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Poções - Bahia



Poções faz parte do estado da Bahia. Sua população em 2007, segundo o IBGE, é de 44.759 habitantes.

Está localizada numa depressão em forma de bacia. O centro comercial situa-se na parte baixa, enquanto na parte alta concentram-se as residências. Vários bairros compõem a sede municipal, a exemplo dos bairros Indaiá, Alto da Vitória, Santa Rita, Primavera, Tiradentes, Lagoa Grande, Alto da Bela Vista, Centro, Urbis e etc.

A sede municipal é cortada pela Rio-Bahia (BR-116), seu principal eixo rodoviário, e pela rodovia BA-262 que liga a sede do município a Itabuna - via Nova Canaã, Iguaí, Ibicuí, Ponto de Astério, com bifurcação na BA-263 rodovia Vitória da Conquista-Itabuna, até a BR-101. O município, desde a sede, é ainda servido por rodovia asfaltada (atualmente cheia de buracos) até a sede do município de Bom Jesus da Serra.

História da cidade de Poções

As origens do município de Poções, datam de 1732, quando o povoamento das cabeceiras do Rio de Contas e a vida civil e administrativa, nutridos pelas exigências da mineração, incentivaram a exploração das regiões circunvizinhas.

Surgiu então, uma bandeira chefiada pelo coronel André da Rocha Pinto que, sentindo a necessidade de penetração em vários pontos, se dividiu em outras,

cada qual tomando rumo diverso pelo Rio de Contas até o Rio Verde e cabeceiras do Rio São Mateus.

Uma delas, a dirigida pelo coronel André, desceu pelo Rio de Contas até perto de sua foz, afim de explorar a mata no vale do rio. A canoa que os conduzia submergiu, mas salvaram-se numa ilha, de onde foram levados por jesuítas que tinhamuma fazenda nos arredores de Porto Seguro.

Alguns anos depois, o coronel André da Rocha Pinto incendiou o cartório da então Vila do Príncipe, hoje cidade de Caetité, incorrendo, assim, na ira do vice-rei, que ordenou que lhe levassem a cabeça do criminoso.

Temeroso e revoltado com a prepotência do vice-rei, o coronel André reuniu uma bandeira de duzentos homens e veio homiziar-se no lugar denominado "Passagem da Conquista", nas proximidades da atual sede do município.

Conhecedor profundo da região, resolve tentar a exploração das minas do "Timorante", distante 5 léguas para os lados das matas.

Depois de algum tempo de trabalho, sente necessidade de ferramenta adequada e bastante munição. Resolve enviar o filho, acompanhado de quarenta homens, para irem abrindo picada até Ilhéus, aonde deveriam abastecer-se com o produ-

to do ouro que levavam para tal fim.

O mensageiro, porém, chegando àquela cidade, ali permaneceu por dois anos, em verdadeira orgia, sustentando todo seu pessoal a peso de ouro.

Entrementes, morre o velho bandeirante e é seu filho avisado para regressar imediatamente. Encontra este o extenso roteiro, no qual o seu falecido pai mencionava enigmaticamente o lugar onde enterrara todo mineral apurado durante os dois anos de sua ausência.

Por informação, tem conhecimento de que o velho, certo dia, despachara das minas todo o pessoal que ali trabalhava, ficando em sua companhia apenas um escravo, o qual desapareceu misteriosamente.

De posse de alguns dados, continuou o herdeiro na tentativa de localizar a grande fortuna, porém, por mais que escavasse nos pontos que lhe pareciam indicados, nada pode encontar, regressando desanimado à Ilhéus.

Corria o ano de 1782. Governava a capitania da Bahia D. Afonso Miguel Gonçalves, Marquês de Valença, quando surgiu João Gonçalves da Costa. Descobriu este, os campos da Conquista e rechaçou os índios que infestavam a zona.

Fundou a povoação, depois de ter feito uma estrada entre Ilhéus e aquela região, tão cheia de feras que, num só mês, o sertanista matou 24 onças.

Ao fazer este percurso, o famoso bandeirante já encontrou em Poções três habitantes irmãos. Estabeleceu-se nesta região o seu filho bastardo sargento-mor Raimundo Gonçalves da Costa, que escolheu para sede do seu vasto domínio o hoje arraial de Santo Antonio de Morrinhos, distante 8 quilômetros da vila e apenas 2 quilômetros da Serra da Visão, foi até o rio Novo, em 1818.

De todos os filhos do coronel João Gonçalves da Costa, o sargento-mor foi o que mais se distinguiu pela bravura, tornando-se o mais intrépido conquistador dos sertões. Faleceu em 1830, no então arraial da Vitória.

Em 1840, surge na região o português de nascimento, coronel Raimundo Pereira de Magalhães, com 15 anos de idade, tendo encontrado ainda vestígios das

explorações anteriores, principalmente o desejo dos habitantes descobrirem o tesouro enterrado pelo velho bandeirante André Rocha Pinto. Sobre isto, o jovem português ouviu de um velho negro centenário, porém em perfeito juízo, que dizia ter sido escravo do coronel André, sendo molecote na ocasião da morte deste, mas que se lembrava perfeitamente disso, por ter assistido às pesquisas do "Senhor Moço" em procura do tesouro, assim como das palavras que, repetidas sempre pelo velho, indicavam o rumo ao tesouro: " Do cemitério para baixo, de passagem para cima, pedra do norte a sul nem mais, para trás, da estrada para cima me verás".

