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Nova Esperança do Sul - Rio Grande do Sul



Nova Esperança do Sul faz parte do estado do Rio Grande do Sul.

Encontra-se a uma latitude 29º24′35" sul e a uma longitude 54º49′45" oeste, estando a uma altitude de 318 metros.

Possui uma área de 190,85km² e sua população estimada em 2004 era de 4.226 habitantes.

História da cidade de Quando os primeiros imigrantes de origem italiana chegaram na localidade, em 1860, avistaram uma área de topografia semelhante à de onde vieram e estabeleceram-se ali, e dando-lhe o nome de Nova Milano. Mas, com o passar do tempo e pelo fato de trazerem consigo a esperança de um futuro promissor, denominaram a localidade Nova Esperança. Isso ocorreu em 1905. Os imigrantes, ao chegarem, foram abrindo clareiras, plantando e construindo suas casas e, posteriormente, igrejas, escolas e estabelecimentos fabris e comerciais.

Os imigrantes, ao cultivarem suas terras, depararam-se com urnas, pratos, castiçais e outros utensílios de utilização de indígenas, o que nos dá indícios desses habitantes no passado.

As primeiras famílias que aqui se estabeleceram vieram de Silveira Martins, sendo que muitas diretamente da Itália. Entre as primeiras podemos citar: Gioda, Nicola, Angonese, Guerin, Frizzo, Santini, Cogo, Manzoni, Deponti, Sudati, Vielmo, Dri, Scalon, Brum, Guasso, Flório, Lovato, Poza, Tusi, Poleto, Salbego, Marchi, Gindri, Fontana, Possa, Disconzi, Lavarda, Ferrari, entre muitas outras. Estabeleceram-se com o comércio, ferraria e, principalmente, com a agricultura de subsistência, bem como com carros e carretas para frete. As mercadorias, muitas vezes exportadas, eram trocadas por produtos de primeira necessidade na colonização.

A primeira Igreja de madeira foi construída onde está localizada a atual praça de Nova Esperança do Sul. Sem medir esforços, a comunidade doou uma área para que nela fosse construída a Igreja Matriz, em alvenaria. A sua construção data do início do ano de 1918, tendo a sua conclusão em 1928. Ao completar 60 anos, em 1988, houve uma festividade por ocasião da festa do padroeiro, São José, em 19 de março, daí, então, o nome da Igreja.

Em 1900 não havia escola no distrito, então a Igreja de madeira existente serviu de sala de aula, onde o cidadão Pedro Poncho, pago pelos alunos, foi o primeiro professor. No dia 1º de agosto de 1933 foi dado um grande passo para o desenvolvimento cultural de Nova Esperança do Sul, pois através do Decreto nº 5380 foi fundado o Grupo Escolar Rural. Para que tal empreendimento se realizasse muito colaborou o Sr. José Benincá, na época Prefeito Municipal de Jaguari e, para homenageá-lo, foi escolhido como patrono da escola. Logo após a sua criação a escola funcionou na casa do Sr. Gentil de Oliveira Prestes, que era o escrivão distrital, até que, no dia 26 de dezembro de 1934, um grupo de senhores: Francisco Gioda, Francisco Vielmo, João Gioda, Antonio Gioda, Lino Emilio Rosa, Redênzio Frizzo, Pascoal Nicola, Luiz Vitório Tuzi, Marcos Aurélio Décimo, Giácomo Manzoni, José Antonio Disconzi, Valentim Vielmo, José Carlos Manzoni e Carlos Gindri doaram um terreno à Prefeitura Municipal, e então, construíram um prédio em sistema de mutirão, concluído em 1937, sendo que os Senhores Francisco Gioda, Francisco Vielmo, Antonio Gioda, João Gioda e a Prefeitura Municipal participaram com a quantia de 2.000$000 (Dois contos de réis) cada um e os demais com a quantia de 500$000 (quinhentos mil réis) cada um. Os primeiros mestres que nortearam o destino da escola foram: Deodoro Augusto Nunes Diretor, Adelaide Tocheto, Anita Tocheto e Nadir Targa, e trabalharam com 96 alunos já no ano de sua fundação. Da sua fundação até os dias de hoje, já trabalharam 70 professores. Em 1968, com a necessidade de continuidade no ensino, a comunidade conseguiu implantar a Ginásio pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade sendo, primeiramente, uma extensão de Jaguari da Escola Cenecista. A 16 de setembro de 1969, Nova Esperança conseguiu implantar o primeiro grau completo e, no dia 08 de março de 1984, pela Portaria de Autorização nº 8751 foi criada a Escola Cenecista de II Grau.

