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Triunfo - Pernambuco



Triunfo faz parte do estado de Pernambuco.

Em fins do século XVIII a serra da Baixa Verde, que teve como habitantes primitivos os índios Cariris, era arrendada a Domingos Pereira Pita que depois se tornou proprietário. Nessa época, em data incerta, chegou a Baixa Verde o missionário capuchinho frei Vidal de Frescolero, conhecido por frei Vidal da Penha, que fixou residência no sítio Baixa Verde, em um pequeno terreno que conseguiu com o senhor Domingos Pereira Pita, onde fez o aldeamento dos índios que com ele vieram. Em novembro de 1803 retirou-se para Cabrobó, tendo logo depois assumido o seu lugar o missionário frei Ângelo Maurício Niza, o qual fez construir na Baixa Verde uma capelinha que serviu de matriz durante muito tempo, sob a invocação de Nossa Senhora das Dores. Em seguida, tratou de legalizar a posse do terreno dos índios, requerendo ao governador-geral da Capitania, Dr. Caetano Pinto de Miranda Montenegro, meia légua quadrada de terra, a qual foi concedida em sesmaria, a 8 de outubro de 1812; os marcos foram fincados nos lugares denominados Aquiraz, Jaleco, Água Branca e Jardim. O aldeamento, que nesse tempo era um arraial de casas esparsas, foi se transformando pouco a pouco em um núcleo de população e de casas alinhadas. Assim, cabe a Frei Ângelo os foros da fundação da cidade onde ele permaneceu até falecer, em 7 de junho de 1824. Outros habitantes foram chegando sucessivamente, atraídos pelas excepcionais condições de solos, fontes perenes e vegetação sempre verde, fazendo com que a povoação fosse crescendo com rapidez.

O nome de Triunfo originou-se de uma luta ocorrida entre a poderosa família dos Campos Velhos, da cidade de Flores, e os habitantes da povoação da Baixa Verde, os quais, querendo ver o progresso da localidade, começaram com a criação de uma feira, com o que os Campos Velhos não ficaram satisfeitos, procurando acabá-la por diversas vezes, até mesmo com prejuízo de vidas, mas não conseguiram. Tal fato fez com que os habitantes da Baixa Verde tratassem de sua independência, a fim de se libertar dos Campos Velhos. Para isso, um abaixo-assinado solicitou da Assembléia Provincial e do Diocesano que a povoação fosse transformada em freguesia e elevada à categoria de vila, o que de fato ocorreu em 2 de junho de 1870, através da Lei Provincial nº. 930, que criou a freguesia de Nossa Senhora das Dores, desmembrada da freguesia de Flores, e elevou a povoação de Baixa Verde à categoria de vila, com a denominação de Triumpho. Em 13 de junho de 1884 através da Lei Provincial nº. 1.805, foi criada a comarca de Triunfo e com isso a vila da Baixa Verde foi elevada à categoria de cidade.

História da cidade de Triunfo Pernambuco - PE

Histórico:

Em fins do século XVIII, a serra da Baixa Verde, que teve como habitantes primitivos os índios Cariris, era arrendada a Domingos Pereira Pita, que depois se tornou proprietário. Nessa época, em data incerta, chegou a Baixa Verde o missionário frei Vidal de Frescolero, conhecido por frei Vidal da Penha, que fixou residência no sítio Baixa Verde, em um pequeno terreno que conseguiu com o senhor Domingos Pereira Pita, onde fez o aldeamento dos índios que com ele vieram. Em novembro de 1803 retirou-se para Cabrobó, tendo logo assumido o seu lugar o missionário frei ongelo Maurício Niza, o qual fez construir na Baixa Verde uma capelinha, sob a invocação de Nossa Senhora das Dores, Padroeira da cidade até os dias de hoje. Assim cabe a Frei ongelo os foros de fundação da cidade, onde permaneceu até falecer, em 07 de julho de 1824.

Sendo um dos menores município da área do Sertão de Pernambuco, Triunfo, ocupa apenas a área da Serra da Baixa Verde, outrora conhecida como serra Grande do Pajeú.

Seu nome teve origem do resultado de uma luta entre a poderosa família dos Campos Velhos da cidade de Flores, com os habitantes da povoação da Baixa Verde, os quais querendo ver o progresso da localidade, começaram com a criação de uma feira, em que os Campos Velhos não ficaram satisfeitos, procurando com isto acabar por diversas vezes, até mesmo com prejuizo de vidas, mas não conseguiram. Esta insatisfação dos habitantes da Baixa Verde com os Campos Velhos da cidade de Flores, fez com que os habitantes da Baixa Verde tratassem logo de sua independência. Devido a esta vitória foi dado o nome ao município de Triunfo.

Gentílico: triunfense

Formação Administrativa:

Elevado à categoria de vila com a denominação de Triunfo, pela lei provincial nº 930, de 0206-1870, desmembrado de Flores. instalada em 08-01-1872.

