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Codajás - Amazonas



Codajás é uma cidade localizada no interior do estado do Amazonas. Pertencente à Mesorregião do Centro Amazonense e da microrregião de Coari, sua população é estimada em 23643 habitantes pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2011.

Situada a margem esquerda do rio Solimões, (Amazonas), em terreno plano e de pouca elevação, está plantada a antiga povoação, hoje cidade de Codajás. Primitivamente era aldeia de Cudaiá, de índios do mesmo nome, mais tarde tornou-se pousada dos índios Muras ou Môras, que ainda em meados do século XVIII ocupavam as margens e os lagos do rio Amazonas e Madeira. Hoje se tornou um dos maiores produtores de açaí da Região Norte, fonte visível da economia do município e que junto com o pescado já são considerados economicamente os maiores produtos de exportação da região e que sustentam muitas famílias que vivem destas culturas.

Nas imediações da localidade há numerosos lagos, bastantes pisci­cosos, entre eles o lago de Cudaiá, (Miuá) onde em 1864 aportou o cidadão procedente de Thuryassú, no Maranhão, José Manoel da Rocha Thury, trazendo consigo várias famílias e lançando os fundamentos de Codajás, que muito contribuiu para o crescimento do lugar, implantando uma fazenda de gado que se tornou próspera. Nesse tempo, a localidade recebeu o nome de Barreiras de Cudajáz. Em 26 de Julho de 1865, o deputado Padre Bernardo Ivo de Nazaré Ferreira apresentou um projeto de lei à Assembleia Provincial e em 30 de junho de 1868 através da lei nº 175 passou a se chamar Fraguezia de Nossa Senhora das Graças de Cudajáz. Recebeu como de costume na época, a aprovação canônica em 26 de outubro de 1870.

História da cidade de Codajás

Situada a margem esquerda do rio Solimões, em terreno plano de pouca elevação, está plantada a antiga povoação, hoje cidade de Codajás. Primitivamente era aldeia Cudaiá, de índios do mesmo nome, mais tarde tornou-se pousada dos índios Muras ou Môras, que ainda em meados do séc. XVIII ocupavam as margens e os lagos do rio Amazonas e Madeira.

Nas imediações da localidade há numerosos lagos, bastantes piscicosos, entre eles o lago de Cudaiá, (Miuá) onde em 1864 aportou o cidadão procedente de ´Thuryassú´, no Maranhão, José Manoel da Rocha Thury, trazendo consigo várias famílias e lançando os fundamentos de Codajás, que muito contribuiu para o crescimento do lugar, implantando uma fazenda de gado que se tornou próspera.

Nesse tempo, a localidade recebeu o nome de Barreiras de Cudajáz.

Em 26 de julho de 1865, o deputado Padre Bernardo Ivo de Nazaré Ferreira apresentou um projeto de lei à Assembléia Provincial, e em 30 de junho de 1868 através da lei nº 175 passou a se chamar ´Freguezia de Nossa Senhora das Graças de Cudajáz´.

Recebeu como de costume na época, a aprovação canônica em 26 de outubro de 1870, quando foi instalada, pelo Padre João Monteiro Cunha, sob a Invocação de Nossa Senhora das Graças de Cudajáz, a freguesia foi elevada à vila, projeto apresentado à Assembléia Provincial em 5 de maio de 1873, pelo deputado Nicolau José de Castro.

A Vila de Cudajáz foi instalada junto com a Câmara, em 5 de agosto de 1875, pelo Camarista de Manaus, José Justiniano Braule Pinto, conforme instrução expedida pelo presidente da Província.

Em 1878 foi apresentado à Assembléia Provincial um projeto que motivou discussão em torno do cacófato existente na palavra Cudajáz, mudando o nome da Vila Cudajáz para Vila Solimões administrada pela Intendência Municipal criada por um decreto de 22 fevereiro de 1890.

O uso da nomenclatura ao longo do tempo encarregou-se de consagrar a corruptela Codajás, palavra brasileira pura que vem de curucudaiá, da língua cudaiá.

Formação Administrativa

Em 30.06.1862, pela Lei Provincial nº 175, é criada a freguesia de Nossa Senhora das Graças de Codajás.

Distrito criado com a denominação de Nossa Senhora da Graça de Codajás, pela lei provincial nº 175, de 30-06-1868.

Elevado à condição de vila com a denominação de Codajás, pela lei provincial nº 287, de 01-05-1874, desmembrada do município de Manaus. Sede na atual distrito de Codajás (ex-Nossa Senhora da Graça de Codajás), sendo o município instalado em 05.08.1875.