As primeiras casas comerciais na localidade foram as dos senhores Bortolo Santini, José Marki,Batista Gindri, Francisco Lavarda, Bortolo Scalcon, Francisco Gioda e Francisco Vielmo, todas estabelecidas com o comércio de produtos de primeira necessidade ao imigrantes.

Como primeiro artesão, destacou-se o Sr. Narciso Ribas, que deixou muitas inscrições em pedras, calçamento de cerros, ornamentação de túmulos e casas, tendo desenvolvido, também, a arquitetura. Deixou muitos seguidores de suas obras.

No ano de 1900 parte de Nova Esperança do Sul integrava o 4º distrito do município de São Francisco de Assis. As terras que hoje separam os municípios de Jaguari, Santiago e São Francisco de Assis foram doadas à Mitra Diocesana de Santa Maria, que mandou construir uma paróquia no local. à mesma época foi criada a Sociedade Comercial e Industrial São José que, entre outras atividades afins, intermediava e vendia glebas de terra às famílias de imigrantes que já residiam no local.

Em 1920, com a emancipação da cidade de Jaguari, que desmembrou-se do hoje município de São Vicente do Sul, antiga cidade de General Vargas, anexando partes dos município de Santiago e São Francisco de Assis, Nova Esperança passou a integrar o novo município de Jaguari como o seu 2º distrito e a sede do povoado foi elevada a categoria de vila, no mesmo ano. A cidade de Jaguari escolheu como prefeito o Sr. Silvio Marchiori que indicou para ser o subprefeito (intendente distrital) do distrito o Sr. Marcos Munareto, natural de Veneza, na Itália, nascido a 13 de dezembro de 1879 vindo aqui se estabelecer no ano de 1892. Era filho de Caetano Munareto e de Catharina Dalla Valle e casado com Catarina Dalenogare Munareto com quem teve doze filhos: ongela, Caetano, José, Antonio, Catarina Agda, Marieta, Elízia, João, ongelo, Idalina, Maximino e Honorina. Ocupou o cargo até o ano de 1929, época do seu falecimento.

A comissão de emancipação foi formada em março de 1986 que, depois da montagem do processo emancipatório, conseguiu marcar o plebiscito para o dia 20 de setembro de 1987 que, por ordem judicial, foi impugnado. Foi marcada uma nova data, 13 de dezembro do mesmo ano e, devido a greve dos juízes naquela semana do plebiscito, foi, então, marcado para o dia 20 de dezembro de 1987 e, assim, finalmente realizado. O SIM venceu com 1550 votos, ou seja, 95% do total de votos. A população queria a emancipação pois compareceram 1631 eleitores do total de 2085 inscritos, o que significou 78,2% dos eleitores na consulta popular. No dia 13 de abril de 1988, pela Lei estadual nº 8.559, foi criado o Município de Nova Esperança do Sul.

Fonte: Prefeitura Municipal de Nova Esperança do Sul

Autor do Histórico: JOãO PEDRO PERUFO

Código do Município

4313037

Gentílico

nova-esperancense

Prefeito

ANTAO CLAUDIO PERUFO

População
População estimada [2018]5.292 pessoas  
População no último censo [2010]4.671 pessoas  
Densidade demográfica [2010]24,46 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,7 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]1.910 pessoas  
População ocupada [2016]37,5 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]25,3 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]100 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,3  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,3  
Matrículas no ensino fundamental [2017]521 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]154 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]50 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]20 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]2 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]26.218,03 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]77,8 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,735  
Total de receitas realizadas [2017]19.727,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]15.730,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]- óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,2 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]3 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]191,000 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]16,2 %  
Arborização de vias públicas [2010]82,6 %  
Urbanização de vias públicas [2010]42,3 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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