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Santo Antônio do Leverger - Mato Grosso



Santo Antônio de Leverger faz parte do estado de Mato Grosso. Sua população em 2011, segundo o Censo 2011 do IBGE, era de quase 30mil habitantes a cidade faz parte da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá que ajuda na soma dos quase 1 milhão de habitantes. As origens de Santo Antônio de Leverger se ligam às de Cuiabá. A tradição popular guardou a história da imagem de Santo Antônio.

Uma monção, no tempo da cheia, subia o Rio Cuiabá em demanda das minas de ouro descobertas por Miguel Sutil. A expedição, a duras penas, vencia as águas barrentas do rio, pois fora vítima dos índios canoeiros da tribo guató, tendo afundadas algumas embarcações e mortos alguns homens. As canoas sobradas da refrega penetraram, certo entardecer, por uma boca de água remansosa, à beira do sangradouro para o pernoite. Os paulistas, refeitos na manhã seguinte, aprontavam-se novamente para a labuta da viagem, quando um dos batelões ficou preso, como se estivesse encalhado num banco de areia. Mesmo à força do remo e da zinga não conseguiram arrastar o batelão. A superstição tomou conta dos rudes canoeiros. Por sugestão de um deles, desembarcaram a imagem de Santo Antônio, que transportavam. O resultado não se fez esperar, pois o batelão se soltou e os paulistas puderam seguir viagem. Outra monção passou por aquele lugar e quis levar a imagem de Santo Antônio. O fenômeno de impedimento da viagem se repetiu. Os paulistas levantaram, então, uma primitiva capela, que não mais existe. Era sóbria e elegantemente original. O douto Barão de Melgaço coligiu informação de que o padre jesuíta Estevão de Castro, da Missão de Sant’Ana da Chapada, companheiro do Superior Pe. Agostinho Lourenço, ambos chegados a Mato Grosso com o primeiro governador da Capitania, ali aportou a 12 de outubro de 1753. O pe. Estevão de Castro encontrou no lugar uma povoação com uma capela sob a invocação de Santo Antônio, com seus moradores dedicando-se à pesca e lavoura de subsistência. Além do orago, o nome da cidade também homenageia Augusto João Manoel Leverger - o Barão de Melgaço, francês de nascimento, e que dedicou grande parte de sua vida às causas de Mato Grosso, tendo sido presidente da Província por várias vezes. Augusto Leverger foi um bravo comandante e defensor do solo mato-grossense, por ocasião da Guerra do Paraguai. Em 4 de julho de 1890, foi criado o município de Santo Antônio do Rio Abaixo. A Lei nº 208, de 26 de outubro de 1938, alterou a denominação de Santo Antônio do Rio Abaixo para simplesmente Santo Antonio. Em 31 de dezembro de 1943, nova alteração se verifica, nomeando-a de Santo Antônio para Leverger. Por fim, a Lei nº 132, de 30 de dezembro de 1948, alterou a denominação de Leverger para Santo Antônio do Leverger, denominação atual.

Altitude = 140 m.Distância da Capital 27 km.Extensão Territorial 12.260 km2 (IBGE) 12.008,94 km2. Localização Geográfica = Mesorregião 130, Microrregião 534 - Cuiabá. Centro-sul de Mato Grosso. Relevo = Depressão Rio Paraguai, calha Rio Cuiabá e São Lourenço. Serra de São Jerônimo. Formação Geológica = Coberturas não dobradas do Fanerozóico, da Bacia Quaternária do Pantanal e sub-bacia ocidental do Paraná. Coberturas dobradas do Proterozóico com granitóides associados. Grupo Cuiabá, Faixa Móvel Brasiliana. Bacia Hidrográfica = Grande Bacia do Prata. Para esta bacia contribui a do Paraguai, que recebe, pela esquerda, os rios Cuiabá, São Lourenço e Itiquira. Clima = [Tropical[ quente e sub-úmido. No centro-norte, período de 4 meses de seca, de junho a setembro. No centro-sul, período de 3 meses de seca, de junho a agosto. Precipitação anual de 1.500 mm, com intensidade máxima em dezembro, janeiro e fevereiro. Temperatura média anual de 24º C, maior 42º C, menor 0º C.

História da cidade de Santo Antônio do Leverger

As origens de Santo Antônio de Leverger se ligam às de Cuiabá. A tradição popular guardou a história da imagem de Santo Antônio.

Uma monção, no tempo da cheia, subia o rio Cuiabá em demanda das minas de ouro descobertas por Miguel Sutil. A expedição, a duras penas, vencia as águas barrentas do rio, pois fora vítima dos índios canoeiros da tribo Guató, tendo afundadas algumas embarcações e mortos alguns homens. As canoas sobradas da refrega penetraram, certo entardecer, por uma boca de água remansosa à beira do sangradouro para o pernoite. Os paulistas refeitos na manhã seguinte aprontavam-se novamente para a labuta da viagem, quando um dos batelões ficou preso, como se estivesse encalhado num banco de areia.

Mesmo a força do remo e da zinga não conseguiram arrastar o batelão. A superstição tomou conta dos rudes canoeiros. Por sugestão de um deles, desembarcaram a imagem de Santo Antônio, que transportavam. O resultado não se fez esperar, pois o batelão se soltou e os paulistas puderam seguir viagem.

