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Encruzilhada do Sul - Rio Grande do Sul



Encruzilhada do Sul faz parte do estado do Rio Grande do Sul.

Seu primeiro nome foi Santa Bárbara de Encruzilhada. No decorrer dos anos de 1715 até 1766 os primeiros habitantes instalaram-se no Capivari, região que hoje fica a alguns quilómetros da cidade.

Surgiram na campanha os primeiros estabelecimentos pastoris, formados por uma vanguarda de missionários e índios, que lutaram juntamente com guardas que protegiam a Província das invasões espanholas. Com a doação de uma parte de terras ao governo, onde fica a cidade de Encruzilhada do Sul, por Domingos Bitencur, para que fosse construída uma freguesia, começou a chegada dos primeiros povoadores de Rio Pardo, São Paulo, Açores e Laguna. Estes pioneiros instalaram-se onde hoje existe a atual praça Barão do Quarai, no qual abriram um caminho até a capela de Santa Bárbara. Hoje este caminho é a Av. Rio Branco, que nos meados de 1850 chamou-se de Rua Direta. Em 1799 o povoado é elevado a condição de Capela Curada e em 1837 passou a condição de Freguesia.

História da cidade de Encruzilhada do Sul Rio Grande do Sul - RS

Fazendo parte da Campanha e atravessando pela serra do Erval, o município de Encruzilhada do Sul, antigo Santa Bárbara de Encruzilhada, experimentou, no meado do século XVIII, os primeiros esforços de colonização. Nesta época, para os terrenos do sesmeiro Antônio Machado de Bitencourt afluíram inúmeros colonizadores, provenientes das ilhas dos Açôres, de Laguna, de São Paulo e de Rio Pardo. A estes grupos juntaram-se alguns indígenas, oriundos do Território das Missões, que para aí se dirigiram com o objetivo especial de amanhar a terra. A capacidade de trabalho dessa gente de origem diversa haveria de compensar a carência de recursos técnicos. A partir daí, a novel colônia foi registrando, na marcha dos tempos, um progresso lento mas constante.

No fim do século XVIII, os padres jesuítas, no local onde a comunidade se havia concentrado, levantaram a capela de Santa Bárbara de Encruzilhada, que se constituiu em fator ponderável para o adensamento de um núcleo populacional já em formação. E no ano de 1837, a 17 de novembro, por lei provincial nº 6, Santa Bárbara de Encruzilhada era elevada à categoria de freguesia. Em 1874, por providência do então governador provincial, outra leva de colonos de origem francesa, dirigira-se para a localidade de D. Feliciano, pertencente ao território do atual município. Caberia, entretanto, aos imigrantes poloneses,que o engenheiro Alfredo álvaro da Silveira conseguira atrair para a região, dar o mais importante impulso para o desenvolvimento efetivo de toda a colônia. Aí chegando, os poloneses, dentro de seu caraterístico espírito comunitário, trataram de por em prática um sistema próprio de organização e expandiram, na medida do possível o cultivo das áreas agrícolas.

Dotado de privilégio especial da natureza, o município de Encruzilhada do Sul é recortado de norte a sul por um sistema de múltiplos arroios, o que lhe empresta uma garantia permanente contra o perigo das estiagens prolongadas e lhe reforça a exuberante fertilidade do solo.

A primitiva denominação "Santa Bárbara de Encruzilhada" constituiu uma homenagem indireta ao destacamento de dragões, sediado no local, na época das lutas contra os espanhóis. Como se sabe, Santa Bárbara é ainda hoje a padroeira dos artilheiros. Por sua vez, o nome de "Encruzilhada" se prende ao fato de a cidade ter tido começo num local onde se cruzavam dois caminhos em sentido transversal. Em 1943, quando da revisão geral da toponímia brasileira, a cidade passou a chamar-se "Encruzilhada do Sul".

