dr. Antônio Augusto Borges de Medeiros, solicitando a emancipação dos distritos de Capoeiras, Nova Bassano, Vista Alegre e mais a anexação dos distritos de Araçá, Paraí e Protásio Alves, estes pertencentes a Lagoa Vermelha, cujos habitantes alegavam a enorme distância que os separava de sua sede municipal e também a falta de comunicações. O Presidente do Estado recebeu com simpatia o pedido, prometendo, todavia, atender, oportunamente, as reivindicações dos membros da comissão.

Pouco tempo depois, eclodia, no Estado, o movimento revolucionário de 1923, paralisando, como consequência, as atividades dos emancipacionistas.

Em 1924 os integrantes da comissão emancipacionista voltaram a entrar em contato com o Presidente do Estado, encontrando um pequeno entrave em seus objetivos, pois Lagoa Vermelha, que muito havia contribuído para defender a legalidade, por ocasião da revolução do ano anterior, não desejava que fossem desmembrados seus distritos.

Em 11 de agosto de 1924 era assinado o Decreto 3352, criando o município do Prata, constituído pelos distritos de Prata (ex-Capoeiras), Nova Bassano e Vista Alegre, sendo instalado em 15 de novembro do mesmo ano, ficando excluídas as populações de Protásio Alves, Araçá e Paraí, que jamais se conformaram em não pertencer à nova comuna criada.

O mais incansável anexionista foi o vereador Caetano Peluso, que, concitando o povo no sentido desta reivindicação, chegou ao ponto de ser processado.

Foi constituída uma nova comissão emancipacionista que foi recebida pelo Interventor Federal, General Flores da Cunha, voltando com a promessa de que seriam atendidas suas pretensões.

Em 24 de outubro de 1932, o General Flores da Cunha, corrigindo uma anomalia geográfica, incorporou ao Prata os distritos de Araçá, Paraí e Protásio Alves, baixando o Decreto 5.127. Publicado esse ato, constatou-se que os limites estabelecidos não satisfaziam os anseios populares, e foi, ainda, Caetano Peluso que encabeçou um movimento para a retificação, conseguida pouco tempo depois, por novo decreto da Interventoria. Para a consecução destes objetivos, anexação dos distritos e retificação de divisas, tiveram atuação importante os Srs. Mário Difini e Oscar da Costa Karnal.

A 9 de outubro de 1924, realizaram-se as eleições de intendente e conselheiros municipais, tendo sido eleitos: intendente, Felix Engel Filho; vice-intendente, Henrique Lenzi; conselheiros, Adolpho Schneider, Andréa Carbonera, Humberto Simonato, Alberto Peruzzo, Luiz Leduc, Guilherme Stockmans e Eugenio Bettio, que tomaram posse a 15 de novembro. Em sua primeira reunião, efetuada no mesmo dia, o Conselho elegeu sua mesa, que ficou assim constituída: presidente, Adolpho Schneider; vice-presidente, Humberto Simonato; secretário, Luiz Leduc. Posteriormente renunciaram suas cadeiras os conselheiros Adolpho Schneider, Andréa Carbonera e Guilherme Stockmans, tendo sido convocados os suplentes Romualdo Tarasconi, Eutichiano Devi e José Zottis, assumindo a presidência o conselheiro Humberto Simonato.

A 15 de setembro de 1928 verificou-se a sucessão intendencial sendo eleitos: intendente, coronel Virgílio Silva; vice-intendente, Adolpho Schneider; conselheiros, Luiz Marafon, Henrique Lenzi, Emílio Cerri, Domingos Todeschini, Fernando Luzzato, Humberto Simonato e Heitor Tarasconi, ficando a mesa constituída da seguinte forma: presidente, Luiz Marafon; vice-presidente, Henrique Lenzi; secretário, Heitor Tarasconi.

Com a vitória do movimento insurrecional de 3 de outubro de 1930, cumprindo ordens do Governo Central, o Estado expediu decreto dissolvendo o Conselho Municipal e declarando extinto o mandato de intendente.

O coronel Virgílio Silva, de conformidade com o Decreto 4.657, de 1° de dezembro de 1930, foi nomeado prefeito da comuna, assumindo o governo municipal no dia 3.

De 1° de março a 17 de agosto de 1931, em virtude de moléstia grave do Prefeito, esteve à frente da administração o Capitão Firmino Antônio da Silva. Havendo aquele edil se exonerado a 10 de agosto, foi, na mesma data, nomeado Prefeito do município o cidadão Oscar da Costa Karnal, que, desde 1928 vinha exercendo o cargo de secretário-tesoureiro da comuna.

