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Gaurama - Rio Grande do Sul



Gaurama é um município do interior do estado brasileiro do Rio Grande do Sul. Encontra-se no extremo norte do estado e tem em seu território o Cemitério do Combate, palco de um confronto revolucionário entre Chimangos e Maragatos na Revolução de 1923, e não na Revolução Farroupilha, como muitos confundem.

O povoamento de Gaurama deu-se somente no século XX, aproximadamente em 1911. O primeiro nome do povoado foi Barro, possivelmente devido a um banhado existente na região. Em 1919 foi elevado à categoria de 2º distrito do município de Erechim.

Pelo decreto estadual de 1938, todas as sedes de distritos passaram à vila, Barro também foi enquadrado nesta categoria. Em 1944 foi alterada a denominação de Barro para Gaurama, e acredita-se que tenha o mesmo sentido em língua indígena.

História da cidade de Gaurama Rio Grande do Sul - RS

As terras do atual município localizam-se ao norte do Estado do Rio Grande do Sul, na região do planalto, em altitude superior a 700 metros, pertencente à bacia do alto Uruguai.

O povoamento sofreu retardamento, em virtude da dificuldade de acesso aos centros mais desenvolvidos e, também, das condições impróprias à pecuária.

Em 1908, foi criada uma Colônia onde, atualmente, se encontra a Cidade de Erechim; em 1910, chegaram ao município de Gaurama, os trilhos da ferrovia que liga Passo Fundo ao Rio Uruguai, o que muito contribui para o desenvolvimento do norte do Estado, a que se destacar que todos os ramais ferroviários convergiam para Santa Maria e de lá para a divisa de Santa Catarina via o trajeto que passava por Balisa atual distrito de Gaurama.

Os trabalhos da abertura da ferrovia sofreram certa demora; por isso a estação Balisa que, por contrato, deveria localizar-se na atual sede municipal, ficou a 8 quilômetros do local predeterminado, onde existe um povoado e uma parada ferroviária com o mesmo nome. A partir do momento em que a ferrovia passou a funcionar, barro teve uma grande movimentação de passageiros, caixeiros viajantes, negociantes e homens responsáveis pela manutenção da ferrovia. Pois naquele momento a ferrovia era a única forma rápida e concreta de se ligar cidades e ao centro do país.

Nesse mesmo ano, estabeleceram-se, no distrito de Carlos Gomes, alguns imigrantes poloneses, porém, sabe-se que o primeiro morador efetivo do povoado foi Tertuliano Bertagnolli, seguido pela família de Simão de Páris e outros.

A população de Gaurama formou-se do elemento nacional e de imigrantes italianos.

Em 1914, na sede do 3º distrito, foi erguida a primeira igreja de Santa Ana, hoje Matriz de Carlos Gomes. No ano seguinte, construiu-se a igreja de Gaurama, então Barro, que se elevou a paróquia, dirigida por franciscanos, em 1919, quando o povoado foi elevado à Sede do 2º Distrito.

A Gaurama que conhecemos hoje como A Princesa do Alto Uruguai, nasceu como Barro, sendo um dos 5 núcleos da colônia Erechim, está pertencente ao 8º distrito de Passo Fundo.

Através da demarcação e construção da ferrovia no norte do Rio Grande do Sul por volta de 1910 é que se inicia de fato o povoamento e a colonização do espaço de Barro, os trilhos que hoje cortam o município passando pelo centro da cidade foram na época uma linha divisória no processo de colonização iniciado pela Empresa Luce Rosa & Cia Ltda com sede em Porto Alegre e em nosso município.

Grande parte das terras administradas naquele período pertenciam a Empresa Colonizadora Luce Rosa. Está a partir de então passou a coordenar a venda dos lotes aos imigrantes: poloneses que se estabeleceram em Balisa e na região leste da estação Barro; aos italianos, que fixaram-se no centro e nas adjacências do povoado; e aos alemães que foram fixados, em áreas a oeste, em direção a Três Arroios. Estas foram às etnias predominantes que colonizaram e ocuparam o espaço territorial em nosso município nas três primeiras décadas do séc. XX.

A partir da construção da sede da empresa na estação Barro e um barracão para hospedar os novos moradores da cidade, como também abertura de picadas, estradas, demarcação de terras feita por topógrafos e agrimensores vindos de Porto Alegre, construção de pontes, e serviços complementares como vendas para suprir as necessidades de mercadorias essências a subsistência, foram ações que a companhia praticou desde o início das atividades em Barro. Demonstrando para os futuros moradores que aqui chegaram que este território no futuro poderia ser próspero.

A ferrovia foi durante muitas décadas o meio condutor do progresso em muitos municípios, Estados e por final o Brasil. Temos que salientar que o trajeto que passa em nosso município ligando o Rio Grande a São Paulo levou e trouxe muitas pessoas e produtos que foram importantes para o nosso desenvolvimento como município nos dias de hoje. A que se enfatizar que a vida antes da ferrovia era muito árdua para os imigrantes que residiam em nossa região, se o progresso chegou a nossos dias atuais devemos perceber o papel importante que teve a ferrovia para o avanço tanto político, cultural e econômico de nosso município.

