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Nossa Senhora do Livramento - Mato Grosso



Nossa Senhora do Livramento faz parte do estado de Mato Grosso. Encontra-se a uma latitude 15°46′30" sul e a uma longitude 56°20′44" oeste, estando a uma altitude de 232 metros. A população avaliada em 2004 era de 19 988 habitantes.

Possui uma área de 5247,31 km².

Entre o povoamento de Cocais – fundada no século XVIII - e o município de hoje há uma grande história. No entanto, grande parte dela se perdeu em 1930, quando o interventor Armênio de Moraes queimou todos os documentos e livros antigos da Prefeitura, argumentando que dali em diante começaria uma vida nova. Nossa Senhora do Livramento está inserida na região conhecida hoje por Baixada Cuiabana, possui características peculiares e um dos mais ricos acervos históricos da cultura de Mato Grosso. Principalmente porque Livramento é um dos municípios mais antigos de Mato Grosso e tem uma cultura muito própria. Assim surge o município de Nossa Senhora do Livramento. Cocais, berço do município surgiu com a exploração do ouro a partir do século XVIII, quando dois sorocabanos, Antonio Aires e Damião Rodrigues, deixaram Cuiabá com todos os seus pertences, atravessaram o rio e depois de uma marcha de aproximadamente 30 quilômetros, descobriram ouro em alguns ribeirões ou córregos em território do atual município, nas lavras que ficaram conhecidas como Cocais. Com a noticia da descoberta do ouro, foi o único incentivo que chamou os sertanistas e aventureiros ávidos de riquezas a se instalarem nas margens do córrego Cocais, que foi o berço de nascimento do atual município de Nossa Senhora do Livramento. Por onde passava a estrada que ligava as minas de Cuiabá à antiga Capital de Mato Grosso, Vila Bela, a vegetação era melhor do que em Cocais, provavelmente, como conseqüência da localização de Cocais, que ficava fora de mão, foi que se formou à beira da estrada um ponto de apoio às tropas que se deslocavam entre Vila Bela e as minas do Cuiabá. Conta que durante uma viagem, ainda no começo do século XIX, a imagem de Nossa Senhora do Livramento passava pelo povoado de São José dos Cocais (antigo nome de Livramento), vinda de Portugal, carregada em cima do lombo de um burro com destino à Vila Bela da Santíssima Trindade. A Comitiva parou para descansar e na saída o animal que carregava a imagem da Santa empacou, não queria mais sair do lugar, ao tirar a carga do burro onde estava a imagem da Santa, o animal andava, colocava a carga o animal empacava não saia do lugar,após varias tentativas a comitiva decidiu deixar a Imagem da Santa no Local, onde construiu uma capela para abrigar a Imagem da Santa Nossa Senhora do Livramento, local onde hoje se ergue a Igreja de Nossa Senhora do Livramento, o local era estratégico e por isso tornou-se parada e pouso obrigatório, para as topas descansarem de suas viagens. Na época, Francisco João Botelho e sua mulher Escolástica de Campos Rondon decidiram fundar um arraial naquele local, que logo começaram a atrair pessoas vindas de outros lugares, proprietário da terra mandaram construir uma igreja, a mesma que funciona na condição de Igreja Matriz da Paróquia, embora já não apresente as características originais de sua construção no século XVIII. É de 1835, 21 de agosto, a Lei Provincial que criou o Distrito de Livramento. A elevação a município se deu em 1.883, pertencendo a Zona fisiográfica do Pantanal, Nossa Senhora do Livramento se limita com, Barão de Melgaço, Santo Antônio de Leverger, Poconé, Várzea Grande, Jangada, Rosário Oeste, Porto Estrela e Cáceres, o município tem uma área de 5.315 Km², altitude de 171 m, localizada a 32 quilometros de Cuiabá no lado esquerdo da rodovia MT–070 que liga a Capital de Mato Grosso Cuiabá à Poconé e ao Pantanal Matogrossense

História da cidade de Nossa Senhora do Livramento

Em 1730, paulistas descobriram ouro no Ribeirão Cocais, a seis léguas de Cuiabá e a três quilômetros do local onde mais tarde se formou a primeira povoação, berço da futura cidade. As origens do município são garimpeiras.

