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Alto Alegre - Rio Grande do Sul



Alto Alegre faz parte do estado do Rio Grande do Sul.

Encontra-se a uma latitude 28º46′26" sul e a uma longitude 52º59′26" oeste, estando a uma altitude de 370 metros.

Possui uma área de 110,68km² e sua população estimada em 2004 era de 2.136 habitantes.

História da cidade de Alto Alegre Rio Grande do Sul - RS

A história, evolução e formação de um povo está condicionada ao passado, avivência de nossos ancestrais. é também a soma de fatos e acontecimentos que vão formar as raízes históricas de um povo em seu determinado território.

Os fatos que vão formar a história são primeiramente conhecidos através da expressão oral de nossos antecessores para depois serem registrados. Também pode ser conhecido através de documentos e registros oficiais e finalmente reconhecido como Registros Históricos.

Assim sendo, também, a História de nosso município está enraizada à história de outros municípios, principalmente ao município de Espumoso, do qual Alto Alegre desmembrou-se.

Tudo começou com o FAXINAL, área próxima ao Rio Jacuí e que em meados de 1900 abrigava poucos moradores. Os fazendeiros Morais e Pereira, exploravam a área com a pecuária. O gado não conhecia cercas e desputava espaço entre a mata virgem e as pastagens naturais existentes.

Eurico Matias de Moura que era capataz na Fazenda Morais e Pereira, e João Leonel dos Santos (posteriormente 1º professor), descendentes de portugueses viviam na área e eram auxiliados nas tarefas de cuidados na Fazenda por alguns caboclos. Verificava-se na época a exploração de pequenas áreas para culturas de subsistência e uma bodega.

Por volta de 1919 o Faxinal recebeu os primeiros imigrantes. Eram alemães. Provindos de Tapera, a família de Jorge Sauer e seu pai Daniel Sauer, resolveram instalar um moinho. Adquiriram boa área de terra e utilizaram a água para mover a agroindústria. Daniel Sauer era médico formado na Alemanha, prestava atendimento médico na região quando solicitado, utilizando como meio de locomoção o cavalo. Após sua morte seu filho Continuou a tarefa utilizando-se dos conhecimentos adquiridos do pai.

A região recebeu os primeiros italianos a partir de 1924. Registra-se a chegada das famílias de Antônio Morgan, Fioravante Pagnussatti e Felício Pagnussatti.

De 1925 a 1928 chegaram as famílias de Pedro Favetti, Orestes e José Pedrassani, Máximo Pagnussatti, filhos de Albino Corazza, João Bertol Filho, Egídio e Victório Gaudagnin. A partir de então mais famílias italianas chegavam ao Faxinal, tais como Rosa, Faoro, Lorenzi e Tomazi.

Graças a esses pioneiros foi dado início ao povoamento no Faxinal. Tudo começou com a investida corajosa de muitas famílias que souberam explorar a região para aqui permanecer e participar do desenvolvimento.

No início não foi fácil. Os exploradores abriam picadas para encontrar a melhor localização à instalação das moradias. Eram derrubados pinheiros para serem feitas à machadinhas, as pranchas e taboinhas de cobertura. A maioria dos móveis era feito pelas famílias que com o passar do tempo adquiriam melhores condições para criarem, em seu estilo próprio, suas moradias e demais objetos feitos de madeira.

Os italianos deram continuidade no Faxinal,de todos os hábitos e costumes provindos das origens. A construção de um templo representava uma necessidade. A primeira capela foi erguida em 1929, tendo como padroeiro São Marcos. O capelão era Pedro Favetti. Uma Igreja maior foi construída em 1938. O 1º padre a atender a localidade foi o Monsenhor Augusto Rizzi - pároco de Espumoso.

João Leonel dos Santos foi o primeiro professor. Reunia as crianças em casa para algumas lições. Felício Pagnussatti e Orestes Trindade foram outros professores, além de Luís Rosseti, ex-seminarista proveniente de Guaporé. A escola funcionou posteriormente num pavilhão e na Igreja. Somente em 1934 foi construída a primeira escola.

Conforme alguns depoimentos de moradores alto-alegrenses, o nome da localidade surgiu por ocasião da festa de inauguração da escola, em 28 de julho de 1934. Naquela oportunidade o povo recebeu visitas do município, na época, Soledade. Pela razão da festa ter sido animada, o povo muito alegre e o lugar bonito, aprazível livre e muito alto, as autoridades presentes no então Faxinal, em solenidades inaugurais, pronunciaram que este lugar deveria chamar-se ALTO ALEGRE. O povo aceitou a idéia que permanece registrada até hoje.

