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Glória d'Oeste - Mato Grosso



Glória D′Oeste faz parte do estado do Mato Grosso.

A região de Glória D′Oeste, em tempos primitivos, foi habitada pelo povo indígena bororó, conhecido como Índios Cabaçais, denominação dada pelos primeiros desbravadores, os Paulistas, em tempos de Brasil Colônia. Este povo habitava o Vale do Rio Paraguai e estendia seus domínios até o Vale do São Lourenço. A região também foi movimentada por seringueiros e poaieiros, que cortavam este chão em busca do extrativismo vegetal. Não deixaram, no entanto, registros históricos, nem ao menos sinais de colonização. A história dos habitantes de Glória DOeste é relativamente recente, e está invariavelmente ligada à de Mirassol dOeste. Incentivos governamentais da década de cinquenta levaram centenas de famílias, ávidas de um pedaço de terra para plantarem, a procurarem, a partir de 1954, esta região oestina mato-grossense, reconhecidamente de solo fértil. A denominação Glória DOeste foi escolhida em plebiscito pela comunidade. Antes o povoado era conhecido por Cruzeiro DOeste. Era uma referência geográfica, devido ao fato do formato da estrada que dá acesso ao lugar lembrar uma cruz, e foi adotado por sugestão de religiosos que vindos de Cáceres frequentavam o povoado, acrescido de DOeste, para designar sua posição em relação ao estado. Desta forma, os habitantes da região conviveram por longo tempo com o termo original, porém, ao receber a emancipação política, verificou-se que o nome Cruzeiro DOeste não poderia ser adotado oficialmente por existir município homônimo no estado do Paraná. Glória DOeste é um município com características essencialmente agrícolas e de lides pecuárias, responsáveis pela sua consolidação econômica. A ocupação e povoamento efetivo deu-se a partir de 1972, ocasião em que recebeu forte fluxo migratório, com inúmeras famílias fixando moradias, tanto na zona urbana, quanto rural vindos de diversas partes do país. Durante o período que permaneceu na condição de distrito de Mirassol dOeste, ainda sob a denominação de Cruzeiro DOeste, foi atingido um grau de desenvolvimento que lhe proporcionou a emancipação política. Glória DOeste está situada na região de Cáceres, distante desse município aproximadamente 90km, à margem da BR-174, no trecho Cáceres Porto Esperidião. O município é banhado pelos rios Jaurú, Córrego Santíssimo, Ribeirão Caeté e Carregador. A Lei Estadual nº 5.911, de 20 de dezembro de 1991, criou o município.

A economia baseia-se principalmente na criação de gado de corte e leiteiro. Não há laticínio ou frigorífico no município, sendo o gado abatido e o leite transportado para municípios maiores e próximos, que possuem indústrias necessárias, como: Mirassol d′Oeste, São José dos Quatro Marcos e Araputanga.

História da cidade de O município de Glória dOeste tem sua origem na ocupação ordenada da região por colonos paulistas, que adquiriam os seus lotes das mãos de proprietários maiores. Estes faziam as vezes de colonizadores, mas em proporções bem modestas.

A primeira denominação da localidade foi Cruzeiro dOeste. Era uma referência meramente alusiva ao encontro de duas estradas, formando uma cruz. Nesse entroncamento, nessa encruzilhada formou-se o povoado. Este nome foi sugerido por alguns padres que, vindos de Cáceres, frequentavam a corrutela pioneira. O termo "dOeste" servia para designar a posição geográfica do lugar em relação ao Estado de Mato Grosso.

O município foi criado em 20 de dezembro de 1991. Porém, o município não pode adotar oficialmente o nome Cruzeiro dOeste, já tradicional, por existir um outro município, no Estado do Paraná, com o mesmo nome.

Foi realizado, então, um plebiscito na cidade para a escolha de um novo nome. A sugestão de Glória dOeste foi a de maior receptividade, pois continuava com o termo "dOeste", e o nome Glória caiu nas graças da comunidade que se sente orgulhosa dele.

A Lei Estadual nº 5.911, de 20 de dezembro de 1991, criou o município.

Fonte: Prefeitura Municipal de Glória d′ Oeste

Autor do Histórico: SEBASTIãO DE ASSUNçãO

Código do Município

5103957

Gentílico

glorienses-do-oeste

Prefeito

PAULO REMÉDIO

População
População estimada [2018]3.045 pessoas  
População no último censo [2010]3.135 pessoas  
Densidade demográfica [2010]3,67 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]2,1 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]331 pessoas  
População ocupada [2016]11,1 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]36,6 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6,1  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4,4  
Matrículas no ensino fundamental [2017]390 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]114 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]48 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]24 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]3 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]2 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]23.742,42 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]91,4 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,710  
Total de receitas realizadas [2017]17.350,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]13.706,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]- óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]-  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]2 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]835,390 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]6,8 %  
Arborização de vias públicas [2010]77,9 %  
Urbanização de vias públicas [2010]0 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  6. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  7. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  23. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  24. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  25. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  26. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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