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Juti - Mato Grosso do Sul



Juti é uma cidade da região Centro-Oeste, localizado no estado de Mato Grosso do Sul.

O município de está localizado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Sudoeste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Dourados). Encontra-se a uma latitude 22º51′38" sul e a uma longitude 54º36′10" oeste. Distâncias:

Predomina, no município de Juti, o Latossolo Vermelho-Escuro de textura média associado a Neossolos, verifica-se ainda, a ocorrência de manchas isoladas de Latossolo de textura argilosa de baixa fertilidade natural e Argissolos de textura arenosa ou média, com o caráter álico.

Juti

Santa Luzia ou Ditrito de Juti, foi fundada entre os anos de 1912 e 1915, por influencia do progresso da extração da erva-mate, vegetação típica e natural da região, ou cientificamente conhecida como; Ilex Mate Paraguayensis.

Conforme conta a história, o primeiro morador de Santa Luzia foi Sérgio Maciel de Oliveira; filho de João Paulo Maciel de Oliveira.

Sérgio Maciel, chegou nos campos de Santa Luzia, no dia 13 de dezembro de 1898, onde construiu um acampamento provisório, e logo em seguida, seguiu em direção leste, margem direita do Rio Laranjaí, ou margem esquerda do Rio Amambaí. Por fim resolveu ficar em Santa Luzia, seus irmãos, Cassimiro e Genésio Maciel, foram para a costa do rio Amambaí, no porto Palermo, onde se fixaram definitivamente, Genésio ficou nas cabeceiras do São Lucas, onde naquela época organizou a criação da Faz. Belo Horizonte.

O tempo foi passando e mais Tarde, já em 1902 ou 1904, chegaram em Santa Luzia, Filisbino e Amâncio Claro, abrindo uma Propriedade na costa do Taquara Velho, Lindeiros com Sérgio Maciel. Depois destes, ainda entre 1904 ou 1906, Antônio Alves, vulgo ´Antônio Guri´, que implantou a primeira casa varejista, e também, da Região.

é, também, desta época, os paraguaios; José Lopez, e Caraí Freitas. Segundo testemunhas, Dom Freitas figura como sendo o primeiro morador a construir uma casa ou um rancho de sapé, onde hoje é o hospital de Santa Luzia, ou seja, onde foi o centro da vila até meados de 1945 mais ou menos.

Vale lembrar que a partir desse tempo Santa Luzia perdeu seu populacional, por motivo da desativação dos trabalhadores de extração da Erva-Mate através da companhia Laranjeira em nossa região.

Em 1908, mais ou menos chega o primeiro sapateiro, Lauro Moura, ´Grandalhão á Beca´. Era um verdadeiro gigante com 2 metros e pouco, casado com Joaquina Corim, filha de Joaquim Rodrigues Corim.

Começaram a chegar os velhos moradores, Dona Téo (Dona Teodósia), Inhá Chaló (salvadora), parteira, benzedeira e sortista, mãe de uma leva de meninos.

Em1916 chega Pedro Afonso de Souza Rocha, pai dos Rochas; Luiz Venânsio Soares, açougueiro; Arthur Campos, comerciante; Diógenes Capilé, comerciante, e outros. E a partir de 1920, vieram: Bonifácio Fernandes e Dona Lupa. A vila foi aparecendo, entre 1912 e 1920, um amontoado de ranchos de capim, outros cobertos de tabuinha, ou de zinco.

A partir de 1920, a vila cresceu assustadoramente, a ponto de se tornar o maior centro comercial da Região, com exceção da Campanário, chegando a ter em média, 2.500 casas, entre residências e casas comerciais.

Aí aparecem, Mimi (Sizenando Alves Rocha), primeiro farmacêutico, alopata, homeopata, laboratorista e boticário de grande valor que partiu de Santa Luzia, em 1945/47; Manoel Nogueira, professor e conhecedor de assuntos de redação e leis; Vasco Venancio Soares, açougueiro; Marcolino Dáuria; Ciríaco Holosback; Antônio Vieira, professor, foi o primeiro ou o segundo professor a lecionar, particular, para as crianças, de Santa Luzia.

O Distrito de Paz de Santa Luzia, ou de Juti, como ficou denominado, foi criado para a Vila de Caarapó, pela lei Estadual nº1.021, de 21 de setembro de 1929, no governo de Mário Correia, governador do Estado de Mato Grosso.A Lei nº1.021 entrou em vigor, na data do seu veredito, no dia 13 de janeiro de 1930. O cartório foi instalado, na vila de Caarapó, em 16 de março de 1930, com a posse das primeiras autoridades: Juiz de Paz, Francisco Serejo; para escrivão de Paz foi nomeado Antônio Batista Júnior, popular ´Tunico Primavera´.

Em 22 de janeiro de 1930, assume a Presidência do Estado de Mato Grosso do Sul, o Dr. Aníbal Benefício de Toledo, governista da ala Júlio Prestes, candidato da Presidência da República, eleito em 01/03/1930, nas eleições gerais em Getúlio Vargas, também foi candidato á Presidência da República. O Partido do Governo Washington Luiz ganhou as eleições de 01 de março de 1930, e Aníbal Toledo, já eleito em 1929, e que tomará posse em 22 de janeiro de 1930. Além do mais, ele era Presidente da Cia. Mate Laranjeira, empresa contrária a toda espécie de ocupação de terras, no sul do Estado de Mato Grosso.

