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Douradina - Paraná



Douradina é um município do estado do Paraná, no Brasil. Está localizada no noroeste paranaense, numa área de 470 quilômetros quadrados. Está a 635 quilômetros da capital do estado, Curitiba e muito próxima de outros grandes polos regionais, como Maringá, Umuarama, Cascavel e Londrina.

Toda a região do noroeste do estado brasileiro do Paraná era ocupada, até meados do século XX, pela etnia indígena dos xetás. Com os projetos de colonização da região levados a cabo a partir dessa época, os xetás foram praticamente exterminados, seja através da perda de suas terras, através de doenças trazidas pelos não índios ou através do assassínio puro e simples.

Nos anos 1950, surgiu, no Noroeste do Estado do Paraná, na gleba oito, a Comarca de Peabiru, hoje Comarca de Umuarama, um novo povoado, iniciando-se com a vinda de Antônio Lustosa de Freitas e família, que trouxe consigo 22 peões, no dia 25 de junho de 1952, para residir como capataz em uma área de florestas a pedido de seu tio, o deputado Antônio Lustosa de Oliveira, que tinha 2 000 alqueires de terra que adquiriu através da permuta feita com o governo do estado, nos campos de Guarapuava, a qual doou a Freitas 55 alqueires, que, mais tarde, denominou-se Fazenda Santa Rosa.

História da cidade de Douradina, foi fundada em 17 de janeiro de 1979, através da Lei Estadual n.º 7.107 e foi emancipado politicamente do Município de Maria Helena em 01 de fevereiro de 1983. Está localizada no noroeste paranaense, numa área de 470 km2. está à 635 km da capital do Estado que é Curitiba e muito próxima de outros grandes pólos como Maringá, Umuarama, Cascavel, Londrina.

Nos Anos 50, surgiu no Noroeste do Estado do Paraná, na gleba 8 Comarca de Peabirú, hoje Comarca de Umuarama, um novo povoado, iniciando-se com a vinda do Sr. Antônio Lustosa de Freitas e família que trouxe consigo 22 peões, no dia 25 de junho de 1952 para residir como capataz em uma área de florestas a pedido de seu tio, Deputado Antônio Lustosa de Oliveira, que tinha 2.000 alqueires de terra que adquiriu através da permuta feita com o Governo do Estado, nos campos de Guarapuava, a qual doou ao Sr. Freitas 55 alqueires, que mais tarde denominou-se a "Fazenda Santa Rosa"

O Sr. Salvador Lopes Gomes, ex-vereador de Maringá-PR, nos anos 50, havia adquirido as terras através de empréstimo bancário em Curitiba. O Sr. Salvador, falecido em 1.996, chegou as terras por via fluvial, num bote pelo Rio Paraná, a seguir entrou pelo rio Ivaí e fez 3 dias de caminhada pela mata até localizar o marco dos primeiros 1000 alqueires que adquiriu. Nesta época, o Sr. Lustosa já tinha suas terras ao lado, onde apareceram os primeiros indígenas a procura de alimento. Após, o Sr. Salvador começou a abrir a primeira estrada, vindo de Umuarama; trabalho árduo, pois foi necessária a construção de 4 pontes de madeira. Ele demarcou os 1000 alqueires em lotes de aproximadamente 15 alqueires para ser vendido aos meeiros da região de Maringá e São Jorge, sendo que o projetista foi o engenheiro Shoju Sato, juntamente com seu filho Cândido Sato e um outro jovem por nome de Vaquizaqui, que fizeram todo levantamento de córregos e espigões. Em seguida, adquiriu mais 1100 alqueires ao lado do primeiro, onde demarcou os sítios, e na parte alta deste, projetou as ruas e avenidas da cidade, nos 43 alqueires reservados para ela.

O nome Douradina surgiu em função da Serra dos Dourados. Havia uma dúvida quanto a ser: Douradinha ou Douradina, porém, o Sr. Salvador, optou pelo segundo.

Fonte: Prefeitura Municipal de Douradina

Autor do Histórico: SEBASTIãO APARECIDO DE AZEVEDO

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