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Mucambo - Ceará



Mucambo faz parte do estado do Ceará.

Na primeira década do Século XX contava algumas moradias, dispersas na proximidades da lagoa de Mucambo, mas constituindo um núcleo que já reclamava assistência espiritual. Em 8 de setembro de 1907, o padre Joaquim Severiano, vigário em Ibiapina, celebrou, em casa de Lourenço Pereira, a primeira missa, inciando, no mesmo ano, com a ajuda de Lourenço Pereira, e Serafim Pereira, vultos de influência, uma capelinha dedicada à senhora de Santana, Padroeira do lugar, a qual foi benta no dia 25 de março de 1908. No ano seguinte, junto à capela, realizou-se a primeira feira pública, continuando a efetuar-se, no mesmo local, até 1915, ano em que se transferiu para novo ponto, onde está edificado o Mercado Público que teve como primeira professora D. Maria Sophia de Matos. o povoado veio a apresentar maior crescimento e deve seu maior progresso a industrialização da banha de porco - iniciativa da firma Napoleão Neri Aguiar. A partir de 1930, sob a orientação de Rafael Cláudio de Araújo, a indústria tomou maior impulso, estabelecendo intenso comércio com cerca de vinte e dois municípios.

Segundo o sr. Luís Lino (Luis Gonzaga Gomes),(1924-2010) neto do sr. Lourenço Pereira, aconteceu um fato pitoresco durante a escolha da padroeira de Mucambo. O padre Severiano indicou senhora Sant`Ana, mas o sr. Lourenço, doador do terreno onde foi construída a capela, queria que a mesma fosse consagrada à Imaculada Conceição. para desfazer esse impasse, o padre sugeriu que fossem acesas duas velas, uma para cada santa. A que permanecesse acesa por mais tempo, seria a padroeira. quando a vela da Imaculada Conceição apagou-se, o padre teria dito em tom solene: "Bendita é a filha que cede a casa para sua Mãe". Como se sabe, Sant`Ana é a mãe de Nossa Senhora.

História da cidade de Mucambo Ceará - CE

Mucambo é sede de distrito desde 3 de agosto de 1893, criado por lei municipal nº 10 da mesma data. Na primeira década do século XX contava algumas moradias, dispersas na proximidades da lagoa de Mucambo, mas constituindo um núcleo que já reclamava assistência espiritual. A 8 de setembro de 1907, o padre Joaquim Severiano, vigário em Ibiapina, celebrou, em casa de Lourenço Pereira, a primeira missa, inciando, no mesmo ano, com a ajuda de Lourenço Pereira, e Serafim Pereira, vultos de influência, uma capelinha dedicada à senhora de Santana, Padroeira do lugar, a qual foi benta no dia 25 de março de 1908. No ano seguinte, junto à capela, realizou-se a primeira feira pública, continuando a efetuar-se, no mesmo local, até 1915, ano em que se transferiu para novo ponto, onde está edificado o Mercado Público que teve como primeira professora D. Maria Sophia de Matos. o povoado veio a apresentar maior crescimento e deve seu maior progresso a industrialização da banha de porco - iniciativa da firma Napoleão Neri Aguiar. A partir de 1930, sob a orientação de Rafael Cláudio de Araújo, a indústria tomou maior impulso, estabelecendo intenso comércio com cerca de vinte e dois município.

Gentílico: mucambense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Mucambo, pelo lei municipal nº 10, de 03-08-1893, subordinado ao município de Ibiapina.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Mucambo, figura no muicípio de Ibiapina.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.

Elevado à categoria de município com a denominação de Mucambo, pela lei estadual nº 2160, de 12-12-1953, desmembrado de Ibiapina. Sede no antigo distrito de Mucambo. Constituído de 2 distritos: Mucambo e Carquejo. Criado pela mesma lei criou o muincípio Instalado em 25-03-1955.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o município é constituído de 2 distritos: Mucambo e Carquejo.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1997.

Pela lei nº 274, de 11/05/1998, é criado o distrito de poço verde e anexado ao município de Mucambo.

Em divisão territorial datada de 15-VII-1999 o município é constituído de 3 distritos: Mucambo e Carquejo e Poço Verde.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

Fonte: IBGE

Código do Município

2309003

Gentílico

mucambense

Prefeito

FRANCISCO DAS CHAGAS PARENTE AGUIAR

População
População estimada [2018]14.485 pessoas  
População no último censo [2010]14.102 pessoas  
Densidade demográfica [2010]73,99 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,3 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]1.141 pessoas  
População ocupada [2016]7,9 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]56,5 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]98,6 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]6.1  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]4.9  
Matrículas no ensino fundamental [2017]2.008 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]433 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]98 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]24 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]10 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]1 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]6.556,82 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]94,8 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.607  
Total de receitas realizadas [2017]38.188,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]34.551,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]18,07 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]2,2 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]9 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]190,602 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]18 %  
Arborização de vias públicas [2010]96 %  
Urbanização de vias públicas [2010]0,1 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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