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Coronel Pilar - Rio Grande do Sul



Coronel Pilar faz parte do estado do Rio Grande do Sul, que possui uma população total de 1.725 habitantes. De acordo com o censo de 2010, Coronel Pilar é o município que possui a menor população urbana do Brasil, que é de apenas 174 habitantes. Já em relação à população urbana apenas na sede do município (excluindo-se os distritos e os povoados), Coronel Pilar supera apenas o município de União da Serra, que também se localiza no estado do Rio Grande do Sul. O município de Coronel Pilar foi instalado no ano 2000.

História da cidade de CORONEL PILAR

CORONEL PILAR, denominação surgida com uma expressão de luta e coragem em homenagem ao Republicano Coronel chamado Fabrício Pilar. O Tiro de Guerra que existia nesta localidade e que funcionou do ano de 1920 a 1948 quando cessaram suas atividades, que era de preparar os soldados da região para possíveis guerras.

Em 1877 chegaram aqui as primeiras bravas famílias de imigrantes italianos, vindas das Províncias de Cremona, Bergamo, Milão, Vicenza e Trento que chegaram aqui, em São Lourenço de Villas Boas, também conhecido por Sessanta, devido a sua localização no lote nº 60 da Linha Figueira de Mello, Ala Sul.

As primeiras famílias que aqui chegaram foram: Francesco Baruffi, ongelo Magnani, Carlo Battista Bellini, Alessandro Benini, Steffano Bellini, Giuseppe Ricardi, Menochio Torriani, Andréa Brignoni, Pietro Grazioli, Francesco Bonissoni, Giuseppe Gnatta, Francesco Ferla, Francesco Pisoni, Giuseppe Galvagni, Bartolomeu Amaddori, ongelo Zanatta, Jacob Bandera, Giovanni Ferri, e Giovanni Rottoli. Em 1925, ainda estava vivo, com a idade de 86 anos, o Senhor Francesco Baruffi, pai de 17 filhos, que havia fabricado o altar, o pavimento e as janelas da primeira igreja de madeira construída pelos imigrantes, sendo que o mesmo havia sido condecorado militarmente pelo governo italiano por haver participado da patrie battaaglie da Unificação italiana.

Em 1910, São Lourenço de Villas Boas, passa a denominar-se Floriano Peixoto em homenagem ao Marechal Floriano Peixoto, Presidente Republicano do Brasil. Em l938, o Prefeito Municipal Sr. Vicente Dal Bó, usando das atribuições que lhe conferia a lei Orgânica, eleva a categoria de cidade a vila de Garibaldi e as sedes dos distritos a categoria de vila. Somente em 29 de dezembro de 1944, finalmente adota o nome de Coronel Pilar. Pelo Decreto Lei nº 720.

Coronel Pilar era o 3º distrito do município de Garibaldi, localizado na Encosta Superior do Nordeste, estendendo-se por uma área de formação montanhosa recortada por vales profundos e fortes declives. O clima é de transição e as chuvas são regulares por todo o ano. Com a altitude de 520 metros do nível do mar, a temperatura oscila entre 33º a 0º graus centígrados, com formação de geadas e precipitação de neves no inverno.

A área do município é de 104,5 m e apresenta as seguintes coordenadas geográficas: 29º 16 20 de Latitude sul e 51º 41 15 de Longitude oeste, tendo como ponto de referência Igreja Matriz São Lourenço. A vegetação da região, na época da colonização era formada por matas subtropical, e as elevações cobertas por araucárias. Os imigrantes encontraram nas condições do clima e do solo um local próprio para o cultivo da videira., tornando-se a principal cultura do então distrito.

