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Barão - Rio Grande do Sul



Barão faz parte do estado do Rio Grande do Sul.

Encontra-se a uma latitude 29º22′37" sul e a uma longitude 51º29′44" oeste, estando a uma altitude de 642 metros. Sua população estimada chega em 2007 a 5420 habitantes. O município de Barão é composto pelos seguintes distritos: Arroio Canoas, Francesa Alta, General Neto e Francesa Baixa.

Possui uma área de 122,31km². Município com predominância da colonização alemã, encanta qualquer visitante com suas belas paisagens, sua requintada arquitetura, seu clima agradável e a ótima hospitalidade dos moradores do lugar.

História da cidade de BARãO

Barão, município emancipado em 12 de maio de 1988. Sua colonização deu-se por alemães, italianos, franceses e holandeses. Encontra-se a 110Km de Porto Alegre, com acesso pela RST 470. A área territorial é de 135Km2, e uma população de 5.800 habitantes aproximadamente. A agricultura familiar é base do setor primário, destacando-se as produções de leite, aves de corte, suínos, milho e silvicultura. No setor industrial destacam-se a indústria de malhas, produtos ortopédicos, móveis, calçados, agroindústrias, derivados de leite e produtos coloniais. Na área de lazer, destacam-se os campings, pesque e pague, paragliders, grutas e cascatas, fazendo parte do roteiro turístico O Caminho da Velhas Colônias.

Barão, bom lugar para viver

Emancipado de Salvador do Sul em 1988, Barão situa-se na Encosta Superior do Nordeste, a uma distância de 110 Km da capital do Estado via RST 470.

Inicialmente, possuía área geográfica de 184 Km2 e população de 10529 habitantes porém, com o desmembramento das áreas de Boa Vista, Carolina, Trípoli e Coblens e anexação aos municípios de Poço das Antas, Boa Vista do Sul e Carlos Barbosa, sua área abrange hoje 135,45 km2 e população de acordo com o censo de 2000, de 5.389 habitantes sendo 3.888 eleitores. Formado pelos distritos de Arroio Canoas, Francesa Alta, General Neto e Francesa Baixa, Barão limita-se ao norte com Carlos Barbosa, ao sul com Salvador do Sul, São Pedro da Serra e Tupandi, a leste com Bom Princípio e São Vendelino e a oeste com Boa Vista do Sul e Poço das Antas.

Face a sua localização geográfica, a uma altitude de 711 metros acima do nível do mar, latitude sul 29º37 69 e longitude oeste 51º 4955 possui clima especial, ameno, subtropical.

As temperaturas são variáveis e, no inverno, há muita nebulosidade, geadas abundantes e neve ocasionalmente. As chuvas, neste período, são frias e abundantes. No verão, a temperatura, em geral, é agradável e as chuvas não muito intensas. O seu relevo é montanhoso, muito acidentado, marcado com vales profundos e altos morros que lhe dão características peculiares com possibilidade de exploração turística. A paisagem é de serra com as terras, ainda, recobertas de vegetação nativa e exótica.

O aspecto hidrográfico se caracteriza por pequenos arroios com suas margens totalmente cobertas de vegetação.

A origem de sua denominação conta duas versões. A primeira, segundo pesquisas do Pe. Rubem Neis, provém do Barão de Holleben, Luiz Henrique Von Holleben que nasceu em Saxe Mainer, na Alemanha. Formou-se em Engenharia na Inglaterra e, vindo ao Brasil, casou-se com Maria da Luz dos Santos na cidade de Curitiba no Paraná. Em outubro de 1880, o Barão Von Holleben, como engenheiro, acompanhou o, também, engenheiro, Carvalho Borges a Conde DEu, hoje Garibaldi e a Bento Gonçalves a fim de dirigir as obras da Estrada de Ferro entre Montenegro e Bento Gonçalves, então, estabeleceram residência no ponto mais avançado da colonização alemã entre Salvador do Sul e Carlos Barbosa. Este local, na época, pouco habitado, posteriormente, foi denominado Barão pois, para designar o lugar onde morava para o qual alguém se dirigia, dizia: Vou lá no Barão. Diz-se que o Barão Von Holleben permaneceu no atual município de Barão por dois anos, transferindo-se, depois, par Porto Alegre onde, entre 1882 e 1894, trabalhou na Linha de Bondes Ferro Carril.