Um personagem que não poderíamos deixar de fora da história de nosso município, haja visto a sua contribuição no que tange educação foi o Prof. Boleslau Wenceslewki. Nasceu em Varsóvia em 1888, veio para o Brasil com os pais e estabeleceu-se em Santa Catarina. Em 1918 veio para Gaurama, a convite da sociedade polonesa iniciando suas atividades como professor. é considerado por muitos como o primeiro professor de Gaurama. Boleslaou faleceu em 1963.

De onde vem o nome Barro Segundo o Historiador Ernesto Cassol que elaborou o histórico do município, Barro deriva de duas hipóteses. A primeira seria possível pelo fato do engenheiro responsável pelos trabalhos da construção da ferrovia se chamar Augusto de Barros. A segunda hipótese e mais provável seria pelo fato de haver nas proximidades da estação férrea de Balisa um banhado da onde se extraia muito barro na época.

Em 1944 o distrito de Barro passa a se chamar Gaurama. O nome que até hoje identifica o município tem origem no tupi-guarani (Gau-barro) e (Rama-terra), portanto Gaurama seria conhecida como a terra do barro.

A partir da década de 50, Gaurama já passa a pensar em sua emancipação político-administrativa da cidade de Erechim, devido já estar bem estruturado no sentido de não depender economicamente do município de Erechim, pois já se observava em Gaurama uma grande produção de trigo, cevada, milho e seus subprodutos, cereais e madeiras beneficiadas e várias empresas de grande porte, como as indústrias frigoríficas de abrangência regional.

O movimento emancipacionista - tendo como presidente o vereador Antonio Burin -, começa a ganhar força para Gaurama tornar-se independente de Erechim. Após a realização de um plebiscito que movimentou toda a região Gaurama se emancipava tendo um total de votos a favor 2.310 e contra 1.323. No ano de 1954 através da Lei Estadual nº 2530 de 15 de dezembro é criado o município de Gaurama.

O novo município de Gaurama foi instalado em 28 de fevereiro de 1955, com a posse do primeiro prefeito Antonio Burin que administrou o município até 1960. A partir de então Gaurama já foi administrada por 10 prefeitos.

Gentílico: gauramense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Barro, por ato municipal nº 20, de 30-11-1919, subordinado ao município de Erechim.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito figura no município de Erechim.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII1937.

Pelo decreto estadual nº 7199, de 31-03-1938, o município de Erechim passou a denominar-se José Bonifácio.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Barro figura no município de José Bonifácio ex- Erechim.

Pelo decreto-lei estadual nº 720, de 29-12-1944, o distrito de Barro passou a denominar-se Gaurama e o município de José Bonifácio voltou a denominar-se Erechim.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito Gaurama ex-Barro, figura no município de Erechim ex-José Bonifácio.

Elevado à categoria de município com a denominação de Gaurama, pela lei Estadual nº 2530, de 15-12-1954, desmembrado de Erechim. Sede no antigo distrito de Gaurama. Constituído de 3 distritos: Gaurama, áurea e Carlos Gomes. Todos desmembrados de Erechim. Instalado em 28-02-1955.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 3 distritos:Gaurama, áurea e Carlos Gomes.

Pela lei municipal nº 24, de 17-08-1955, é criado o distrito de Centenário expovoado e anexado ao município de Gaurama.

Pela lei municipal nº 131, de 30-10-1957, é criado o distrito de Balisa ex-povoado e anexado ao município de Gaurama.

Pela lei estadual nº 3728, de 18-02-1959, o distrito de Carlos Gomes deixa de pertencer ao município de Gaurama para ser anexado ao novo município de Viaduto.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 4 Distritos: Gaurama, áurea, Balisa e Centenário.

Pela lei estadual nº 8419, de 24-11-1987, alterada em seus limites pela lei estadual nº 8980, de 09-01-1990, desmembra do município de Gaurama os distritos de áurea e Centenário, para formar o município de áurea.

Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 2 distritos: Gaurama e Balisa.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica distrital

Barro para Gaurama alterada, pelo decreto estadual nº 720, de 24-12-1944.

Fonte: IBGE e Prefeitura Municipal de Gaurama

Código do Município

4308706

Gentílico

gauramense

Prefeito

LEANDRO MÁRCIO PUTON

População
População estimada [2018]5.580 pessoas  
População no último censo [2010]5.862 pessoas  
Densidade demográfica [2010]28,70 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]1.186 pessoas  
População ocupada [2016]20,1 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]24,7 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]99,2 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,6  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5  
Matrículas no ensino fundamental [2017]514 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]182 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]51 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]21 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]8 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]33.403,02 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]81,6 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,738  
Total de receitas realizadas [2017]22.523,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]17.580,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]20 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,8 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]2 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]204,261 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]53 %  
Arborização de vias públicas [2010]63,7 %  
Urbanização de vias públicas [2010]2,7 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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