No princípio , os imigrantes estabeleceram uma economia de subsistência, inicialmente deficitária e depois capaz de proporcionar excedentes comerciáveis e finalmente a expansão de uma agricultura comercial especializada na produção de gêneros alimentícios.No período em que era desenvolvida a produção de subsistência com a venda do excedente, surge um próspero artesanato que se dedica à satisfação das necessidades de consumo dos habitantes. Um dos mais importantes produtos da zona colonial neste período foi a produção de banha que na época, além de abastecer o mercado interno, era exportada para a Europa. Em Coronel Pilar , a prática da cultura do milho estava associada a criação de suínos, com o objetivo de produzir a banha.

Segundo declarações de pessoas mais antigas, residentes no então distrito, havia comerciantes que compravam dos colonos os produtos agrícolas produzidos e que utilizando como meio de transporte a tropa de mulas iam até Montenegro levar a produção que dali seguia ate Porto Alegre. Entre estes comerciantes podemos destacar o Sr. Francesco Letrari, que muito trabalhou pelo progresso de Coronel Pilar, sendo que em sua homenagem atualmente existe na sede do Município uma rua que leva o seu nome.

Os imigrantes trouxeram a língua italiana e a fé católica. No período de 1877 a dezembro de 1889, foram atendidos temporariamente por um capelão colonial. Daí em diante, foi elevada a categoria de Curato e nomeado para a função o sacerdote Giovanni Fronchetti. Em 1908, a Igreja da sede foi reformada. Só que não podemos falar de religião sem mencionar o saudoso Padre Luís Simonággio que foi vigário desta Paróquia por 21 anos, de 1932 a 1953. Acordou os paroquianos não só para a oração, como também para o trabalho. Interessou-se muito pelas estradas, pois quando aqui chegou, havia apenas picadas. Fez uma grande campanha pelo cultivo da cevada, tendo distribuído só no primeiro ano 40 sacos de sementes. Em quatro anos, despachou para Porto Alegre, para as cervejarias que lá estavam se instalando

Mais de 30.000 sacos de cevada.

Além de ajudar o agricultor a plantar, ele, em 1º de janeiro de l944, com a presença do Bispo Don José Barea lançou a pedra fundamental da nova igreja. Daí em diante, com a colaboração da comunidade, prosseguiram os trabalhos de construção, sendo os tijolos fabricados aqui mesmo, sendo a areia retirada dos arroios. Foram realmente anos de heroísmo e trabalho, com o objetivo de construir a melhor igreja do município de Garibaldi, toda ela em estilo gótico, com aproximadamente 600m2 (Seiscentos metros quadrados) de área construída, sendo realmente uma obra de arte, muito admirada e elogiada pelas pessoas que nos visitam. Após a morte do Padre Luiz Simonággio, a construção da igreja teve prosseguimento com os padres: Pe. Fábio Piazza 12/10/53 à 07/02/54; Pe. Hilário Piccolli 23/02/54 à 14/02/56; Pe. Henrique Salvagni 15/02/56 à 26/01/57; Pe. Gentil Benini 27/01/57 à 05/02/67. No período de atuação do Pe. Gentil Benini as obras foram concluídas e finalmente inaugurada em 10 de agosto de l959, por ocasião da Festa de São Lourenço.

Na entrada da sede do município encontra-se um capitel em honra a Santa Bárbara, protetora contra as intempéries e a São Cristóvão padroeiro dos motoristas. Todas na comunidade ainda hoje na sua maioria são católicos praticantes, sendo que aos domingos, participam da santa missa dominical.

Os imigrantes, vindos do norte da Itália, onde a escola não estava muito difundida, chegando aqui, logo sentiram a necessidade dos rudimentos da leitura e da aritmética. Em 1908 o imigrante José Magni começou a lecionar em sua casa, em Linha Pompéia, onde hoje se encontra desativada a Escola Municipal Miguel Couto. Em 28 de fevereiro de 1937 foi fundada a Escola Particular Santa Bárbara, pelas dedicadas Irmãs do Imaculado Coração de Maria, que ainda convivem conosco. Nestes 65 anos, suas maiores preocupações tem sido: arrumar a igreja para as missas, fazer as partículas (hóstias) para toda a paróquia, lecionar ensino religioso, coordenar catequese, liturgia das missas, cultos e acompanhamentos aos doentes de nossa paróquia.

