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Tianguá - Ceará



Tianguá faz parte do estado do Ceará. Encontra-se na microrregião da ibiapaba, Mesorregião do Noroeste Cearense.

Sua toponímia deriva do tupi e pode ter o significado de “Boqueirão do Bico de Papagaio”. Porém, a partir da língua abanheenga, popularmente chamada de tupi, pode-se também tirar o significado mais aceito: "Gancho que agarra as águas", pois era costume do povo indígena da época delimitar territórios por limites naturais, como árvores, depressões e rios. Devido à localização (entre duas bifurcações de rios) ficou conhecida pelo referido cognome.

O povoado havia recebido nomes pela ordem de Mocozal(lugar de muita pedra), Chapadinha e finalmente Barrocão. Este último nome foi criado em 1887 pela Revolução Provincial nº 1882 e quer dizer lugar de muitos aclives. Em 9 de setembro de 1890, a denominação muda para Vila de Tianguá.

História da cidade de Tianguá Ceará - CE

João Batista e sua esposa D. Isabel Francisca de Jesus, foram os primeiros habitantes, registrando-se no ano 1796, com uma faixa de uma légua de terras no qual edificou-se a cidade de Tianguá.

Deste casal nasceu Bonifácio Batista Leal, herdando a maior parte das terras. Dele nasceram seu filhos que provaram do lugar que deram o nome de Chapadinha. Em 1840, Francisco Batista Leal, filho de Bonifácio Batista Leal casou-se com D. Gonçala Maria de Jesus, o qual ficaram conhecidos e tratados por todos por Pais Velhos.

Francisco Batista Leal estava com 95 anos, quando faleceu a 25 de março de 1911.

Diz Antônio Bezerra, em Notas de viagens, trabalho publicado, inicialmente, no jornal Constituição, no período de 1984 a 1985, e enfeixado em livro em 1889, que o povoado de Barrocão (hoje cidade de Tianguá) consta de poucas casas em quadro e tem uma pequena capela não concluída. Se bem que não seja ainda freguesia, é local populoso e sua importância se verifica do número de reses que diariamente se abatem para o consumo publico, afirma o citado historiador. E realça em seguida, as dádivas com que a natureza brindou aquele núcleo localizado no meio de diversos brejos, com terrenos apropriados para o plantio de cereais e cana; nota-se que dispõe de recursos próprios, e tanto assim é que, durante o flagelo de 1877, que devastou a província, acolheu e manteve imensa população do sertão que aqui veio pedir agasalho.

Após o nome dado por seus primeiros habitantes, Tianguá recebeu o nome de Barrocão, distrito de Paz de Vila Viçosa Real do Ceará sob a jurisdição de Pernambuco, em 31 de julho de 1890, pelo decreto nº 33; o município instalou-se em 12 de agosto de 1890 e recebeu a denominação de Tianguá; por efeito do decreto estadual nº 193, de 20 de maio de 1931, sendo novamente instalado a 04 de dezembro de 1993.

Foi em fase do decreto nº 448, de 20 de dezembro de 1938, que a vila foi elevada a condição de cidade, sendo fundador desta cidade o Coronel Manoel Francisco de Aguiar.

Gentílico: tianguaense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Barrocão, pela lei provincial nº 1280, de 28-09-1869.

Elevado à categoria de vila com denominação de Barrocão, pelo decreto estadual nº 33, de 31-07-1890, desmembrado de Viçosa. Sede no núcleo de Barrocão. Constituído do 3 distritos: Tianguá, Ipu e Olinda. Instalado em 12-08-1890

Pelo decreto estadual nº 62, de 09-09-1890, a vila de Barrocão passou a denominar-se Tianguá.