O passado de Encruzilhada do Sul está ligado também a acontecimentos das revoluções e das agitações que abalaram a Província. Como já vimos, aí esteve aquartelado um destacamento de dragões, quando das lutas entre portugueses e espanhóis. Muitos anos mais tarde, quando a revolução farroupilha já declinava para seu término, outro acontecimento haveria de marcar sua história. A vila toda se entregava aos festejos de sua padroeira, no dia 4 de dezembro de 1843. Uma guarnição rebelde comandada pelo coronel Agostinho de Melo, guardava a localidade. Eis que, inopinadamente, as tropas legalistas de Joaquim Lacerda invadem a vila e Agostinho de Melo é morto, antes mesmo de se dar conta do que estava a ocorre. Meio século depois, a 7 de junho de 1894, quando a província era novamente sacudida pela revolução federalista, nas proximidades da vila, o general Hipólito Ribeiro derrota o chefe rebelde Albuquerque Pina. Finalmente, na fase conturbada do governo do Dr. Antônio Augusto Borges de Medeiros, o general José Antônio Neto (Zeca Neto) entra na vila. O fato ocorreu em 31 de março de 1923. Poucos dias se passaram até que o tenente-coronel Juvêncio Maximiliano de Lemos, empreende a ocupação efetiva da localidade. O município de Encruzilhada do Sul, desmembrado de Rio Pardo, foi criado por lei provincial nº 178, de 19 de junho de 1849. Instalou-se solenemente em 2 de janeiro de 1850, data em que se constituiu oficialmente sua câmara municipal. Como primeiro presidente desta, foi eleito o SR. Felisberto Pereira Borges. Os demais vereadores eleitos foram os Srs. Joaquim Antônio Barbosa, Libindo José Moreira, Manuel Antônio Correia da Silveira, Enéas Apolinário Pereira de Morais, Manuel Bibiano dos Santos e Antônio Correira da Silveira.

Em 31 de março de 1938, a vila de Encruzilhada do Sul era elevado à categoria de cidade.

Gentílico: encruzilhadense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Encruzilhada, por lei provincial nº 6, de 1711-1837, ou ato municipal nº 15, de 31-05-1897, subordinado ao município de Rio Pardo.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Encruzilhada, por lei provincial nº 178, de 19-07-1849, desmembrado de Rio Pardo. Constituído de 5 distritos: Encruzilhada, Erval, Minas, São José do Patrocínio e Pequiri. Instalado em 02-10-1850.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 7 distritos: Encruzilhada, Caneleira, Colônia, Erval, Maria Santa, Pequiri e São José do Patrocínio.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído de 7 distritos: Encruzilhada, Figueiras, Camaquã, São José do Patrocínio, São Feliciano (ex-Colônia São Feliciano), Pequeri e Erval. Não aparecendo os distritos de Maria, Minas e Caneleira.

No quadro para vigorar no período de 1939-1943, o município é sub-dividido em 4 Zonas: Coronel Prestes (ex-Figueira), Pompeu Machado (ex-Camaquã), Capitão Noronha (ex-Piqueri), Dom Feliciano (ex-São Feliciano) sub-dividido em 2 Zonas: 1ª Dom Feliciano, 2ª Gaspar Simões (ex-Herval) e o distrito de São José (ex-São José do Patrocínio).

Pelo decreto-lei estadual nº 720, de 29-12-1944, o município de Encruzilhada passou a denominar-se Encruzilhada do Sul.

No quadro fixado para vigorar no quinquênio de 1944-1948, o município é constituído de 4 sub-distritos: Encruzilhada, Coronel Prestes, Pompeu Machado e Capitão Noronha, Abolição (antigo Patrocínio e Dom Feliciano).

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Encruzilhada, Amaral Ferrador (ex-Abolição) e Dom Feliciano.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Pela lei estadual nº 4635, de 09-12-1963, desmembra do município de Encruzilhada do Sul , o distrito de Dom Feliciano. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 31-12-1963, o município é constituído de 2 Distritos: Encruzilhada do Sul e Amaral Ferrador.

Pela Lei Estadual nº 8625, de 12-05-1988, alterada em seus limites pela lei estadual nº 8989, de 11-01-1990, desmembra do município de Encruzilhada do Sul o distrito de Amaral Ferrador. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 7 distritos: Encruzilhada do Sul, Capitão Noronha, Cerro Partido, Coronel Prestes, Maria Santa, Pompeu Machado e Santa Bárbara.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica distrital

Encruzilhada para Encruzilhada do Sul alterada, pelo decreto-lei estadual nº 720, de 29-121944.

Fonte: IBGE

Código do Município

4306908

Gentílico

encruzilhadense

Prefeito

ARTIGAS TEIXEIRA DA SILVEIRA

População
População estimada [2018]25.791 pessoas  
População no último censo [2010]24.534 pessoas  
Densidade demográfica [2010]7,33 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]4.171 pessoas  
População ocupada [2016]16,2 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]37,1 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]96,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,3  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3,9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]3.354 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]888 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]250 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]69 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]19 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]3 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]21.889,73 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]72,4 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,657  
Total de receitas realizadas [2017]83.091,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]64.390,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]- óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]3,1 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]13 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]3.348,319 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]63,7 %  
Arborização de vias públicas [2010]72,9 %  
Urbanização de vias públicas [2010]19,2 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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