Porém, a outra versão, conforme conta o historiador Campos Neto em seu livro editado em 1924, intitulado Montenegro, a origem do nome Barão veio de Francisco Pedro de Abreu, Chico Pedro, o Barão de Jacuí. Afirma, ainda, neste livro: (página 450) Não consta que esse titular alemão ali residisse e, mais adiante: (página 451) O Barão do Jacuí deve ter dado o nome a este distrito.

Presume-se que seja a primeira a verdadeira pelo relato da história que se situa no contexto geográfico da região.

A história de Barão iniciou-se com a vinda de famílias imigrantes, alemães e italianos. Posteriormente, ainda no século XIX, em menor número, afluíram para o local, também, imigrantes franceses-suíços e holandeses e, mais recentemente, na metade do século XX, portugueses e bolivianos. As primeiras famílias de imigrantes alemães foram: Mayer, Bâckenbach, Neuhaus, Stein, Schmitz, Koch, Ebeling, Blei, Schâfer, Neukamp e Selbach, entre outros. As de imigrantes italianos: De Marchi, Biasetti. Dai Prá, Grando, Basso, Cerutti, Maragnon, Bedini, Cestari, Bassegio, Grespan e Costa, entre outros.

Esses imigrantes alemães e italianos deixaram profundas raízes, influenciando a cultura do povo de Barão com seus hábitos e costumes, sua culinária, suas crenças e fizeram, da agricultura, sua fonte de renda para manter-se e sobreviver na terra desconhecida. Sem dúvida, enfrentaram grandes problemas mas, lutando conseguiram vencer e legaram ao povo seus valores.

Em 1889, Valentim Diemer, que era Juiz de Paz, fundou o 1º Cartório de Barão.

No começo do século XX, Carlos Selbach e Luiz Calliari exerceram influência marcante na comunidade sendo este último, Mestre da Capela. Até 1916, as celebrações religiosas eram feitas na residência de João Schmitz, músico, regente de coral, doador do primeiro harmônio para a comunidade católica baronense.

As culturas, germânica e italiana, são as mais significativas devido à origem de seus habitantes sendo os seus hábitos e costumes muito ligados a ela mesmo com a evolução da sociedade. As tradicionais práticas de culinária, as músicas, o artesanato são conservados porém, não deixando de acompanhar o progresso. O grupo de danças folclóricas alemãs de Linha Francesa Alta, representando a origem da cultura germânica e o CTG, a cultura do nosso espaço sulriograndense, procuram interligar passado e presente. O coral municipal, também, procura preservar as origens étnicas do povo de Barão.

O lazer está condicionado a bailes, festas dos padroeiros e juninas, principalmente, jogos de futebol de campo, salão e areia, vôlei, handebol, de cartas, à programação da TV, do rádio e leituras de jornal, livros e revistas, entre outros de menor significado. Em todas as localidades existem salões comunitários onde se realizam os tradicionais bailes de Kerb e as festas, além dos acontecimentos sociais como casamentos e aniversários, entre outros.

Barão desenvolveu-se a partir da construção e ao lado dos trilhos da via férrea, que ligava Porto Alegre a Caxias do Sul, entre 1906 e 1911 sendo, em 1º de dezembro de 1909, inaugurada estação de Barão.

Para os trabalhos de construção e, posterior, conservação da ferrovia, abriu-se uma pedreira nas terras de João Baseggio e Vvª Itália Dai Prá fazendo a ligação à pedreira.

Na área mais central, perto da Estação, funcionava uma Cantina e, também, o Armazém de Secos e Molhados Hartmann com grande sortimento de produtos coloniais, utensílios domésticos, ferramentas, tecidos e gêneros alimentícios entre outros. As uvas produzidas na região eram transportadas em carroças puxadas por juntas de bois trazidas pelos próprios produtores em tonéis e cestas.