A primeira câmara municipal de Tianguá era composta dos seguintes membros: Coronel Manoel Francisco de Aguiar ( Presidente), Antônio de Queiroz, José Machado de Siqueira, Delfino Gregório de Sousa, Ananias Fernandes da Silva, secretariada por Raimundo Ximenes Aragão. A Câmara foi empossada em 12 de agosto de 1890 pelo presidente da intendência municipal de Viçosa - Tenente Domingo Benício da Silveira e pelo secretário da mesma - Coronel José Antônio Coelho de Albuquerque, em virtude de ordem do presidente do estado, em telegrama de 09 de agosto do mesmo ano.

Em seguida ficaram assim providos os principais cargos existentes no município de Tianguá, com a indicação dos respectivos ocupantes: Coletor - Leôncio de Aguiar; escrivão da coletoria - Francisco Quariguasil da Silva; Juiz Municipal - Tenente Coronel Teófilo da Silva Ramos; Delegado de Polícia - Antônio Firmino; Intendente - Tenente Trajano Altino de Aguiar; Agente do Correio - Capitão Luís Antônio de Aguiar; Tabelião público - Joaquim Cardoso da Cruz.

A primeira escola para o sexo masculino, criada em 23 de agosto de 1899, teve como professora D. Maria de Carvalho.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.

Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-09-1920, a vila aparece constituído de 3 distritos: Tianguá, Olinda e Ipu.

Pelo decreto estadual nº 193, de 20-05-1931, a vila é extinta, sendo seu território anexado ao município de Ubajara.

Elevado à categoria de vila com denominação de Tianguá, pelo decreto estadual nº 1156, de 04-12-1933, desmembrado de Ubajara. Sob o mesmo decreto o município de Tianguá adquiriu os distritos de Freixeirinha e Santo Antônio do extinto município de Palmas.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído de 6 distritos: Tianguá, Freixeirinha, Nova Olinda ex-Olinda, Riachão, Santa Luzia e Santo Antônio.

Pelo decreto estadual nº 192, de 20-05-1935, desmembra do munuicípio de Tianguá os distritos de Frexeirinhas e Santo Antônio, para formar o novo município de Palmas.

Em divisões territoriais datadas de 31-12-1936 e 31-12-1937, o município é constituído de 4 distritos: Tianguá, Nova Olinda, Riachão e Santa Luzia.

Pelo decreto estadual nº 448, de 20-12-1938, o distrito de Nova Olinda passou a denominar-se Pitanga e o distrito de Riachão a denominar-se Uberaba. Sob o mesmo decreto é criado o distrito de Palmeirinha e anexado ao município de Tianguá.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 5 distritos: Tianguá, Palmeirinha, Pitanga ex-Nova Olinda, Santa Luzia e Uberaba ex-Riachão.

Pelo decreto estadual nº 1114, de 30-12-1943, o distrito de Santa Luzia passou a denominar-se Tabainha, Uberaba a denominar-se Arapá, Pitanga a denominar-se Caruataí e o distrito de Palmeirinha a denominar-se Pindoguaba.

Em divisão territorial datada de 1-07-1950, o município é constituído de 5 distritos: Tianguá, Arapá ex-Uberaba, Caruataí ex-Pitanga, Pindoguaba ex-Palmeirinha e Tabainha ex-Santa Luzia.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-07-1960.

Pela lei estadual nº 6812, de 04-12-1963, desmembra do município de Pitanga o distrito de Arapá. Elevado à categoria de município com a denominação de Monsehor Aguiar.

Pela lei estadual nº 6908, de 16-10-1963, desmembra do município de Tianguá o distrito de Caruataí. Elevado à categoria de município.

Pela lei estadual nº 6682, de 15-10-1963, desmembra do município de Tianguá o distrito de Tabainha. Elevado à categoria de município com a denominação de Carneiro da Frota.

Em divisão territorial datada de 31-12-1963, o município é constituído de 2 distritos: Tianguá e Pindoguaba.

Pela lei estadual nº 8339, de 14-12-1965, o o município de Tianguá adquiriu o extinto município de Arapá ex-Monsenhor, Caruataí e Tabainha ex-Carneiro da Frota.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído de 5 distritos: Tianguá, Arapá, Caruataí, Pindoguaba ex-Palmeirinha e Tabainha.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

Alteração toponímica municipal

Barrocão para Tianguá alterado, pelo decreto estadual nº 62, de 09-09-1890.