Confere-se pois, ao coronel André da Rocha Pinto a primazia da penetração inicial na região que hoje integra o município de Poções, que fazia parte do antigo e bravio sertão da Ressaca, da comarca de Jacobina.

A povoação foi fundada por Thimóteo Gonçalves da Costa e seus filhos Bernardo e Roberto Gonçalves da Costa, após a conquista dos indígenas residentes no local pelo capitão-mor João Gonçalves da Costa, que doou o terreno onde foi construída uma capela sob a invocação do Divino Espírito Santo. As obras da capela foram iniciadas em 03 de agosto de 1830, continuadas em 1842 pelo capitão-mor João

Dias de Miranda, e terminadas pelo capitão Antonio Coelho Sampaio.

Gentílico:

Formação Administrativa

A freguesia foi criada com a denominação de Divino Espírito Santo, conforme Lei Provincial nº 1848, em 16 de setembro de 1878.

A Lei provincial nº 1.986 de 26 de junho de 1880, criou omunicípio de Poções com sede no arrail do mesmo nome e com território desmembrado do de Vitória.

Verificou-se a fundação do novo município em 25 de abril de1883. Com a transferência da sede para ali, pela Lei nº 522 de 17 de setembro de 1903, a qual suprimiu o município de Poções, transferindo a sede para o município de Boa Nova, que foi elevada à categoria de vila pela mesma Lei.

Por força da Lei estadual nº 1.238 de 20 de maio de 1918, a sede municipal retornou a Poções, sendo restabelecido, por conseguinte, o município desse nome, o qual aparece nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1º de setembro de 1920, constituído de 2 distritos: Poções e Boa Nova.

A Lei estadual nº 1.468 de 14 de maio de 1921, novamente extinguiu o município de Poções, transferindo a sede para Boa Nova e a Lei nº 1.564 de 21 de julho de 1922, restabeleceu-o, com território desmembrado de Boa Nova.

A reinstalação do município ocorreu a 29 de setembro de 1922.

De acordo com a divisão administrativa correspondente ao ano de 1933, Poções se compõe dos distritos de Poções, Nova Laje, Ibicuí, Campos Sales e Iguaí.

Em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937 e no quadro anexo ao Decreto Lei estadual nº 10.724 de 30 de março de 1938, o referido município se divide em 8 distritos: Poções, água Bela, água Fria, Campos Sales, Ibicuí, Iguaí, Nova Laje do Gavião e Umburanas.

Pelo Decreto estadual nº 11.089 de 30 de novembro de 1938, o distrito de Nova Laje do Gavião adquiriu o território do extinto distrito de igual nome, do município de Conquista e passou a denominar-se Vista Nova. Pelo Decreto estadual

nº 10.724 de 30 de março de 1938, a vila foi elevada à categoria de cidade.

No quadro territorial estabelecido pelo supracitado Decreto estadual nº 11.089, para vigorar no quinquênio 1939-1943, Poções compreende os distritos de: Poções, água Bela, Campos Sales, Ibicuí, Ibitupã(ex-Umburanas), Iguaí, Nova Canaã (ex-água Fria) e Vista Nova (ex-Nova Laje do Gavião).

Em virtude do Decreto-Lei estadual nº 141 de 31 de dezembro de 1943, o topônimo do município de Poções foi modificado para Djalma Dutra.

Segundo o quadro territorial vigorante em 1944-1948, fixado pelo citado Decreto-Lei nº 141 e confirmado pelo Decreto estadual nº 12.978 de 1º de junho de 1944, Djalma Dutra compõe-se dos seguintes distritos: Djalma Dutra,água Bela, Lucaia (ex-Campos Sales), Ibicuí, Ibitupã, Iguaí, Nova Canaã e Vista Nova.

Por força do artigo 30 das disposições transitórias da Constituição do Estado da Bahia de 1947, readquiriu o município a sua antiga denominação Poções.

Sua composição administrativa, de acordo com a Lei nº 628 de 30 de dezembro de 1953, é de seis distritos: Poções, Bom Jesus da Serra, Lucaia, Nova Canaã, Periperi de Poções e Vista Nova, tendo perdido os distritos de Ibicuí e Iguaí que obtiveram autonomia. A sede do distrito de água Bela foi em 1953 transferida para o povoado de Bom Jesus, passando o distrito a chamar-se Bom Jesus da Serra.

Fonte: IBGE

Autor do Histórico: LêDA DE SENA NERY

Código do Município

2925105

Gentílico

poçoense

Prefeito

LEANDRO ARAUJO MASCARENHAS

População
População estimada [2018]46.862 pessoas  
População no último censo [2010]44.701 pessoas  
Densidade demográfica [2010]54,08 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,9 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]3.657 pessoas  
População ocupada [2016]7,5 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]50 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]96,5 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]4,4  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3,6  
Matrículas no ensino fundamental [2017]7.800 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]1.949 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]364 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]91 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]34 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]5 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]9.602,73 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]91 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0,604  
Total de receitas realizadas [2017]92.724,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]92.443,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]25,49 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]5,7 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]21 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]937,269 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]63 %  
Arborização de vias públicas [2010]60,6 %  
Urbanização de vias públicas [2010]1,2 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Poções: Imagens da cidade e Região

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