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Lagoa Vermelha - Rio Grande do Sul



Lagoa Vermelha faz parte do estado do Rio Grande do Sul.

A partir do século XVI, o território foi ocupado por gado, trazido pelos jesuítas das reduções. O rebanho, em pouco tempo, tornou-se bravio e selvagem, reproduzindo-se em mais de um milhão de cabeças.

A localidade conhecida como fundos dos campos de Vacaria, era rota de tropeiros vindos de diversos pontos do Estado em direção à Feira de Sorocaba e vice-versa. Por aqui paravam para descansar antes de prosseguir viagem. Esse caminho, teria sido aberto entre 1734 e 1736.

História da cidade de LAGOA VERMELHA RIO GRANDE DO SUL Monografia - nº 609 Ano: 1976

ASPECTOS HistóricoS JESUíTAS espanhóis, em missão de catequese, foram os primeiros civilizados a penetrar em terras habitadas pelo "coroados" e dos quais até hoje existem descendentes, agrupados nos toldos de Cacique doble ligeiro, Nonoai, Inhacorá, Carreteiro e água Santa.

Por volta de 1740, fixaram-se os primeiros povoados, mas só quatorze anos depois, começaram a receber os títulos de posse das terras. Combates indígenas, entretanto, fizeram-se emigrar para Santa Catarina.

Entre 1840 e 1847, José Ferreira Bueno, oficial da Guarda Nacional e proprietário de fazenda localizada em terras da atual Cidade de Lagoa vermelha, aí passou a residir com sua família, tornou-se

o fundador do povoado, no qual construiu humilde capela dedicada ao Apóstolo São Paulo e inaugurada em 25 de janeiro de 1845. Ao redor dela, formou-se um núcleo populacional que progrediu rapidamente, com numerosas famílias procedentes de São Paulo, Colônia Caseiros, Vila Lapa e de Castro e de outras localidades.

Lagoa Vermelha foi teatro de lutas sangrentas por ocasião da Revolução Federalista de 1893, movimento político que deu lugar a violenta queria civil.

Foi a pecuária extensiva o primeiro esteio econômico do Município. Nos campos abertos o gado, desconhecido fronteiras, pastava livremente, enquanto os colonizadores, fixando moradias, marcavam as reses que criavam xx ou aprisionavam. Só mais tarde, no começo do século, com o incremento das propriedades rurais, teve início a delimitação, mediante valos, taipas de pedra e,.por fim, cercas de alambrado.

Mas o Município não era apenas campanha. Terras fertilíssimas, madeira de lei e pinheiro atraíram os imigrantes e, das velhas colinas italianas, muitos deles vieram cultivar as terras ou iniciar a indústria da madeira que, dentro em pouco, fez de Lagoa Vermelha a Capital do Pinheiro.

Dentre os italianos, o primeiro a chegar foi Francisco Gentil. Mais tarde, ingleses, árabes, alemães, poloneses, franceses, espanhóis e outros vieram contribuir para o desenvolvimento do Município.

O movimento revolucionário de 1923 trouxe intensa movimentação de tropas.

Quanto ao topônimo, data dos tempos da colonização do Estado e foi dado pelos tropeiros que cruzavam a pequena lagoa de águas avermelhadas, ainda hoje existem às margens da rodovia federal BR-285.

Formação Administrativa AO TEMPO de sua fundação, São Paulo da Lagoa Vermelha pertencia ao Município de Santo Antônio da Patrulha, do qual foi desmembrado, em 22 de outubro de 1850 para a formação do então recémcriado Município de Vacaria.

A Lei provincial n.° 358, de 17 de fevereiro de 1857, criou o distrito de Lagoa Vermelha que, em 26 de outubro do mesmo ano, voltou a integrar o Município de Santo Antônio da Patrulha, consequência das extinção do de Vacaria.

Foi criado o Município de Lagoa Vermelha, em cumprimento à Lei provincial n.° 1.018, de 12 de abril de 1876. Sua instalação, na presença de 7 edis, ocorreu a 18 de janeiro do ano seguinte. Entretanto, Câmara e intendência não chegaram a iniciar seus trabalhos, devido à acirrada oposição movida pelos políticos de Vacaria, que não admitiam submeter-se a Lagoa Vermelha. No dia 1.° de abril de 1878, foi restaurado o Município de Vacaria e extinto o de Lagoa Vermelha, que voltou a pertencer àquele.

A 10 de maio de 1881, por força da Lei provincial n° 1.309, Lagoa Vermelha emancipou-se definitiva, desmembrando - se de Vacaria.

Em 26 de janeiro de 1883, teve lugar festiva instalação, sendo o primeiro governo exercido por uma Câmara de vereadores

Na Divisão Administrativa de 1911, Lagoa Vermelha figurou com 4 distritos: sede, Barracão (criado por Lei provincial n.° 1.646, de 4-1-1888 e Ato municipal n.° 19, de 16-11-1898), Fazenda do Prata (17, de 16-11-1898) e Sananduva (42, de 9-11-1907).