Outra monção passou por aquele lugar e quis levar a imagem de Santo Antônio. O fenômeno de impedimento da viagem se repetiu. Os paulistas levantaram, então, uma primitiva capela, que não mais existe. Era sóbria e elegantemente original.

O douto Barão de Melgaço coligiu informação de que o padre jesuíta Estevão de Castro, da Missão de Sant´Ana da Chapada, companheiro do superior padre Agostinho Lourenço, ambos chegados a Mato Grosso com o primeiro governador da Capitania, ali aportou a 12 de outubro de 1753. O padre Estevão de Castro encontrou no lugar uma povoação, com uma capela sob a invocação de Santo Antônio, e seus moradores dedicando-se à pesca e lavoura de subsistência.

Além do orago, o nome da cidade também homenageia Augusto João Manoel Leverger - o Barão de Melgaço, francês de nascimento, e que dedicou grande parte de sua vida às causas de Mato Grosso, tendo sido presidente da Província por várias vezes. Augusto Leverger foi um bravo comandante e defensor do solo mato-grossense, por ocasião da Guerra do Paraguai.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Santo Antônio do Rio Abaixo, pela lei provincial nº 11, de 26-08-1835.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Santo Antônio do Rio Abaixo, pela lei estadual nº 22, de -04-07-1890, desmembrado do município de Cuiabá. Sede no antigo distrito de Santo Antônio do Rio Abaixo. Constituído do distrito sede. Instalado em 13-06-1900.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila é constituída do distrito sede.

Elevado à condição de cidade com a denominação de Santo Antônio do Rio Abaixo, pela lei estadual nº 1023, de 2-09-1929.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aprece constituído de 3 distritos: Santo Antônio do Rio Abaixo, Melgaço e Santo Antônio da Barra.

Pela lei estadual nº 208, de 26-10-1938, o município de Santo Antônio do Rio Abaixo passou a denominar-se simplesmente Santo Antonio. A lei acima citada altera a denominação do distrito de Santo Antônio da Barra para Joselândia.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Santo Antônio (ex-Santo Antônio do Rio Abaixo), Joselândia e Melgaço.

Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o município de Santo Antônio passou a denominar-se Leverger o distrito de Melgaço a chamar-se Chacororé.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Leverger (ex-Santo Antônio), Chacororé (ex-Melgaço) e Joselândia.

Pela lei estadual nº 132, de 30-09-1948, o município de Leverger tomou a denominação de Santo Antônio do Leverger.

Pela lei estadual nº 139, de 30-09-1948, o distrito de Chacororé tomou o nome de Barão de Melgaço.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Santo Antônio do Leverger (ex-Leverger), Barão de Melgaço (ex-Chacororé) e Joselândia.

Pela lei nº 690, de 12-12-1953, desmembra do município de Santo Antônio de Leverger os distritos de Barão de Melgaço e Joselândia, para constituir o novo município de Barão de Melgaço.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído do distrito sede.

Pela lei estadual nº 1122, de 17-10-1958, é criado o distrito de Engenho Velho e anexado ao município de Santo Antônio do Leverger.

Pela lei estadual nº 1178, de 17-12-1958, é criado o distrito de Mimoso e anexado ao município de Santo Antônio do Leverger.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Santo Antônio de Leverger, Engenho Velho e Mimoso.

Pela lei estadual nº 2096, 20-12-1963, é criado o distrito de Palmeiras e anexado ao município de Santo Antônio do Leverger.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 4 distritos: Santo Antônio de Leverger, Engenho Velho, Mimoso e Palmeiras.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.

Pela lei estadual nº 4200, de 16-06-1980, e criado o distrito de Varginha e anexado ao município de Santo Antônio do Leverger.

Pela lei estadual nº 4383, de 16-11-1981, o distrito de Palmeiras tomou a denominação de Caité.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 5 distritos: Santo Antônio de Leverger, Caité (ex-Palmeiras), Engenho Velho, Mimoso e Varginha.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Alterações toponímicas municipais

Santo Antônio do Rio Abaixo para Santo Antônio, alterado pela lei estadual nº 208, de 26-10-1938, o município de Santo Antônio do Rio Abaixo passou a denominar-se simplesmente Santo Antonio.

Santo Antônio para Leverger, alterado pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943.

Fonte: Confederação Nacional de Municípios

Código do Município

5107800

Gentílico

santo-antoniense (papa abóbora)

Prefeito

VALDIR PEREIRA DE CASTRO FILHO

População
População estimada [2018]16.433 pessoas  
População no último censo [2010]18.463 pessoas  
Densidade demográfica [2010]1,51 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]1.831 pessoas  
População ocupada [2016]10,1 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]37,7 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]96,4 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]4,8  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3,9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]2.559 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]845 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]261 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]119 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]28 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]10 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]28.253,52 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]-  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,656  
Total de receitas realizadas [2017]42.972,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]44.194,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]12,99 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,5 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]14 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]11.735,752 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]10,4 %  
Arborização de vias públicas [2010]76,7 %  
Urbanização de vias públicas [2010]6,4 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  18. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  19. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  21. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  22. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  23. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  24. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  25. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  26. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Santo Antônio do Leverger: Imagens da cidade e Região

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