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Garanhuns - Pernambuco



Garanhuns faz parte do estado de Pernambuco. Distante 228 km da capital pernambucana, Recife.

Localizando-se na região montanhosa do Planalto da Borborema, é também conhecido como a Suíça Pernambucana, por causa de seu clima ameno no verão e temperaturas baixas no inverno, atípico para o resto da região. Outras alcunhas são Cidade das Flores ou Cidade da Garoa.

Garanhuns foi a terra natal do ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que nasceu quando o atual município de Caetés era um distrito integrante.

História da cidade de Garanhuns

Remontam ao século XVII as primeiras penetrações nas terras do atual Município de Garanhuns, primitivamente habitadas, presume-se, por um ramo dos cariris. Fugindo provavelmente ao jugo holandês e a escravidão, brancos e negros iniciaram o povoamento da região. Posteriormente, novas levas de escravos foragidos estabeleceram-se nos brejos, em aldeamentos esparsos.

Em 1658, o mestre-de-campo Nicolau Aranha Pacheco, o capitão Cosmo de Brito Cação, Antonio Fernandes Aranha e Ambrósio Aranha de Farias obtiveram de André Vidal de Negreiros, então Governador da Capitania de Pernambuco, uma sesmaria de 20 léguas de terras, em dois lotes, um nos campos dos Garanhuns e outro no Panema. Na sesmaria dos Garanhuns, fundou-se uma fazenda com a denominação de Sítio do Garcia, no local onde hoje se encontra a sede do Município.

Tudo indica, que a fazenda estivesse em franco desenvolvimento quando, por volta de 1670, foi destruída pelos quilombolas dos mocambos de Curica Zumbi, Alto do Magano e outros, passando a ser chamada, daí por diante, Tapera do Garcia, denominação simplificada para Tapera, como ainda hoje é conhecida.

A Guerra dos Palmares prejudicou sensivelmente o progresso da região, pois as fazendas ali localizadas estavam sob a ameaça constante de depredações, saques e morticínios, que obrigavam seus proprietários a abandoná-las, juntamente com a população branca.

Exterminados, em 1696, os últimos redutos negros, parece que a região se recuperou rapidamente, porquanto já em 1699, conforme F. A. Pereira da Costa, era expedida Carta Régia criando Varas de Juízo, ou Julgados, em diversas freguesias do sertão entre elas Garanhuns, sede da Capitania do Sertão de Ararobá, como era conhecida toda a zona entre

o Cimbres e o Pajeú das Flôres.

Em 1704, a Tapera do Garcia foi comprada pelo Coronel Manoel Pereira de Azevedo, passando vários anos mais tarde, por morte deste, a ser administrada por sua viúva, D. Simoa Gomes de Azevedo, figura em torno da qual há um misto de lenda e história. A ela se deve a doação de um trecho de terras de meia légua em quadro à Confraria das Almas da Matriz de Garanhuns, no local onde posteriormente se construiu a cidade.

Com a criação da Vila de Cimbres, em 1762, e sua instalação no ano seguinte, Garanhuns deixou de ser a sede da Capitania do Sertão de Ararobá para ser apenas sede da Freguesia de Santo Antônio de Garanhuns. Graças, porém, a fertilidade do solo, ao seu magnífico clima e a excelência de suas águas, continuou a desenvolver-se, sendo elevado, em 1796, à condição de sede de vicariato.

Sobre a palavra Garanhuns, há muita controvérsia quanto a procedência do topônimo Garanhuns. Segundo o Professor João de Deus Oliveira Dias é ele originário do nome de uma tribo cairu, da raça cariri ou quiriri que habitava a serra no começo da colonização, "que pela corruptela típica deu Guiranhu ou Unhannhu, de Guirá-Guará, ave vermelha pernalta, aquática (guara rubra-Linneu) e Anhu ou anhun-anum, pássaro preto, crotófago (Crotophaga ani Marcgrave) que habitavam o vale do Rio Mundaú, perto da sua nascente, local da primitiva aldeia".

Já o Dr. Mário Melo, em sua Toponímia Pernambucana, diz: "Garanhuns - (Mun. e cidade) - Corr. Guirá-nhum, os pássaros pretos (Theodoro Sampaio, 124) - Alfredo de Carvalho". A derivação deve ser Guara-nhum, indivíduo preto, aplicada no quilombo da serra, pois ainda hoje os índios carnijós de águas Belas conhecem Garanhuns como Claiô, no seu dialeto Iatê-clai, branco lô, não; não branco, escuro, preto, aplicado aos quilombos. Convém ainda notar que a serra de Garanhuns era conhecida pelo nome da tribo garanhuns, de origem cariri, que a habitava.