No Quadro do Recenseamento Geral de 1920, apareceram os distritos acima citados (exceto o de Fazenda do Prata) acrescidos dos de André da Rocha (criado pelo ato municipal nº 16, de 8 11 1904) Cacique Doble (310 de 10-1-1916), Protásio Alves (478, de 18-5-1917), Colônia Caseros (718, de 31-101919), Clemente Argolo (31, de 29-4-1914) e Colônia Forquilha, do qual não consta o ato de criação e que, aliás, só figurou nesse Quadro.

Na Divisão Administrativa de 1933, 11 distritos: os relacionados no Quadro supra (exceto Barracão, Protásio Alves e Colônia Forquilha) e os de Heleodoro Branco (criado pela Lei provincial n.° 1.646, de 4-1-1888 e Ato municipal n.° 19, de 16-11-1898) Paim Filho (544, de 6-2-1918), Machadinho (154, de 24-8-1926), Maximiliano de Almeida (226 de 1-4-1927) e São José do Carreiro (227, de 9-11-1927) .

Doze eram os distritos nas Divisões Territoriais datadas de 1936 e 1937 todos constantes na Divisão de 1933, apenas com duas modificações toponímicas (Machadinho, que aparece como Pinhal Machadinho e São José do Carreiro, simplesmente São José) mais o de Valzumiro Dutra, sem que conste ato de sua criação. Anexo ao Decreto-lei n.° 7.199 de 31-3-1938, Colônia Caseros aparece como Caseros e Pinhal Machadinho volta ao topônimo anterior Machadinho.

A situação se conservou na Divisão Territorial Judiciária-Administrativa (fixada pelo Decreto-lei estadual n.° 7.643) para vigorar no quinquênio 1939-1943. O Decreto-lei estadual n.° 7.842, de 30-6-39, que retificou a citada Divisão, apenas modificou a grafia de Caseros para Caseiros. Quanto ao Decretolei estadual n.° 720 de 29-12-1944 (que estabeleceu a Divisão Territorial para vigorar no período 19451948), modificou o topônimo de São José para Ibiraiaras e registrou 11 distritos, de vez que Maximiliano de Almeida passou a figurar no Município de Marcelino Ramos.

Na Divisão Territorial datada de 1.°-7-1950, há 13 distritos: os 11 citados (apenas Valzumiro Dutra passou a denominar-se São José do Ouro acrescido dos de Ibiaçá (criado pela Lei municipal n.° 59, de 5-5-1948, com território desmembrado do distrito de Sananduva) e São José da Urtiga (Lei municipal n.° 79, de 5-11-1948, com território desmembrado do de Paim Filho) .

A Lei n.º 2.521, de 15-12-1954 (que criou o Município de Sananduva), desmembrou os distritos de Sananduva, Ibiacá e São José da Urtiga, que passaram a integrar o recém-criado Município. Dessa forma, na Divisão Territorial datada de 1.º-7-1955, registraram-se 10 distritos: Lagoa Vermelha, Barracão, André, da Rocha, Cacique Doble, Caseiros, Clemente Argolo, Paim Filho, Machadinho, Ibirairas (antigo Hibiraiaras), e São José do Ouro.

Em 16-8-1955, de acordo com a Lei municipal n.º 522, foi criado o distrito de Gustavo Berthier, com território desmembrado do de Clemente Argolo.

Para a criação do Município de Machadinho, foram desanexados os distritos de Machadinho, Cacique Doble e Paim Filho, em cumprimento à Lei 3.716, de 16-2-1959. Por sua vez, a Lei nº 3.822, de 10-9-1959 elevou São José do Ouro à categoria de Município, desmembrando também o distrito de Gustavo Berthier e incorporando-o ao novo Município. Seis, portanto, foram os distritos que figuraram na Divisão Territorial datada de 1960: Lagoa Vermelha Barracão, André da Rocha, Caseiros, Clemente Argolo e Ibiraiaras. Desses distritos, dois foram elevados a municípios: Barracão, pela Lei n.° 4.732, de 30-5-1964 e Ibiraiaras, pela de n.° 4.976, de 9-7-1965.

Em compensação criaram-se novos distritos: Chimarrão (Lei municipal n.º 1.746, de 12-8-1965), Tupinambá (n.° 1.747, de 12-8-1965) e Santa Luzia (n.° 1.923, de 13-3-1967), resultando 7 distritos para a composição: Lagoa Vermelha (sede), André da Rocha, Caseiros, Clemente Argolo, Chimarrão, Tupinambá e Santa Luzia. A COMARCA foi criada pelo Ato n.° 249, de 12 de junho de 1890.

Atualmente, é de 2ª entrância e sua jurisdição abrange os Municípios de Lagoa Vermelha e Ibiraiaras.

Fonte: IBGE

Código do Município

4311304

Gentílico

lagoense

Prefeito

GUSTAVO JOSE BONOTTO

População
População estimada [2018]27.834 pessoas  
População no último censo [2010]27.525 pessoas  
Densidade demográfica [2010]21,78 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]7.138 pessoas  
População ocupada [2016]25,1 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]29,5 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]97,5 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,8  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,3  
Matrículas no ensino fundamental [2017]3.412 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]1.009 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]256 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]93 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]29 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]5 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]35.311,65 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]68,3 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,738  
Total de receitas realizadas [2017]76.756,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]79.574,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]8,65 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]1,2 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]10 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.263,502 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]81,3 %  
Arborização de vias públicas [2010]66 %  
Urbanização de vias públicas [2010]18,5 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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