Oscar da Costa Karnal dirigiu a Prefeitura assistido por um conselho consultivo de que faziam parte Luiz Marafon, Emílio Cerri e Rafael Cherubini, até 20 de outubro de 1932, data em que foi substituído, em face de sua remoção para Lajeado, por Mário Difini, o qual, por sua vez, administrou o município até 22 de setembro de 1933, passando a direção dos negócios públicos ao Capitão Adolpho Schneider.

Falecendo o conselheiro Rafael Cherubini, substituiu-o Gabriel Cherubini. A 31 de dezembro de 1935, processaram-se as eleições municipais, sendo eleitos: Prefeito: Capitão Adolpho Schneider, e vereadores: Luiz Marafon, presidente; vice-presidente, Gabriel Cherubini; secretário, Heitor Tarasconi; membros da Câmara, Tertuliano Osório Mendes, Fioravante Cella, Erasmo Bombardelli e João Grazziotin.

Em 1° de novembro de 1937 foi dissolvida a Câmara, continuando à frente dos negócios municipais o Capitão Adolpho Schneider.

Nova Prata chamou-se, até atingir sua maioridade política, Capoeiras, cujo nome lhe foi dado há mais de 85 anos, após violento furacão que desmatou extensos pinhais que circundavam a sede atual, reduzindo-a a um capoeirão.

Quando da doação da área urbana, os Padres da Paróquia pretendiam dar ao novo povoado o nome de São João Batista do Herval, santo protetor da cidade, o que foi confirmado pelo Governo do Estado. Todavia, não logrou resultado, devido à antiga e histórica tradição de Capoeiras.

Em 1924, data de sua emancipação política, a comissão que encabeçou o movimento sugeriu para o município a denominação Flores da Cunha. O Presidente Borges de Medeiros, sempre infeso em seu governo a homenagear pessoas vivas, embora acolhesse com simpatia à sugestão, opinou, todavia, pela denominação de "Prata", que tira sua origem do rio de mesmo nome que banha o norte e o leste do município.

Houve, também, uma tentativa de dar ao município o nome de Caiboaté, que não mereceu aprovação dos pratenses, permanecendo Nova Prata.

Em 1908, organizou-se a Sociedade Musical Capoeirense, não só musical, mas também recreativa, cujas festas e bailes a rigor faziam lembrar a suntuosidade e imponência do século XVIII.

Uma vez efetivadas todas as anexações e constituídos os novos distritos, o Município de Nova Prata com área de 1.322 Km ficou administrativamente com os seguintes distritos:

1 - Nova Prata - Sede do Município

2 - Nova Bassano

3 - Vista Alegre

4 - Paraí

5 - Nova Araçá

6 - Protásio Alves

7 - São Jorge

8 - Guabijú

9 - Rio Branco

A situação do grande Prata, com seus 1.322 km não durou muito tempo. De 1964 a 1965, três de seus distritos conquistaram autonomia, formando novos Municípios - Nova Bassano, Nova Araçá e Paraí - ficando reduzido seu território para 875 km.

Em 20 de setembro de 1987, mais dois distritos foram às urnas e, através de plebiscito, emanciparam-se: São Jorge e Guabijú. Em 10 de abril de 1988, mais dois distritos tornaram-se independentes: Vista Alegre e Protásio Alves.

Desta forma, constituíram-se em municípios autônomos:

- Nova Bassano em 23/05/1964, pela Lei Estadual nº. 4.730;

- Nova Araçá em 22/12/1964. Pela Lei Estadual nº. 4.730;

- Paraí em 09/07/l965, pela Lei Estadual nº. 4.977;

- São Jorge e Guabijú em 20 de setembro de 1987;

- Vista Alegre e Protásio Alves em 10 de Abril de 1988.

Fonte: IBGE - Enciclopédia dos Municípios Brasileiros IBGE - Agência Veranópolis Prefeitura Municipal de Nova Prata

Código do Município

4313300

Gentílico

nova-pratense

Prefeito

VOLNEI MINOZZO

População
População estimada [2018]26.849 pessoas  
População no último censo [2010]22.830 pessoas  
Densidade demográfica [2010]88,23 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,4 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]10.645 pessoas  
População ocupada [2016]42,1 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]20,8 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]99,3 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,2  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,8  
Matrículas no ensino fundamental [2017]2.502 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]877 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]206 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]78 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]11 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]3 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]42.654,73 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]61,8 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,766  
Total de receitas realizadas [2017]109.933,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]90.217,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]12,35 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,5 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]9 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]258,864 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]78,1 %  
Arborização de vias públicas [2010]84,7 %  
Urbanização de vias públicas [2010]37,4 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Nova Prata: Imagens da cidade e Região

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