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Espumoso - Rio Grande do Sul



Espumoso faz parte do estado do Rio Grande do Sul.

O desenvolvimento histórico do atual município de Espumoso pode ser contado desde a criação de Rio Pardo em 1809. Em 1819 desmembrou-se de Rio Pardo o município de Cachoeira do Sul, deste último desmembrou-se em 1834 Cruz Alta e de Cruz Alta em 1857 Passo Fundo. Em 1875 desmembrou-se de Passo Fundo Soledade e de Soledade finalmente em 1954 Espumoso. O território do atual município pertenceu portanto por longo tempo a Soledade e a história de Espumoso está intimamente ligada a essa cidade. As terras que hoje constituem Espumoso permaneceram esparsamente povoadas até ca. 1925.

Encontra-se a uma latitude 28º43′29" sul e a uma longitude 52º50′59" oeste, estando a uma altitude de 357 metros. A população avaliada em 2004 era de 14.839 habitantes.

História da cidade de Espumoso Rio Grande do Sul - RS

A história, evolução e formação de um povo está condicionada ao passado, avivência de nossos ancestrais. é também a soma de fatos e acontecimentos que vão formar as raízes históricas de um povo em seu determinado território.

Os fatos que vão formar a história são primeiramente conhecidos através da Expressão Oral de nossos antecessores para depois serem registrados. Também pode ser conhecida através de documentos e registros oficiais e finalmente reconhecido como Registro Histórico.

Assim sendo, também, a história de nosso município está enraizada a história de outros municípios.

A evolução histórica inicia-se com a criação do município de Rio Pardo, por provisão de 27 de abril de 1809, abrangia o mesmo, mais da metade do território do Estado do Rio Grande do Sul.

Em 1834 era instalado o município de Cruz Alta. Em 1857, Cruz Alta perderia vasta extensão territorial, com a criação do município de Passo Fundo. As terras começaram a ser desbravadas a partir de 1827, e logo grande número de pessoas nelas foi habitar.

Em 1875, de Passo Fundo seria desmembrado o município de Soledade, do qual, finalmente, em 1954, seria desmembrado Espumoso.

A história de Espumoso, está, portanto condicionada à Soledade. O território de Soledade, bem como o de Espumoso, pertencia à Província das Missões Orientais.

Os jesuítas espanhóis, após expulsos por bandeirantes paulistas, em 1638, retornaram em 1682, permaneceram no Rio Grande do Sul até 1756, quando a ação conjunta de tropas portuguesas e espanholas os alijaram da região.

Permaneceu esta, no entanto, sob a administração de guardas avançadas Castilhanas. Seria necessária a conquista das missões, efetuada por José Borges do Canto e Manoel dos Santos Pedroso, que, contando com somente 40 homens, incorporaram, em 1801, vasta região à Capitania de São Pedro do Rio Grande.

O povoamento de Soledade parece ter iniciado em 1835, sendo que em maio de 1846 foi criada a Capela Curata e, em 14 de janeiro de 1857, foi elevado a categoria de Freguesia. O município de Soledade foi emancipado em 29 de março de 1875, mas as terras que hoje constituem o município de Espumoso permaneceram praticamente desertas até meados da segunda década do século XX.

A origem do nome Passo Espumoso, assim chamado na época, motivo pelo qual havia o poço onde se montavam as balsas para o transporte de madeiras, Rio Jacuí abaixo. Mais tarde surge o nome "ESPUMOSO", ocasionado pelo fenômeno, original e único de abundante espuma que, descia de diversas cachoeiras, e na revessa, perto do moinho, se punham a girar com as águas, pelo lado esquerdo formando belos castelos cônicos de até trinta centímetros de altura que circundavam dia e noite no remanso do rio margeado por lindas e frondosas árvores nativas, formando uma paisagem que encontrava os viajantes que por aqui passavam.

Na época de cheias, a travessia demandava uma grande espera, originando-se ali, portanto, um pequeno núcleo de construções, esse núcleo ficava na confluência de dois caminhos. No sentido SUL, ligava a Cachoeira do Sul e a Sobradinho; no sentido OESTE-LESTE, ligava Carazinho, Soledade e Porto Alegre. Na época, a partir de Espumoso, a região norte era rica em pinheirais, os quais eram derrubados e embalsados em Espumoso com destino, via fluvial, a Cachoeira do Sul e outros centros de comercialização.