História Religiosa:

A história religiosa de Tianguá iniciou em 1855, quando João Batista Leal comprou as terras da localidade Sítio Barrocão. Passados alguns dias, sua primeira preocupação foi com a construção de uma capela, se tratava de um salão com paredes de barro, coberto de palha de babaçu. Nele colocou um nincho com a imagem de Sant′ Ana sua protetora.

Em 1883 encontrava- se na paróquia de Viçosa do Ceará Dom José Joaquim Vieira, então bispo do Ceará, em visita pastoral. Ao passar por Barrocão, com destino a paróquia de Ibiapina, Dom José Joaquim visitou a capela de Sant′Ana e prometeu que logo chegar a cúria, lavraria a provisão, criando ali um Curato e tomaria Sant′Ana, como padroeira.

O Curato de Sant′Ana, na povoação Barrocão, foi criado em 27 de novembro de 1886, desmembrado da freguesia de Viçosa do Ceará, do qual foi seu primeiro cura, padre José Tomás de Albuquerque, empossado dia 06 de dezembro do mesmo ano. A 10 de janeiro de 1891, padre José Tomás de Albuquerque, foi exonerado, a pedido, e o Curato anexado, a 23 do mesmo mês, à freguesia de São Pedro de Ibiapina.

Por provisão de 06 de fevereiro de 1894, foi encarregado de reger o curato, por tempo indeterminado, o cônego Bernardino Lustosa, e em 22 de outubro de 1895, voltou ao Curato a ser administrado pelo vigário de São Pedro de Ibiapina, padre Francisco Inácio da Costa Mendes e assim permaneceu até 22 de fevereiro de 1897, quando foi novamente encarregado de administrá-lo o mesmo Cônego Bernardino Lustosa, que passou a ser cura efetivo provisão de 21 de julho de 1898.

A criação da paróquia de Sant′Ana de Tianguá aconteceu em 15 de Abril de 1915, por Dom Manoel da Silva Gomes, Bispo do Ceará. Nesta época a paróquia estava sendo regida pelo padre Leopoldo Rolim.

A Diocese de Tianguá foi criada em 13 de março de 1971 e seu primeiro Bisbo foi Dom Frei Timótio Francisco Nemésio Pereira Cordeiro.

Origem Toponímica:

O nome Tianguá é indígena e deriva do riacho dessa denominação, afluente do Itaculumi. Significa, segundo Pompeu Sobrinho, " o lugar onde costuma aparecer o espectro do córrego (ou água)" e provém de ti (ty) au (aua) guá (guaba).

Ponto Turísticos:

Cascata: a Cascata é uma queda d′água que cai em uma piscina natural, onde é represada

Sítio do Bosco: possui lindas paisagens e uma vista exuberante. Adorado por quem pratica esportes radicais.

Reserva Ecológica Cachoeira da Floresta: reserva particular, com natureza exuberante, destacando-se as várias cachoeiras. Possui seis trilhas e um pesque- não-pague.

Fonte: IBGE

Código do Município

2313401

Gentílico

tianguaense

Prefeito

LUIZ MENEZES DE LIMA

População
População estimada [2018]75.140 pessoas  
População no último censo [2010]68.892 pessoas  
Densidade demográfica [2010]75,80 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,6 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]8.468 pessoas  
População ocupada [2016]11,4 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]49,5 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]5  
Matrículas no ensino fundamental [2017]12.147 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]3.378 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]468 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]168 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]56 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]9 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]14.123,58 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]91,9 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,657  
Total de receitas realizadas [2017]152.866,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]148.371,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]11,3 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]2,1 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]31 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]908,888 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]39,4 %  
Arborização de vias públicas [2010]75,3 %  
Urbanização de vias públicas [2010]4,2 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Tianguá: Imagens da cidade e Região

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