Elevada à condição de cidade e sede do município com a denominação de Triunfo, pela lei provincial nº 1805, de 13-06-1884.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 4 distritos: Triunfo, Jericó, Santa Cruz e Santo Antônio.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído de 4 distritos: Triunfo, Santa Cruz, Laje do Carrapato e Jericó. Não figurando o distrito de Santo Antônio.

Pelo decreto-lei estadual 235, de 09-12-1938, o distrito de Laje do Carrapato passou a denominar-se Jatiúca

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município aparece constituído de 4 distritos: Triunfo, Baixa Verde, Jatiúca ex-Laje do Carrapato e Jericó. Não figurando o distrito de Santa Cruz.

Pelo decreto-lei estadual nº 952, de 31-12-1943, o distrito de Baixa Verde passou a denominar-se Brocotó e o distrito de Jericó a denominar-se Iraguaçu.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 4 distritos: Triunfo, Brocotó, Iraguaçu e Jatiúca.

Pela lei nº 1795, de 17-12-1953, o distrito de Brocotó passou a denominar-se Santa Cruz da Baixa Verde.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 4 distritos: Triunfo, Iraguaçu, Jatiúca e Santa Cruz da Baixa Verde ex-Brocotó.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de de 1-VII-1960.

Pela lei estadual nº 4973, de 30-12-1963, desmembra do município de Triunfo o distrito de Santa Cruz da Baixa Verde e Jatiúca. Para formar o novo município de Santa Cruz da Baixa Verde.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 2 distritos: Triunfo e Iguaraçu.

Pela lei municipal nº 395, de 19-05-1968, é criado o distrito de Canaã e anexado ao município de Triunfo.

Pelo acórdão do tribunal de justiça, mandado de segurança nº 56949, de 31-07-1964, o município de Santa Cruz da Baixa Verde foi extinto, sendo seu território voltando a pertencer ao município de Triunfo.

Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 5 distritos: Triunfo, Canaã, Iraguaçu, Jatiúca e Santa Cruz da Baixa Verde.

Pela lei estadual nº 10620, de 01-10-1991, desmembra do município de Triunfo os distritos de Santa Cruz da Baixa Verde e Jatiúca. Para formar o novo município de Santa Cruz da Baixa Verde.

Em divisão territorial datada de I-VI-1995, o município é constituído de 3 distritos: Triunfo, Canaã e Iraguaçu.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

Formação Judiciária:

A comarca de Triunfo, criou-se pela Lei provincial nº 1805 de 13 de junho de 1884. Nos quadros de divisão territorial de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, e no anexo do Decreto-lei estadual de nº 92 de 31 de Março de 1938, o município de Triunfo compreende o têrmo judiciário único da comarca de Triunfo. Que compreende até os dias de hoje.

Localização Municipal:

O município está localizado na zona do sertão alto, na mesorregião Sertão Pernambucano, microrregião Pajeú, com uma área territorial de 181,4 Km2, limitando-se ao norte com o Estado da Paraíba, ao sul com Calumbi, ao leste com o município de Flores ao Oeste com o município de Santa Cruz da Baixa Verde.

A sede municipal está a 1004m de altitude em relação ao nível do mar e tem sua posição geográfica determinada pelo paralelo de 7º 50′ 17 E e 38º 06′ 06" S.

Seu clima é Semi árido Quente com uma temperatura média de 20,4º C a sua vegetação é Floresta Subcaducifólia.

O segundo ponto mais alto do estado de Pernambuco, encontra-se na Serra da Baixa Verde no município de Triunfo a uma aititude de 1185m, e conhecido como Pico do Papagaio.

Fonte: IBGE

Código do Município

2615706

Gentílico

triunfense

Prefeito

JOAO BATISTA RODRIGUES DOS SANTOS

População
População estimada [2018]15.265 pessoas  
População no último censo [2010]15.006 pessoas  
Densidade demográfica [2010]78,35 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,8 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]1.258 pessoas  
População ocupada [2016]8,3 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]47,1 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,4 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,9  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5,3  
Matrículas no ensino fundamental [2017]2.287 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]492 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]107 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]23 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]15 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]2 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]8.175,66 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]86,8 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,670  
Total de receitas realizadas [2017]40.748,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]42.442,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]10,53 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]3,5 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]8 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]191,518 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]19,8 %  
Arborização de vias públicas [2010]72,8 %  
Urbanização de vias públicas [2010]6,3 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Comentários (1)

  1. JACKSON PIANCÓ's avatarJACKSON PIANCÓ

    CONHECI A CIDADE EM JANEIRO DE 2018. GOSTEI MUITO DA CIDADE, NOS HOSPEDAMOS NO SESC. CONHECEMOS O CENTRO, O TELEFÉRICO, O ENGENHO E POR ÚLTIMO FOMOS CONHECER O PICO DO PAPAGAIO. UMA CIDADE MUITA BONITA E HOSPITALEIRA. UMA COISA QUE ME ADMIREI FOI A TRANQUILIDADE DE ANDAR COM OBJETOS, CELULAR SEM TER MEDO DE SER ASSALTADO.

    #1 – 15/04/2018 - 16:02

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