Em 1969 a Irmã Anselma Stefanello, hoje falecida, vendo que o número de alunos crescia, resolveu construir com a ajuda da comunidade, uma escola para funcionar o 1º grau completo. Em 1977 o ensino passou a ser estadual, sendo que já concluíram o 1º grau centenas de alunos. Em 1983, foi concluída a obra da Escola Estadual de 1º Grau São Lourenço, com capacidade de abrigar mais de 500 alunos, nos três turnos. Hoje o número de matrículas somam 235 alunos e esta passou a denominar-se Escola Estadual de Ensino Médio São Lourenço. A escola possui uma quadra de esportes, laboratório equipado, área coberta, sala de informática, uma área verde destinada ao campo de futebol e uma horta organizada pelos alunos com técnicas agrícolas.

Em 2001 foi criado o Ensino Médio. No dia 28 de dezembro de 2002, formam-se as duas primeiras turmas que aqui iniciaram.

As primeiras religiosas que aqui chegaram em 1900 são as seguintes: Irmãs da Congregação de São José Madre Salete, Madre ongela, Irmã Matilde, Irmã áurea, Irmã Lúcia e Irmã Teofânia (hoje o Instituto Estadual de Educação Professora Irmã Teofânia de Garibaldi, leva este nome em homenagem a esta Irmã tão dedicada).

Em 1937 chegaram as Irmãs do Imaculado Coração de Maria Madre Maria Ursulina, Maria Hilda, Aurora, Maria Juvita. Esta última era muito severa e por castigo dos alunos mal comportados batia nas mãos com a palota.

Analisando o aspecto social, sabemos que a pessoa é um ser social por natureza e, durante toda a sua vida, passa a fazer parte de vários grupos sociais família, escola, igreja.

Temos no que tange o lazer, campo de futebol. Em 16 de abril de 2002 foi inaugurado o Ginásio Municipal de Esportes Padre Luís Simonággio. Obra de grande valia para o município.

[...]

A Lei Municipal nº 050 de 05 de setembro de 2001 foi instituída a Bandeira Municipal com as cores: verde, vinho e amarelo, que representam os campos verdejantes, a produção de uvas e vinhos do município e o símbolo da força e da riqueza.

E a Lei Municipal nº 051 de 05 de setembro de 2001 foi criado e adotado o Hino Oficial do município, cuja letra foi escrita pelo conterrâneo Irmão Germano Rebellatto.

[...]

Fonte: PREFEITURA MUNICIPAL DE CORONEL PILAR - RS

Autor do Histórico: JOSé INáCIO FINATTO

Código do Município

4305934

Gentílico

coronel pilarense

Prefeito

ADELAR LOCH

População
População estimada [2018]1.641 pessoas  
População no último censo [2010]1.725 pessoas  
Densidade demográfica [2010]16,36 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]3,0 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]179 pessoas  
População ocupada [2016]10,3 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]19,5 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]100 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]-  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]-  
Matrículas no ensino fundamental [2017]123 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]47 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]15 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]8 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]2 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]20.203,53 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]84,2 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.727  
Total de receitas realizadas [2017]15.138,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]10.343,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]- óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]2,3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]1 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]105,447 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]5,2 %  
Arborização de vias públicas [2010]70 %  
Urbanização de vias públicas [2010]50 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  10. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  11. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  15. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  16. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  17. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  18. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  19. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  20. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  21. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  22. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  23. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  24. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  25. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Comentários (1)

  1. Ivo Monegat's avatarIvo Monegat

    Nasci em Coronel Pilar,estudei no colégio das freiras até 1954.Casei nessa igreja em 1967.Moro em São Paulo desde 1976.

    Todo ano visito meus irmãos e vou até Coronel Pilar,aproveito para tomar uma cerveja no Bar que era do Salvador Tech,visito a Igreja

    #1 – 14/02/2016 - 13:47

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