Gentílico: espumosense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Espumoso, por ato municipal nº 2, de 19-091892, no município de Soledade.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, não aparece o distrito de Espumoso no município de Soledade.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, figura no município de Soledade, o distrito sob a denominação de Borges de Medeiros.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII1937.

Pelo decreto estadual nº 7199, de 31-03-1938, o distrito de Borges de Medeiros voltou a denominar-se Espumoso.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Espumoso permanece no município de Soledade.

Elevado à categoria de município com a denominação de Espumoso, pela lei estadual nº 2554, de 18-12-1954, desmembrado de Soledade. Sede no antigo distrito de Espumoso. Constituído de 3 distritos: Espumoso, Alto Alegre (ex-Depósito) e Jacuizinho. Todos desmembrados de Soledade. Instalado em 28-02-1955.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 3 distritos: Espumoso, Alto Alegre e Jacuizinho. Instalado em 28-02-1955.

Pela lei municipal nº 28, de 06-12-1955, é criado o distrito de Rincão da Estrela e anexado ao município de Espumoso.

Pela lei municipal nº 34, de 13-12-1955, é criado o distrito de Campos Borges e anexado ao município de Espumoso.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 5 distritos: Espumoso, Alto Alegre, Campos Borges, Jacuizinho e Rincão da Estrêla.

Pela lei estadual nº 151, de 29-04-1961, é criado o distrito de Salto Grande e anexado ao município de Espumoso.

Pela lei municipal nº 168, de 28-11-1961, é criado o distrito de Avelino Paranhos e anexado ao município de Espumoso.

Pela lei estadual nº 179, de 30-11-1961, é criado o distrito de Depósito e anexado ao município de Espumoso.

Pela lei estadual nº 177, de 16-03-1962 é criado o distrito de Volta Alegre e anexado ao município de Espumoso.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é Constituído de 9 distritos: Espumoso, Alto Alegre, Avelino Paranhos, Campos Borges, Depósito, Jacuizinho, Rincão Estrêla, Salto Grande e Volta Alegre.

Pela lei municipal nº 231, de 20-03-1964, o distrito de Rincão Estrêla é extinto.

Pela lei municipal nº 330, de 20-03-1966, são criados os distritos de Campina Redonda e Tapejara e anexados ao município de Espumoso.

Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é Constituído de 10 distritos: Espumoso, Alto Alegre, Avelino Paranhos, Campina Redonda, Campos Borges, Depósito, Jacuizinho, Salto Grande, Tapejara e Volta Alegre.

Pela lei estadual nº 7657, de 12-05-1982, desmembra do município de Espumoso o distrito de Salto do Jacuí (ex-Salto Grande), Tabejara e Jacuizinho para formar o novo município de Salto do Jacuí.

Em divisão territorial datada de 18-VIII-1988, o município é Constituído de 7 distritos: Espumoso, Alto Alegre, Avelino Paranhos, Campina Redonda, Campos Borges, Depósito e Volta Alegre.

Pela lei estadual nº 8428, de 02-12-1987, desmembra do município de Espumoso, o distrito de Alto Alegre. Elevado à categoria de município.

Pela Lei Estadual nº 8563, de 13-04-1988, desmembra do município de Espumoso,

o distrito de Campos Borges. Elevado à categoria de município. Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 5 distritos:

Espumoso, Avelino Paranhos, Campina Redonda, Depósito e Volta Alegre. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte: IBGE

Código do Município

4307500

Gentílico

espumosense

Prefeito

DOUGLAS FONTANA

População
População estimada [2018]15.584 pessoas  
População no último censo [2010]15.240 pessoas  
Densidade demográfica [2010]19,46 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,3 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]3.740 pessoas  
População ocupada [2016]23,6 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]30 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,2 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,2  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,8  
Matrículas no ensino fundamental [2017]1.872 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]462 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]167 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]61 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]13 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]3 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]42.421,91 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]74,5 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,765  
Total de receitas realizadas [2017]57.995,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]50.634,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]32,26 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]1,3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]12 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]783,065 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]55,7 %  
Arborização de vias públicas [2010]94,8 %  
Urbanização de vias públicas [2010]19 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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