Com o decorrer dos anos, as condições da ferrovia foram se tornando precárias pelo relevo bastante acidentado que dificultava sua manutenção o que levou à sua desativação em 10 de junho de 1979.

Com o desaparecimento do trem de cargas e de passageiros, surgiu a necessidade de ampliação e de melhoria nos meios de transporte rodoviário. Apareceram, então, mais linhas de ônibus que até aí somente possuía um horário a Porto Alegre e um a Garibaldi, caminhões e carros particulares em substituição ao trem e, também, os carros de bois e cavalos, muito ousados antigamente, foram desaparecendo.

No início de sua formação, Barão pertencia ao município de São João de Montenegro o qual, em 1º de dezembro de 1914, transferiu a sede do 4º distrito de Badensberg para Barão elevando-o à categoria de Vila pelo Ato Municipal nº34.

Em 1963, Barão foi elevado a segundo distrito, foram surgindo idéias emancipacionistas e a primeira tentativa ocorreu em 1982 quando a

consulta popular deu vitória ao Não com uma diferença de 700 votos no plebiscito realizado. Cabe salientar que as Prefeituras envolvidas realizaram campanhas contrárias à emancipação.

Todavia, o movimento reiniciou em 1986 e obteve autorização para a realização do plebiscito em 1987.

Finalmente, em 24 de abril de 1988, realizou-se mais um plebiscito que deu vitória ao Sim com 2900 dos 3925 votos. Sua emancipação política administrativa ocorreu em 12 de maio de 1988 pelo Decreto Lei nº 8365.

No mesmo ano realizaram-se as eleições para a 1ª administração do município e o primeiro prefeito foi Valério José Calliari e Bernardino Scottá o primeiro vice-prefeito, 1989/1992 seguidos de Francisco Mário Simon, prefeito e José Inácio Heinzmann, vice-prefeito (1993/1996), Valério José Calliari prefeito e vice, João Paulo Debacker em 1997/2000. Na gestão de 2000/2004 prefeito João Paulo Debacker e vice, Pínio Schneider.

[...]

A economia de Barão tem sua sustentação na agricultura de subsistência em pequenas propriedades, no cultivo e comercialização da acácia negra, na pecuária e na indústria, principalmente, na calçadista. Entre os cultivares agrícolas destacam-se: batata, milho, feijão, aipim e, ainda, os hortifrutigranjeiros e, entre esses, salienta-se a produção de figo, (símbolo do município) uva e pêssego, frutas que se adaptam ao clima, pepinos e hortaliças em geral. Na pecuária, destaca-se a produção de leite que é vendido para Cooperativas ou Indústrias de Laticínios da região. [...] é significativo o número de indústrias de pequeno e médio porte instaladas na sede e no interior dando oportunidade de emprego a grande número de pessoas. Destacam-se, entre elas, as de calçados, [...] malharias e de móveis, entre outras. A indústria calçadista, de maior importância no município, tem grande influência na sua economia pois, absorve a maioria dos trabalhadores jovens.

Barão, apesar de pequeno e estar apenas delineando seus projetos, está buscando sua auto-afirmação no desenvolvimento político-sócio-econômico e cultural de seu povo com prioridades para a educação, a saúde e a segurança visando ao bem estar de todos, pois: Barão é bom lugar para viver.

Fonte: PREFEITURA MUNICIPAL DE BARãO - RS

Autor do Histórico: JOSé INáCIO FINATTO

Código do Município

4301651

Gentílico

baronense

Prefeito

CLÁUDIO FERRARI

População
População estimada [2018]6.139 pessoas  
População no último censo [2010]5.741 pessoas  
Densidade demográfica [2010]46,12 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,3 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]1.971 pessoas  
População ocupada [2016]32,4 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]16,2 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,7 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,3  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5,1  
Matrículas no ensino fundamental [2017]571 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]182 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]59 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]18 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]6 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]29.997,01 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]82 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,748  
Total de receitas realizadas [2017]28.505,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]22.701,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]15,63 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]2 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]5 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]124,557 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]35,9 %  
Arborização de vias públicas [2010]89,5 %  
Urbanização de vias públicas [2010]17,5 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Barão: Imagens da cidade e Região

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