O primeiro nome popular foi Cocais, depois São José dos Cocais, em referência ao rio e ao santo protetor. A lei nº 11, de 26 de agosto de 1835, criou a Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, alterando, assim, o nome original de São José dos Cocais.

A crendice popular livramentense conta que, durante uma viagem, ainda no começo do século XIX, a imagem de Nossa Senhora do Livramento passava pelo povoado de São José dos Cocais, vinda de Portugal, carregada em cima do lombo de um burro. A comitiva parou para descansar e na saída o animal, que carregava a imagem da santa empacou. Não queria mais sair do lugar. Ao ser tirada a imagem de cima do lombo do animal, este se punha a andar. A cada tentativa de colocá-la no lombo do burro observava-se nova empacada. Com isso, os chefes da comitiva decidiram desistir de ir adiante e construíram um pequeno rancho, no qual entronizaram a imagem de Nossa Senhora do Livramento. A partir daí a santa emprestou seu nome à localidade.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Livramento, por lei provincial nº 11, de 26-08-1835, no município de Cuiabá.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Livramento, por lei provincial nº 593, de 21-05-1883, desmembrado do município de Cuiabá. Sede no atual distrito de Livramento. Constituído do distrito sede. Instalado em 07-06-1884.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo decreto-lei estadual nº 208, de 26-10-1938, é criado o distrito de Pirizal e anexado ao município de Livramento.

Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o município de Livramento passou a denominar-se São José dos Cocais.

No quadro para vigorar no período de 1944-1948, o município de São José dos Cocais é constituído de 2 distritos: São José dos Cocais e Pirizal.

No quadro para vigorar no período de 1944-1948, o município de São José dos Cocais é constituído de 2 distritos: São José dos Cocais e Pirizal.

Pela lei estadual nº 179, de 30-10-1948, o município de São José dos Cocais voltou a denominar-se Nossa Senhora do Livramento.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de distritos: Nossa Senhora do Livramento e Pirizal.

Pela lei estadual nº 1214, de 29-12-1958, é criado o distrito de Seco (ex-povoado), e anexado ao município de Nossa Senhora do Livramento.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Nossa Senhora do Livramento, Pirizal e Seco.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1993.

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Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído de 4 distritos: Nossa Senhora do Livramento, Pirizal, Ribeirão dos Cocais e Seco.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Alterações toponímicas municipais

Livramento para São José dos Cocais, alterado pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943.

São José dos Cocais para Nossa Senhora do Livramento, alterado pela lei estadual nº 179, de 30-10-1948.

Fonte: Confederação Nacional de Municípios

Código do Município

5106109

Gentílico

livramentense

Prefeito

SILMAR DE SOUZA GONÇALVES

População
População estimada [2018]13.231 pessoas  
População no último censo [2010]11.609 pessoas  
Densidade demográfica [2010]2,29 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,0 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]1.317 pessoas  
População ocupada [2016]10,5 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]45,4 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]95,5 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]5,1  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4  
Matrículas no ensino fundamental [2017]1.861 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]632 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]164 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]78 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]23 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]6 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]17.131,56 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]83,1 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,638  
Total de receitas realizadas [2017]37.686,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]32.899,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]8,13 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]1,1 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]8 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]4.934,713 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]29,4 %  
Arborização de vias públicas [2010]41,3 %  
Urbanização de vias públicas [2010]4,4 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Comentários (1)

  1. maria aparecida xavier de campos's avatarmaria aparecida xavier de campos

    Sou bisneta de Francisco João Botelho e filha do ex-prefeito Benedito Xavier de Campos (1963 a 1967) e Benildes Botelho de Campos.

    Gostaria de saber mais sobre a vida do meu bisavô para entender a minha descendência. Se existe algum registro. Podem me indicar onde posso encontra-lo?

    #1 – 15/06/2016 - 14:58

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