Em 10.04.1891, pelo Decreto Estadual nº 95-A, é criado o termo judiciário de Codajás, subordinado à comarca de Coari.

Posteriormente, foi o município dividido em quatro distritos: Codajás, Badajós, Anori e Anumã.

Pela lei municipal nº 06, de 17-07-1893, foram criados os distritos de Anamã e Anori e anexados ao município de Codajaz.

Em 27.09.1911, pela Lei Estadual nº 682, é criada a comarca de Codajás, que se instala em 25.01.1912.. O município é constituído de 3 distritos: Codajás, Anamã e Anori,

Em 30.10.1913, pela Lei Estadual nº 141, é extinta a comarca.

Em 25.11.1921, pela Lei nº 1.126, ocorreu a instalação de Manacapuru, o termo de Codajás passou a subordinar-se o termo de Coari.

Em 07.02.1922, pela Lei nº 1.133, foi restaurada a comarca de Manacapuru a qual foi novamente anexado o termo de Codajás.

Em 10.03.1924, pela Lei nº 1.220, passou o termo de Codajás a subordinar-se novamente à comarca de Coari.

Em 04.01.1926, pela Lei nº 1.223, voltou mais uma vez o termo de Codajás a integrar a comarca de Manacapuru.

Pelo Ato Estadual nº 45, de 28-11-1930, vila de Codajás foi suprimida, sendo seu território anexado ao município de Coari, como simples distrito.

Em 14.09.1931, pelo Ato Estadual nº 33, foi restaurado, ficando o termo judiciário subordinado a comarca de Manacapuru, e o município constituído de um só distrito.Na divisão judiciária de 1937, figura Codajás como termo único de comarca do mesmo nome.

Em 30.03.1938, pela Lei Estadual nº 68, a sede municipal recebe foros de cidade.

Na divisão administrativa, fixada pelo Decreto-Lei Estadual nº 176, de 1º de Dezembro de 1938, figura o Município de Codajás com três distritos: Codajás, Anamã e Anori. Os dois últimos foram criados pelo mesmo decreto citado, com território desmembrado do distrito-sede, mantendo até 1956 a mesma composição distrital e é sede da comarca do mesmo nome.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Codajás, Anamã e Anori.

Assim permanecendo em divisão territorial datada 1-VII-1955.

Pela lei estadual nº 117, de 29-12-1956, desmembra do município de Codajás os distritos de Anori e Anamã, para constituir o novo de Anori.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.

Pela Emenda Constitucional nº 12, de 10-12-1981 (Art. 2º - Disposições Transitórias). Delimitado pelo decreto estadual nº 6158, de 25-02-1982, é criado o distrito de Bodajós e anexado ao município de Codájas.

Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: www.codajas.am.gov.br

Código do Município

1301308

Gentílico

codajasense

Prefeito

ABRAHAM LINCOLN DIB BASTOS

População
População estimada [2018]28.100 pessoas  
População no último censo [2010]23.206 pessoas  
Densidade demográfica [2010]1,24 hab/km²  
Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]1,6 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2016]782 pessoas  
População ocupada [2016]2,9 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010]52,6 %  
Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]83,7 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]4.4  
IDEB – Anos finais do ensino fundamental [2015]3.8  
Matrículas no ensino fundamental [2017]4.686 matrículas  
Matrículas no ensino médio [2017]1.040 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2015]291 docentes  
Docentes no ensino médio [2017]66 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2017]57 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2017]3 escolas  
Economia
PIB per capita [2016]23.736,94 R$  
Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]96 %  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]0.563  
Total de receitas realizadas [2017]50.541,00 R$ (×1000)  
Total de despesas empenhadas [2017]42.224,00 R$ (×1000)  
Saúde
Mortalidade Infantil [2014]7,06 óbitos por mil nascidos vivos  
Internações por diarreia [2016]3 internações por mil habitantes  
Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]9 estabelecimentos  
Território e Ambiente
Área da unidade territorial [2017]18.700,713 km²  
Esgotamento sanitário adequado [2010]24,1 %  
Arborização de vias públicas [2010]50,6 %  
Urbanização de vias públicas [2010]2,3 %  
Notas & Fontes

Notas:

  1. População ocupada: [pessoal ocupado no município/população total do município] x 100

  2. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: [População residente em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal de até 1/2 salário mínimo / População total residente em domicílios particulares permanentes] * 100

  3. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: [população residente no município de 6 a 14 anos de idade matriculada no ensino regular/total de população residente no município de 6 a 14 anos de idade] x 100