Alto Alegre hoje tem um desenvolvimento adverso do tempo que era denominado Faxinal, inteiramente coberto por mata virgem. Ao longo de sua formação foram diversas fases distintas; registra-se um período de pequenas indústrias, tafornas, olarias, alambiques, moinhos e uma fábrica de bebidas. O comércio era centro de compra e venda de produtos da terra, bem como suínos e aves.

Começou a mudar de fase a partir da introdução no Estado da tecnologia na agricultura. A partir daí foi dada grande valorização à soja e trigo, passando-se aí a fase da monocultura.

Acompanhando o desenvolvimento da região, grandes proprietários de terra deram continuidade à exploração do solo através das extensas áreas de soja e trigo, principalmente. A agricultura passou a ser base da economia permanecendo até hoje.

Na expectativa de crescer ainda mais na região, o povo começou a se mobilizar e em 1964 tornava realidade um antigo sonho: Alto Alegre se emancipar. Mais foi somente por seis dias. O então prefeito de Espumoso, Arthur Ritter de Medeiros obteve assegurado mandado de segurança sustando a criação do Município de Alto Alegre. Hoje uma triste recordação, porque a partir de então muitas pessoas procuraram outros centros em busca de melhores condições de vida. O povo de Alto Alegre, apesar desta derrota e das dificuldades encontradas não desanimou e continuou a luta. Em 1981 iniciou novamente um movimento em busca de sua emancipação política, a qual após muito trabalho, empenho e dedicação da Comissão Emancipacionista que unida a todo o seu povo vê realizado o seu grande sonho. Na consulta plebiscitária realizada em 20 de setembro de 1987, a esmagadora vitória do "SIM" numa percentagem de 94%, tornado-se assim Alto Alegre independente de Espumoso.

Gentílico: alto-alegrense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Depósito, por ato municipal nº 2, de 19-09-1892, no município de Soledade.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Depósito, figura no município de Soledade.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo decreto estadual nº 7199, de 31-03-1938, o distrito é extinto, sendo seu território anexado ao município de Soledade, como simples zona do distrito sede.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, Depósito permanece como zona do distrito sede de Soledade.

Pelo decreto-lei estadual nº 720, de 29-09-1944, Depósito figura como 3º subdistrito da sede do município de Soledade.

Pela lei municipal nº 21, de 08-03-1948, é recriado o distrito Depósito e anexado ao município de Soledade.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito permanece no município de Soledade.

Pela lei municipal nº 110, de 20-05-1952, a sede do distrito passou a ser povoado com a nova denominação de Alto Alegre.

Pela lei estadual nº 2554, de 18-12-1954, o distrito de Alto Alegre foi transferido do município de Soledade para o de Espumoso.

Em divisão territorial datada de I-VII-1955, o distrito de Alto Alegre permanece no município de Espumoso.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Elevado à categoria de município com a denominação de Alto Alegre, pela lei estadual nº 8.428, de 02-12-1987, desmembrado de Espumoso. Sede no antigo distrito de Alto Alegre. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1989.

Pela lei municipal nº 80, de 20-12-1989, são criados o s distritos de Linha Bonita, Santa Lúcia, São José e Treze de Maio e anexados ao município de Alto Alegre .

Em divisão territorial datada de 2004, o município é constituído de 5 distritos: Alto Alegre, Linha Bonita, Santa Lúcia, São José e Treze de Maio.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica distrital

Depósito para Alto Alegre alterada, pela lei municipal nº 110, de 20-05-1952.

Tranferência distrital

Pela lei estadual nº 2554, de 18-02-1954, transfere o distrito de Alto Alegre do município de Soledade para o de Espumoso.

Fonte: IBGE

Código do Município

4300554

Gentílico

alto-alegrense

Prefeito

GILMAR TONELLO

População
População estimada [2018]1.663 pessoas  
População no último censo [2010]1.848 pessoas  
Densidade demográfica [2010]16,15 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,9 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]450 pessoas  
População ocupada [2016]24,8 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]33,3 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,1 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]-  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]-  
Matrículas no ensino fundamental [2017]169 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]37 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]27 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]13 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]3 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]36.389,16 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]87 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,747  
Total de receitas realizadas [2017]14.976,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]13.265,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]- óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]1,7 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]1 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]114,445 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]19,9 %  
Arborização de vias públicas [2010]98,5 %  
Urbanização de vias públicas [2010]17,3 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  10. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  11. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  15. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  16. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  17. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  18. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  19. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  20. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  21. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  22. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  23. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  24. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  25. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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