Gentílico: garanhuense

Formação Administrativa

Elevado à categoria de vila com a denominação de Garanhuns, por Carta Régia de 10-03-1811. Sede na povoação de Garanhuns. Instalada em 17-12-1813.

Pela lei provincial nº 204, de 26-07-1848, é criado o distrito de Correntes e anexado a Vila de Garanhuns. Pela lei nº 1243, de 27-05-1879, desmembra da vila de Garanhuns o distrito de Corrente. Elevado à categoria de município.

Pela lei provincial nº 1.309, de 1874, a sede municipal era elevada à categoria de cidade.

Pela lei municipal nº 42, de 22-12-1908, são criados os distritos de Brejão de Santa Cruz e Segismundo Gonçalves.

Em divisão administrativa referente ao de 1911, o município é constituído de 5 distritos: Garanhuns, São João, Brejão de Santa Cruz, Segismundo Gonçalves e Serrinha.

No quadro do Recenseamento Geral de I-IX-1920, o município é constituído de 5 distritos: Garanhuns, São João, Brejão (ex-Brejão de Santa Cruz), Angelim ex-Segismundo e Serrinha.

Em divisão administrativa de 1933, o município é constituído de 5 distritos: Garanhuns, São João, Brejão de Santa Cruz, Serrinha de São Luiz Gonzaga ex-Serrinha e São Caetano.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 9 distritos: Garanhuns, Boa Vista, São João, Brejão, Itacoatiara, ex-Serrinha de São Luiz Gonzaga, São Caetano, São Pedro, São Vicente Ferrer e São José de Baraúnas.

Pelo decreto-lei estadual nº 92, de 31-03-1938, o distrito de São Caetano passou a denominar-se Caetés o distrito de Serrrinha a denominar-se Itacoatiara. Ainda sob o mesmo decreto extingui o distrito de Boa Vista, sendo seu território anexado ao distrito sede do de Garanhuns.

Pelo dcreto-lei estadual n 235, de 09-12-1938 distrito de São José de Baraúnas passou a denominar-se Miracica.

Pelo decreto-lei estadual n 952, de 31-12-1943, o distrito de São Vicente Ferrer passou a denominar-se Iratama. Sob o mesmo decreto-lei o distrito de Itacoatiara passou a denominar-se Paranatama. Ainda sob o mesmo decreto altera a denominação de São Pedro para Itacatu.

No quadro fixado para vigorar no período 1944-1948, o município é constituído de 8 distritos: Garanhuns, Brejão, Caetés, Iratama ex-São Vicente Ferrer, Itacatu ex-São Pedro, Miracica, Paranatama ex-Itacoatiara e São João.

Em divisão territorial datada de I-VII-1955, o município é constituído de 8 distritos: Garanhuns, Brejão, Caetés, Iratama, Itacatu, Miracica, Paranatama, São João.

Pela lei estadual nº 3280, de 25-11-1958, desmembra do município de Garanhuns o distrito de São João. Elevado à categoria de município.

Pela lei estadual nº 3337, de 31-12-1958, desmembra do município de Garanhuns o distrito de Brejão. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de I-VII-1960, o município é constituído de 6 distritos: Garanhuns, Caetés, Iratama, Itacatu, Miracica e Paranatama.

Pela lei estadual nº 4944, de 20-12-1963, desmembra do município de Garanhuns o distrito de Paranatama. Elevado à categoria de município.

Pela lei estadual nº 4987, de 20-12-1963, desmembra do município de Garanhuns o distrito de Caetés. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 4 distritos: Garanhuns, Iratama, Itacatu e Miracica.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de I-I-1979.

Pela lei estadual n 9281, de 21-06-1983, o distrito de Itacatu passou a denominar-se São Pedro.

Em divisão territorial datada de 18-VIII-1988, o município é constituído de 4 distritos: Garanhuns, Iratama, Miracica e São Pedro ex-Itacatu.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

Fonte: IBGE

Código do Município

2606002

Gentílico

garanhuense

Prefeito

IZAIAS REGIS NETO

População
População estimada [2018]138.983 pessoas  
População no último censo [2010]129.408 pessoas  
Densidade demográfica [2010]282,21 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,8 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]20.725 pessoas  
População ocupada [2016]15,0 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]43,8 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]96,8 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]4,5  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3,9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]22.484 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]6.025 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]974 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]312 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]95 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]19 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]15.200,55 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]63,5 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,664  
Total de receitas realizadas [2017]277.111,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]275.853,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]13,13 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,8 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]61 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]458,552 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]52,1 %  
Arborização de vias públicas [2010]73,3 %  
Urbanização de vias públicas [2010]15,7 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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