  4. Docentes no ensino médio: Os docentes referem-se aos indivíduos que estavam em efetiva regência de classe na data de referência do Censo Escolar., No total do Brasil, os docentes são contados uma única vez, independente se atuam em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou localização/dependência administrativa., No total da Região Geográfica, os docentes são contados uma única vez em cada região, portanto o total não representa a soma das regiões, das unidades da federação, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total da Unidade da Federação, os docentes são contados uma única vez em cada Unidade da Federação (UF), portanto o total não representa a soma das 27 UFs, dos municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., No total do Município, os docentes são contados uma única vez em cada Município, portanto o total não representa a soma dos 5.570 municípios ou das localizações/dependências administrativas, pois o mesmo docente pode atuar em mais de uma unidade de agregação., Não inclui os docentes de turmas de Atividade Complementar e de Atendimento Educacional Especializado (AEE)., Os docentes são contados somente uma vez em cada localização/dependência administrativa, independente de atuarem em mais de uma delas., Inclui os docentes que atuam no Ensino Médio Propedêutico, Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado) e Ensino Médio Normal/Magistério de Ensino Regular e/ou Especial.

  5. Internações por diarreia: [número de internações por diarreia/população residente] x 1000

  6. Esgotamento sanitário adequado: [população total residente nos domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário do tipo rede geral e fossa séptica / População total residente nos domicílios particulares permanentes] x 100

  7. Arborização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100

  8. Urbanização de vias públicas: [domicílios urbanos em face de quadra com boca de lobo e pavimentação e meio-fio e calçada/domicílios urbanos totais] x 100


Fontes:

  1. População estimada: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas da população residente com data de referência 1o de julho de 2018

  2. População no último censo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  3. Densidade demográfica: IBGE, Censo Demográfico 2010, Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2011

  4. Salário médio mensal dos trabalhadores formais: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  5. Pessoal ocupado: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2016. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  6. População ocupada: IBGE, Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2016 (data de referência: 31/12/2016), IBGE, Estimativa da população 2016 (data de referência: 1/7/2016)

  7. Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo: IBGE, Censo Demográfico 2010

  8. Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade: IBGE, Censo Demográfico 2010

  9. IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  10. IDEB – Anos finais do ensino fundamental: MEC/INEP - Censo Escolar 2016

  11. Matrículas no ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  12. Matrículas no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  13. Docentes no ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  14. Número de estabelecimentos de ensino fundamental: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  15. Número de estabelecimentos de ensino médio: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2017

  16. PIB per capita: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

  17. Percentual das receitas oriundas de fontes externas: Secretaria do Tesouro Nacional (STN) - Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) 2015

  18. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD

  19. Total de receitas realizadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  20. Total de despesas empenhadas: Contas anuais. Receitas orçamentárias realizadas (Anexo I-C) 2017 e Despesas orçamentárias empenhadas (Anexo I-D) 2017. In: Brasil. Secretaria do Tesouro Nacional, Siconfi: Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Brasília, DF, [2018]. Disponível em: https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf. Acesso em: set. 2018

  21. Mortalidade Infantil: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2014

  22. Internações por diarreia: Ministério da Saúde, DATASUS - Departamento de Informática do SUS, IBGE, Estimativas de população residente

  23. Estabelecimentos de Saúde SUS: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009

  24. Área da unidade territorial: Área territorial brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2018

  25. Esgotamento sanitário adequado: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

  26. Arborização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

  27. Urbanização de vias públicas: IBGE, Censo Demográfico 2010

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Comentários (1)

  1. José Batista Junior's avatarJosé Batista Junior

    Eu quando estudante universitário, tive o prazer de no ano de 1980 participar do Projeto Rondon ai em Codajás, quando passamos aproximadamente 40 dias aí nesse paraíso. Sou paraibano da cidade de Sousa no alto sertão do estado da Paraíba, onde hoje divido a minha vida entre Sousa e a capital do estado João Pessoa. Minha cidade é linda e, João Pessoa nem se fala, está entre os cinco litorais urbanos mais bonitos da América do Sul é a segunda cidade mais verde do mundo, perde apenas para Paris, mas Codajás pra mim tem uma beleza diferenciada, linda, digna de ser vista; pena que seja tão distante, mas algum dia desses se Deus quiser eu aparecerei por ai. Tem como me informarem sobre pousadas aí e se tem aviões fazendo a linha para Manaus.

    Não sei se ainda esta por aí o Sr. Ibraim Sales Chamid que era secretário da Prefeirura.

    Um abração saudoso.

    José Batista Junior

    #1 – 10/01/2017 - 17:29

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