Aníbal Toledo, descontente com a perda do mandato, em 30 de novembro de 1930, pouco antes de ser destituído do poder, expediu um ato ou decreto, transferindo a sede do Distrito de Juti, da Vila de Caarapó, para a Vila de Santa Luzia alegando ser um lugar de maior progresso, como de fato era mesmo.

Assim que, em novembro ou dezembro do mesmo ano (1930), o cartório foi levado para a Vila de Santa Luzia Conta-se que, para levarem os livros, veio uma comissão composta de mais de vinte pessoas, muito bem armadas e montando em bons cavalos. No caminho, de volta a Santa Luzia, o cavalo que conduzia o material, espantou-se de um cupim, escondido atrás de uma moita, saindo numa disparada louca, pondo tudo pr terra, espalhando livros por toda a banda, um aqui, outro acolá... O susto foi tão grande a ponto de darem crédito numa espécie de azar ou castigo; pragas, talvez, não sabem o certo.

O cartório foi parar em Santa Luzia e, a Vila de Caarapó, perdeu sua jurisdição de Vila, a condição de Distrito e passou a pertencer ao Distrito de Santa Luzia, até seu desmembramento, em 1948, com a criação do Cartório, ou Distrito de Paz de Caarapó, em 16/11/1948, pela Lei nº188. é por este motivo que Santa Luzia se chama Juti. Foi o nome que empregaram para segurar o Cartório. Foram juízes de Paz, em Santa Luzia: Francisco Serejo, Marcolino Dáuria, Hélio Serejo, Manoel Nogueira, Urbano da Silveira e outros. A vila de Santa Luzia, ou Distrito de Juti, derivou de um ponto de paragem de carreteiros, das barrancas dos rios Paraná, Amambaí e Laranjaí, para Campanário, Ponta Porã, Aquidauana, Nioaque, Porto Murtinho ou Concepcion, no Paraguai ou outros lugares. Era aqui que os carreteiros encontravam um recanto, parte dos melhores prados deste Sul de Mato Grosso, onde a pastagem era abundante, rica em espécies e variedades em teor alimentício.

O lugar sofreu muito. Cresceu por conta própria, sem o auxilio dos órgãos governamentais, estaduais, federais ou municipais, com exceção da ajuda que recebeu da Prefeitura Municipal de Caarapó. Foi por muito tempo sustentada pelo apoio da Cia. Mate Laranjeira, que nos fins de semana, soltava sua peonada, para algumas compras e, eles acorriam á Santa Luzia, Principalmente nos dias de Semana Santa e nos dias de Carreiradas — Corridas de cavalos — umas das poucas diversões que existia por aqui. Santa Luzia, nesses dias, se transformava na capital, porém num rebuliço tremendo.

Com a queda do território, a 18 de setembro de 1946, a decretação do contrato de arrendamento dos ervais, pela Cia. Mate Laranjeira, ainda, em 1946, a Vila entrou em decadência, perdendo maior parte de sua população.

A Vila de Santa Luzia, lá pelos meados de 1950, mais parecia ruínas de um vilarejo que fora tomado pelos ataques de hordas, nos tempos de guerras pela fome ou pela peste. Era triste olhar aquilo. Um luar que foi tão lindo, tão movimentado.

Formação Administrativa

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Dourados o distrito de Juti.

Pelo Decreto-Lei Estadual nº 145, de 29-03-1938, o distrito de Juti tomou o nome de Santa Luzia.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Santa Luzia (ex-Juti), figura no município de Dourados.

Pelo Decreto-Lei Federal nº 6550, de 31-05-1944, ainda em vigor nos termos dos artigos 161 e 162 do decreto-lei estadual 6687, de 21-09-1944, retificado pelo Decreto-Lei Federal nº 9055, de 12-03-1946, Santa Luzia voltou a denominar-se Juti.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Juti (ex-Santa Juzia), figura no município de Dourados.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.

Pela Lei Estadual nº 1190, de 20-12-1958, o distrito de Juti, foi transferido do município de Dourados para pertencer ao novo município de Caarapó.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o distrito Juti, figura no município de Caarapó.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1983.

Elevado à categoria de município com a denominação Juti, pela Lei Estadual nº 800, de 14-12-1987, desmembrado de Caarapó.

Sede no antigo distrito de Juti. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1989.

Em divisão territorial datada de 1991, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Alterações toponímicas distritais

Juti para Santa Luzia, alterado pelo decreto-lei estadual nº 145, de 29-03-1938.

Santa Luzia para Juti, alterado pelo Decreto-Lei Federal nº 6550, de 31-05-1944, ainda em vigor nos termos dos artigos 161 e 162 do Decreto-Lei Estadual 6687, de 21-09-1944, retificado pelo Decreto-Lei Federal nº 9055, de 12-03-1946.

Fonte: www.juti.ms.gov.br

Código do Município

5005152

Gentílico

jutiense

Prefeito

ELIZANGELA MARTINS BIAZOTTI

População
População estimada [2018]6.638 pessoas  
População no último censo [2010]5.900 pessoas  
Densidade demográfica [2010]3,72 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,9 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]756 pessoas  
População ocupada [2016]11,7 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]42,2 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]93,4 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]4.3  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3.5  
Matrículas no ensino fundamental [2017]1.262 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]272 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]64 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]24 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]4 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]42.057,73 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]90,9 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.623  
Total de receitas realizadas [2017]25.216,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]22.650,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]43,1 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]0,9 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]4 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]1.584,529 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]11,2 %  
Arborização de vias públicas [2010]57,5 %  
Urbanização de vias públicas [2010]0,9 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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